A física tem realmente conceitos controversos, contraditórios, e errados. Com respeito à massa, parece que é tudo menos aquilo que deveria ser (quantidade de matéria que forma um corpo). Em vez disso, agora há: massa inercial, massa gravitacional, e sei lá que mais. Quanto à pergunta que já tem resposta, não me parece ser essa a resposta certa. Um corpo pode movimentar-se com velocidade constante, devido à inércia, mas esta só se manifesta se alguma força externa modificar o movimento do corpo. Neste caso a inércia passa a ser a força de reação a essa força. Portanto, um corpo com velocidade constante elevada, embora tenha a propriedade de inércia, ela não produz qualquer efeito, enquanto a velocidade for constante. Agora não tenho dúvidas é quanto às acelerações e desacelerações. Essas sim fazem os relógios atrasar.
Obrigado pelo comentário. A definição de massa parecia ser mesmo "quantidade de matéria" de um corpo, todavia, quem a define no mundo escolar a chama como "um estado da matéria", ou seja "uma situação daquele momento". Como dizes: "Um corpo pode movimentar-se com velocidade constante, devido à inércia, mas esta só se manifesta se alguma força externa modificar o movimento do corpo. Neste caso a inércia passa a ser a força de reação a essa força."
Na experiência citada, a força externa que modifica o movimento EXISTE, ou seja, os incrementos constantes do valor da energia em MEV em cada fase da experiência. Daí o raciocínio de que mesmo o corpo estando numa velocidade constante impulsionado por 0,5 MEV, quando se imprimir a energia de 1,5 MEV, houve ali uma "força externa para modificar o movimento", e aí que que a INÉRCIA, "oposição ou resistência" se manifesta. O raciocínio é mais ou menos assim: tome... tome...tome novas energias (ou como dizia Einstein) tome trabalho sobre o corpo que se movimenta e quanto mais empurra-se "não vai mais". Este é apenas o assunto visto de um ângulo. Obrigado, correspondamo-nos.
Nillo
nillo.gallindo@bol.com.br
Publiquei, mas não é necessário adquirir, solicite-o a mim que o enviarei como brinde:
O comentário de Einstein sobre elétrons impulsionados e que em certa velocidade não aumentavam mais apesar de muita energia que se utilizasse, disse ele: "neste caso, se aumentamos a energia e o corpo não vai mais, DEVE TER AUMENTADO A SUA INÉRCIA".
Sr Gallindo Não percebi bem se a frase é sua, ou se é do próprio Einstein. Mas concordo perfeitamente. Se aumentarmos a energia que faz mover um corpo, e ele não aumentar a sua velocidade, é porque deve ter aumentado a sua inércia. Podemos então considerar que um corpo, ao atingir uma velocidade muito próxima da velocidade da luz, atinge também um valor de inércia, de tal maneira grande, que a partir daí, já não há força, por maior que seja, que faça aumentar mais a sua velocidade. No entanto há uma coisa que me deixa alguma dúvida: é que para ser a inércia, o corpo deverá ter a mesma dificuldade em abrandar, como tem para acelerar. E eu realmente não sei como as coisas se passam.
Sr. Marum, obrigado pelo comentário. Acredito que o senhor seja um físico acadêmico, e, como sabe, não sou físico, sou apenas um curioso que lê muito e talvez por isso eu até entenda as coisas de maneira inversa ao me atirar em certos temas, como este que sempre mexeu com a minha curiosidade: por que o giro do relógio diminui quando em alta velocidade? E tenho muito prazer em trocar ideias com as pessoas que são esclarecidas academicamente na área (e que, claro, possam tolerar minhas "erradas". Portanto, se eu disser alguma "batata" o senhor perdoe e sempre me corrija para que eu aprenda o verdadeiro.
Primeiro, a frase é do Einstein sim e está num blog escola de física. Eu fiquei feliz quando a encontrei e vendo o que o próprio Einstein dizia ali sobre a inércia. Eu já havia há muito tempo imaginado ser a inércia mas nunca encontrara nada de Einstein que falasse sobre a inércia e quando assisti aquele vídeo do PSSC (acredito que o senhor tenha acessado o link, ele é maravilhoso, lindo), concomitantemente vim ler também a frase do Einstein, e as peças que montam a ideia se casaram.
Ilustrando o que o senhor disse sobre ser dúvida ou "para ser inércia o corpo deverá ter a mesma dificuldade em abrandar (ou desacelerar?) como tem para acelerar, eu me lembraria de que é uma máxima, acho que também deve ser no conceito físico de que quando se gasta x energia para acelerar algo de A a B, em B o corpo deve ter atingindo uma inércia y e, portanto, para que modificássemos ou vencêssemos aquela inércia y desacelerando o corpo para trazê-lo ao ponto A, gastaríamos a mesma energia que foi dispendida para acelerá-lo de A a B, ou seja yAB = yBA. Como dizem os jargões a energia que gastamos para subir também a gastamos para descer com a aplicação do freio. Dizem os motoristas, a mesma marcha do câmbio que utilizamos para subir uma ladeira, é a mesma marcha utilizada na descida dela.
Seria por aí o raciocínio?
Eu vou postar um link de algo que eu escrevi abrangendo mais assunto. Vou procurá-lo e o posto em breve aqui mesmo.
Sr. Marum : Gostaria de adicionar ao meu comentário: e havendo o relógio mais veloz atingido uma inércia y no ponto B (da equação), claro que ele se atrasou com o no valor y da equação de Lorentz...então, regressando ele ao início do ponto A, chegará atrasado em relação ao relógio que não viajou. Agora o mais interesante que imaagino:
BASTA ACERTAR O ATRASO DOS PONTEIROS DELE COM O RELÓGIO QUE NÃO VIAJOU. Foi apenas o relógio que se "destrambelhou" devido à inércia e por isso O TEMPO NÃO PASSOU MAIS LENTO: NÃO HOUVE DILATAÇÃO DO TEMPO. No outro trabalho é que exponho isto. Vou enviar-lhe.
Sr Gallindo, talvez fique dececionado, mas a verdade é que eu não sou físico, nem nada parecido. Eu sou simplesmente um leigo, um curioso que gosta do assunto, nada mais do que isso. Gosto de ler o que o sr escreve, principalmente se o assunto for física. Quanto ao que o sr diz, em resposta à minha dúvida sobre a inércia: sim, pelo menos em teoria está certo. Sobre os relógios que viajam, se sofrerem acelerações ou desacelerações, ou ambas as coisas, é óbvio que atrasam. Nestes casos a inércia, nada mais é do que a força de reação à força que provoca as acelerações e desacelerações. É claro que os relógios, uma vez atrasados, mantêem-se atrasados. Quando se for comparar com relógios que não viajaram, eles estarão mesmo atrasados, e isto nada tem a ver com dilatação do tempo. É como o sr diz: foram os relógios que se destrambelharam devido à força inercial provocada pelas acelerações e desacelerações. Para os defensores da dilatação do tempo, o que acontece é algo mais é algo diferente, para eles os relógios atrasam mesmo com velocidade constante. A verdade é que: muito pouco ou nada se fez que prove realmente isso.
Sr. Marum, não fico decepcionado não, fico até alegre, pois o senhor é como eu, um leigo curioso que se aprofunda nos assuntos, sem sermos físicos. Fico feliz também porque o senhor raciocinou paralelamente à minha proposta. É um parceiro de ideias rsrs!!! Seja bem vindo à ideia e vamos trabalhá-la bastante e abertamente.
Envio ao senhor um link mais completo sobre o assunto é um trabalho que fiz e postei onde posto há muito tempo o General Sciense Journal, um veículo aberto a todas as ideias lá no Canadá. Lei o trabalho e depois comente-o por gentileza.
Sr Gallindo, li o seu trabalho, é um bom trabalho, na medida em que procura fazer ver que a dilatação do tempo não existe. Foi um equivoco de Einstein, e a ciência foi e continua a ser levada pelo bico. Também há algum interesse em manter as teorias de Einstein intocáveis, e muitos não saiem da linha só para não serem desconsiderados, e pior do que isso, a sua situação profissional pode ficar ameaçada. Quanto à verdadeira razão que faz com que os relógios num referencial em movimento atrasem, em relação aos dum referencial parado, continuo a pensar o mesmo que disse no primeiro comentário. Face às leis da física, em relação à inércia , não vejo que seja essa a razão do atraso dos relógios. Mas também não tenho uma idéia do que possa ser. Sobre aquela frase de Einstein, " se a gente empurra um corpo, e ele não vai mais, então é porque deve ter aumentado a sua inércia", de facto ele publicou uma teoria diferente sobre inércia, em que toda a energia, incluindo a energia cinética dum corpo, formava a sua massa inercial, mas acabou por abandoná-la e persuadio outros cientistas a fazerem o mesmo. Atualmente são muito poucos os físicos que a adotam. De qualquer forma, mesmo com essa teoria, a inércia não se manifestava nos corpos em movimento uniforme, tal como na teoria atual. Vai desculpar-me, mas eu acho que há alguma confusão, no seu conceito de inércia. A inércia é aquela propriedade que faz com que o corpo resista, se oponha a qualquer mudança do seu movimento, certo, mas isto só acontece precisamente quando alguma força externa tenta mudar o movimento do corpo, o que acaba sempre por acontecer, mas sem que contudo, sofra a tal oposição ou resistência. Quando não há nenhuma força a atuar sobre o corpo, este mantem-se em movimento uniforme retilíneo. Neste estado não há resistência a coisa nenhuma, visto que não há coisa nenhuma para resistir. E assim continuamos sem saber (pelo menos eu continuo) o que faz atrasar os relógios. O primeiro grande engano de Einstein, talvez não tenha sido a dilatação do tempo, mas sim a contância da velocidade da luz em relação ao observador., que é outro absurdo. A dilatação do tempo surge depois, como forma de validar a constância da velocidade da luz, em relação ao observador. É uma compensação, em vez de variar a velocidade da luz, Einstein pôs o tempo a estender e a encolher, mas é uma compensação muito imperfeita, que só à custa de artifícios de matemática, muitas vezes sem qualquer sentido, consegue acertar.
Minha apreciação após seus comentários transcritos:
“Sobre aquela frase de Einstein, " se a gente empurra um corpo, e ele não vai mais, então é porque deve ter aumentado a sua inércia", de facto ele publicou uma teoria diferente sobre inércia, em que toda a energia, incluindo a energia cinética dum corpo, formava a sua massa inercial, mas acabou por abandoná-la e persuadio outros cientistas a fazerem o mesmo. Atualmente são muito poucos os físicos que a adotam.”
Parece-me que a teoria da qual vc fala é a teoria da MASSA RELATIVÍSTICA, isto é, a que dizia que a massa aumentava com o aumento da velocidade. Fois essa a idéia que Einstein abandonou e que caiu em desuso em toda a física. Não foi o princípio da inércia que caiu e sim a MASSA RELATIVÍSTICA que por coincidência era calculada também pela equação de Lorentz, aliás Lorentz serve para tudo!!!
A massa relativística era a equação m (massa final)= mo (massa inicial) dividido por raiz quadrada de 1 – raiz quadrada de v2/c2.
Tal equação de Lorentz também serve para calcular relatividade do tempo de um relógio em movimento e um relógio parado, significando assim:
y (ou fator de tempo de relógio em movimento) = 1 (que é o tempo do relógio em repouso) dividido por raiz quadrada de 1- raiz quadrada de v2/c2..... Quando encontramos o valor de y, tal valor será um fator pelo qual dividiremos o tempo do relógio parado ou em repouso pelo tal y... exemplo, se o y resultar em 2,9, sabemos que a cada valor de 2.9 horas que o relógio marcar na Terra, o relógio em movimento da nave girará 1 hora apenas e isto seria a tal dilatação ou os menores giros a bordo, menores do que os relógios da Terra “parados” ou em repouso. Exemplo a luz, do Sol demora 8,33 minutos, 8,5 minutos para vir à Terra. Se uma nave voasse a 270.000 km/s ou 90% de c partindo do Sol no mesmo instante que a luz parte, teríamos, pela equação, visto que o y valerá 2,9, teríamos que dividir o tempo de 8,33 ou 510 minutos minutos por 2,9 ou t/y=t’, sendo t’ o tempo na nave, assim 8,33 (Terra) minutos dividido por y ou 2,9 acharemos os giros marcados no relógio da nave como sendo, por coincidência 175, isto é o relógio da Terra marcam 510 segundos e o da nave 175 segundos, ta aí a dilatação dos giros do relógio.
ENTÃO... não foi este cálculo ou raciocínio que Einstein fez cair em desuso, isso aí não é massa relativística! Este é o cálculo da dilatação do tempo em relógio com diferentes velocidades, um voando e outro parado na Terra. ISSO VIGORA nos ensinamentos da física. É que a equação de Lorentz serve pra muita coisa, MAS ELA NÃO SERVE MAIS PARA CÁLCULO DE MASSA RELATIVÍSTICA. E quando calculamos a dilatação do tempo NÃO estamos calculando massa relativística nem dizendo que massa aumenta com velocidade porque MASSA É INVARIANTE! Outro caso: Quando Einstein comentou sobre quando se empurra e não vai mais deve ser a inércia, ele estava se referindo a INÉRCIA SOMENTE e não ao seu ensino desqualificado da MASSA VARIANTE... pois ela é INVARIANTE.
O ensino de massa variante caiu... todavia, o ensino de INÉRCIA NÃO. A inércia continua firme nas escolas sendo de Newton e não de Einstein.
Dizes:
A inércia é aquela propriedade que faz com que o corpo resista, se oponha a qualquer mudança do seu movimento, certo, mas isto só acontece precisamente quando alguma força externa tenta mudar o movimento do corpo, o que acaba sempre por acontecer, mas sem que contudo, sofra a tal oposição ou resistência. Quando não há nenhuma força a atuar sobre o corpo, este mantem-se em movimento uniforme retilíneo. Neste estado não há resistência a coisa nenhuma, visto que não há coisa nenhuma para resistir.
A inércia é aquela propriedade que faz com que o corpo resista, se oponha a qualquer mudança do seu movimento... mas sem que contudo, sofra a tal oposição ou resistência. ISSO AÍ NÃO TÁ CONTRADITÓRIO? A inércia... Faz se opor à mudança do movimento mas SEM que contudo sofra oposição ou resistência? Não tá contraditório a idéia explanada aí?
Mais...
... Quando não há nenhuma força a atuar sobre o corpo, este mantem-se em movimento uniforme retilíneo.
É claro que sim quando no MRU, MAS NÃO É O CASO DA EXPERIÊNCIA porque lá forças sucessivas e DIFERENTES, DIFERENTES, são aplicadas, não é movimento retilíneo uniforme do começo ao fim da experiência e com UM valor de energia apenas... SÃO VÁRIOS VALORES EM ORDEM CRESCENTE!
Ocorre porém nas experiências que citamos EXISTEM MUDANÇAS DE FORÇAS que afetam procuram AFETAR os movimentos dos elétrons ou se fosse quaisquer outros corpos, por exemplo, as energias (FORÇAS) nos aceleradores modificam-se de , 0,5MEV PARA 1,5MEV DEPOIS 4,5 MEV E ATÉ 15 MEV... até que como não adianta mais empurrar a partir de 4,5 MEV... A COISA NÃO VAI MAIS... PORQUE A INÉRCIA NÃO DEIXA... A COISA PÁRA, OU SEJA CESSAM A EXPERIÊNCIA.
Energia 0.5 MEV a velocidade vai até...260.000 km/s Energia 1.0 MEV a velocidade avi até...280.000 km/s Energia 1.5 MEV a velocidade vai até...299..... quase a da luz Energia 4.5 MEV a velocidade permanece nos valorres quase a da luz Energia 15 MEV a velocidade ermanece como era, quase luz
NÃO AUMENTA MAIS MESMO QUE EMPURRE COM QUALQUER MAIOR ENERGIA.
Importante, Marum, entender o vpideo por este paradigma e não apenas para sabermos que a luz tem uma velocidade limite.
Ali, por este prisma ou paradigma diferente vemos a ação da inércia segurando o aumento da, mesmo que o vídeo não tenha sido feito com esta finalidade.
Sr Gallindo, realmente houve um lapso meu e o texto ficou contraditório. Portanto onde se lê, "a inércia é aquela propriedade que faz com que o corpo resista, se oponha a qualquer mudança do seu movimento, certo, mas isto só acontece precisamente quando alguma força externa tenta mudar o movimento do corpo, o que acaba sempre por acontecer, mas sem que contudo, sofra a tal oposição ou resistência." lêa-se: a inércia é aquela propriedade que faz com que o corpo resista, se oponha a qualquer mudança do seu movimento, certo, mas isto só acontece precisamente quando alguma força externa tenta mudar o movimento do corpo, o que acaba sempre por acontecer, mas sem que contudo, deixe de sofrer a tal oposição ou resistência. A teoria que Einstein publicou e que acabou por abandonar, foi realmente a da massa relativista. Só que ao contrário de que muitas vezes se pensa, ela não era relativista no sentido de: mais massa, mais matéria. Ela era relativista porque como Einstein considerou massa e energia coisas equivalentes, resolveu juntar as duas coisas, dando-lhe o conceito de massa, o que evidentemente aumentava com a velocidade, uma vez que a velocidade gera energia cinética. Sendo assim a inércia era considerada maior com a velocidade, mas tal como agora só se manifestava em acelerações e desacelerações. A experiência no acelerador de eletrões é como em todos os aceleradores de partículas, um caso bicudo. Para atribuir à inércia a razão de que a partir duma certa velocidade, por mais força que se empregue, ela não aumentar mais, então aí o antigo conceito de massa relativista e por consequência a inércia, parecem dar explicação. Mas esse conceito não existe mais, como tal considerar que a inércia dum corpo aumenta com a sua velocidade, não parece certo, aliás a lei física em vigor, como voçê mesmo disse, é a de Newton, ela confirma isto. Voltando ao caso dos relógios, em velocidade constante a inércia não tem qualquer efeito, por conseguinte a razão deles atrasarem é outra.
Amigo: Eu estou começando a casa pelo alicerce e não pelo telhado. Quando vc fala em VELOCIDADE CONSTANTE já está citando o telhado da casa, pois ali já é o final do assunto. Para o relógio atingir aquela velocidade CONSTANTE na qual ele se encontra "agora" CONSTANTE, ANTES ele estava em repouso tal qual o outro "gemeo" dele E TEVE QUE PARTIR DO ZERO! Houve uma aceleração até lá no tal "constante", portanto foi do zero ao CONSTANTE que uma inércia foi se estabelecendo. Não estou falando de nada relativistico, nem massa nem nada, estou falando apenas da ENERGIA CINÉTICA NOVA E TREMENDA LÁ NO TAL "CONSTANTE", e esta é inegável, caso contrário teria que se adimitir que tanto faz vc colidir a 1km/h como a 270.000 km/s por que não haveria diferença na força do impacto.
O raciocínio da inércia que faço aplica-se, se vc estiver a 270.000 km/s CONSTANTE, em se tentar MUDAR o estado de movimento de 270.000 para, por exemplo 290 mil... é nisso que raciocino.
Temos que afivelar os cintos nos automóveis para numa colisão não srmos arremessados para longe. Pois na colicão o veícul para instantaneamente e os passageiros, devido à INÉRCIA, SE ESTIVEREM "SOLTOS" CONTINUAM NO EMBALO.
Agora raciocinemos:
Num veículo a 1 km/h nem cinto é necessário, o impacto é pequeno devido à pequena velocidade. Num veículo a 80 km/h para quem estiver sem cinto será fatal, devido à inercia do movimento maior ou velocidade maior. Vamos aumentar: Num veículo hipotético a 270.000 km/s 90 por cento da luaz a velocidade altíssima produzira uma inércia MUITO maior.
Concluimos que MAIOR VELOCIDADE, MAIOR INÉRCIA... As velocidades diferentes produzem inércias diferentes e resultados diferente DEVIDO ÀS DIFERENÇAS DAS INÉRCIAS.
E o que produziu tais inércias? A velocidade, cada uma no seu caso.
A inércia AGE em qualquer movimento à sua maneira e quantidade ou valor da velocidade. Este é o raciocícinio. É mais fácil passar de 1km/h para 3 km/h do que de zero para 270.000/km/s, e o que será influencia do nesta mudanda e pela inércia produzida serão os relógios (calro, tudo que estiver envolvido na velocidade, também.
A inércia é uma força, princípio ou lei, REAL e respeitável. E porque ela existe? Porque existe a VELOCIDADE o objeto.
Sr Gallindo, se reparar bem vc agora até está a concordar comigo, em praticamente tudo. Quando eu falo em acelerações e desacelerações, estou a falar em mudança de movimento, é óbvio. A energia cinética é óbvio que é inegável. Quanto maior for a velocidade, maior é a energia cinética de um corpo. O exemplo da colisão que vc citou é a sua expressão máxima.
Permita-me eu, modestamente de minha parte, considerá-lo um parceiro nesta pesquisa contínua, apesar das inércias contrárias e grandes que enfrentaremos por parte do status quo estabelecido que nada pensa em mudar, rsrs.
Parceiro, quero mencionar assuntos mas sempre no mesmo sentido é claro.
Bem, desde o início eu, com talvez palavras diferentes, sempre pensei da sua maneira: o relógio em repouso permanece no digamos zero. Já o relógio em movimento parte do zero ao que desejar e nesta aceleração de zero ao que desejar desenvolve ou pela sua ação provoca uma reação ou uma atuação da inércia devido ao movimento em aceleração e vai acumulando um atraso até que chegue à velocidade desejada e dali prossiga em, digamos, em MRU. Este atraso acumulado naquele relógio que voa, permanece dali em diante, até que alguém O ACERTE novamente com o relógio que ficou em repouso, caso contrário ele continuará em MRU com aquele atraso registrado até ali na velocidade continua que se desejou.
Outra verdade física é que em aceleradores de partículas a massa das partículas AUMENTAM devido á crescente velocidade ou seja devido à ENERGIA CINÉTICA QUE TAL PARTÍCULA ADQUIRE DEVIDO AO MOVIMENTO. Isso não se trata de ensino de massa relativística e sim de ENERGIA CINÉTICA adiquirida pela partícula e, emergia, qualquer energia!!!, exibe MASSA. Este conceito ainda existe e é válido comprovado em aceleradores de partículas. Quanto mais se acelera uma partícula mais ela adquire energia cinética e consequentemente tal energia aumenta exibe massa e consequentemente inércia, porque ENERGIA TEM INÉRCIA, FÍSICAMENTE ENSINADA E COMPROVADA.
Marum, vi um site de física, pena que perdi o link, lá o profesor de Física diz que " Algo (que le não sabe o que é) ocorre nos relógios em velocidades diferentes e que se defasam. Mas aí ele afirma: NÃO É O TEMPO que provoca a defasagem dos relógios, ele diz não saber o que é MAS QUE TEM CERTEZA QUE NÃO É O TEMPO.
Marum, mostro a você parte um artigo de site de física. Aprecie-o, ele é oficial.
Mas lembro a você também que, sem defender a massa relativística que não existe, o que a física utiliza para calcular velocidade de partículas e dizer que a massa é INVARIANTE, ELA MESMA CHAMA DE TRUQUE. Ou seja calcula a massa da partícula em repouso como EM RREPOUSO, E DEPOIS CALCULAM A MASSA DA PARTÍCULA EM MOVIMENTO COMO SE TAMBÉM "ESTIVESE" EM REPOUSO. imaginam ou fazem com que todo o sistema onde a partícula se MOVA COMO ESTANDO EM REPOUSO, INCLUSIVE A PRÓPRIA PARTÍCULA QUE ESTÁ SE MOVIMENTANDO!!! Como afirma um próprio físico que acha ser isso um absurdo, CHAMAM ISSO DE TRUQUE MATEMÁTICO PARA QUE A MASSA SEJA CALCULADA COMO "INVARIANTE".
Agora, me diga, PODE CIÊNCIA TER "TRUQUES", "JEITINHOS" E SER CIÊNCIA MESMO OU DE BOA FÉ? Mesmo sendo burro eu acho isso estranho!
Veja o artigo que te prometi:
Acontece que, até 1905, acreditava-se que a inércia era algo restrito à matéria. Foi quando Einstein chegou a conclusão que surpreendeu cientistas do mundo todo: não só a matéria, mas como a energia também tem inércia. Ou seja, segundo essa teoria, é mais difícil empurrar um corpo quente do que um corpo frio, pois o corpo quente tem mais energia (térmica). Em outras palavras, um corpo fica mais pesado conforme for maior sua quantidade de energia. Fica claro, então, que quanto maior a velocidade de um corpo, maior sua massa vai ficando, pois quanto maior sua velocidade, maior sua energia cinética. Mas, não adianta sair igual um louco correndo pelas ruas com uma balança amarrada nos pés. Esse efeito só é observado com energias muito grandes e com velocidades muito, muito, muito altas. Por isso não é possível percebermos essa diferença sem a ajuda de aparelhos sofisticados. Um desses aparelhos é o acelerador de partículas, em que os físicos observam o comportamento de partículas subatômicas fazendo-as chocar com velocidades muito próximas a da luz. Mas, digamos que um corpo de 80 kg possa viajar a 99,9% da velocidade da luz. Nessa velocidade, a massa do corpo aumentaria cerca de 25 vezes, pulando de 80kg para 2 toneladas. Se pudesse viajar a 99, 999% da velocidade da luz, ficaria 224 vezes mais pesado, chegando a aproximadamente 18 toneladas. E se pudesse viajar a 99, 99999999% da velocidade da luz, ficaria 70 mil vezes mais pesado, chegando a pesar 5600 toneladas. Observa-se que a massa do corpo tende ao infinito conforme sua rapidez se aproxima da velocidade da luz. E, se atingisse a velocidade da luz, teria massa infinita. Porém, para acelerar um objeto de massa infinita, seria necessária uma quantidade de energia igualmente infinita, e nem o Universo inteiro tem tanta energia assim. A luz, claro, só alcança sua grandiosa velocidade porque não tem massa. Portanto, para todos os objetos de nosso mundo, a massa nunca deixará que ultrapassem a velocidade da luz.
Ora, Marum, ninguém sabe, ninguém da física ensina ou pelo menos sugere o que seja!
Resta, Marum, tudo que ocorre em fenômenos da física tem que ser explicado pela física. Só nos resta, até este momento neste vácuo ou "buraco negro do ensino" imaginar a lei física da INÉRCIA como CAUSA, pois suas implicações na aceleração e desaceleração TEM TUDO A VER com o raciocínio. Ora, poucos físcos, acredito, se importariam em descobrir tal explicação. Isso implicaria em grandes mudanças de conceito e de ensino geral na relatividade, pois principalmente reduziria a importância da atuação tempo como aquele fator misterioso que, para eles, faz a mágica da falsa "dilatação do tempo". Isto é, o conceito de espaço-tempo "iria para o espaço". Então, para que mudar? Preferem deixar com está e não criar um caso terrível nesta teoria que fascina (mas é falsa) que diz que o tempo dilata.
Sr Gallindo li mais uma publicação sua. Vejo que o Sr continua a apostar na inércia, contra ventos e marés. Em face das atuais leis da física, mesmo com jeitinhos ou truques, eu já não sei o que dizer sobre a inércia, em abono do defasamento dos relógios e também do limite da velocidade das partículas nos respetivos aceleradores. Li o artigo que me recomendou. É a teoria da massa relativista de Einstein. Mas o artigo não diz que foi o próprio Einstein quem abandonou a teoria e convenceu outros físicos a fazerem o mesmo. Se ele abandonou a teoria, certamente achou que não estava correta. E nós também não nos interessa ter uma teoria em que as coisas se encaixam bem, que dá explicação perfeita aos fenómenos, mas que não corresponda à verdade. De facto pôr a massa a aumentar com a velocidade, porque esta gera energia cinética (energia cinética é a própria massa em movimento) pessoalmente não acho que seja uma idéia correta. Diz que é uma verdade da física, que em aceleradores de partículas, a massa aumenta com a velocidade ou seja, a sua energia cinética, mas que isso não se trata de massa relativista. Eu penso que é isto a massa relativista, a que foi abandonada e substituida pela massa invariante. Aliás no início do blog, vê-se no vídeo o professor a dizer isso mesmo, que já não se considera que a massa aumente com a velocidade, o que aumenta é só a energia cinética, mas a massa não, para isso tiveram que fazer algumas correções, alguns truques nas fórmulas matemáticas. Mas você concorda que a massa é invariante. E é um facto que o conceito de inércia existe, é real. Mas não podemos esquecer que a inércia de um corpo é proporcional à sua massa. Logo a inércia de um corpo com massa invariante, é também invariante. Se a massa aumentasse com a velocidade, também aumentaria a inércia, mas se as atuais leis da física dizem que a massa é invariante, logo a inércia também o é. Eu tenho uma idéia maluca, que até pode ser considerada contraditória, mas só fazendo uma experiência é que se sabe, é a seguinte: será que os corpos em movimento em relação à Terra, não aumentarão o peso? ainda que diminutamente? não porque aumente a sua massa, mas sim por a gravidade aumentar com a velocidade? se isto acontecesse estaria explicada a razão do atrasamento dos relógios. Isto nas experiências feitas em aviões, nos satélites não há peso, existe o estado de imponderabilidade
A idéia exposta anteriormente pode parecer contrária à lógica, uma vez que existe uma velocidade de escape, o que parece ser mais lógico é o peso diminuir com a velocidade. Mas que eu saiba, nada se consta sobre isso. Então da mesma maneira que se fazem experiências com relógios atómicos super precisos e super sensíveis, para medir a dilatação do tempo, também se poderia fazer experiências com corpos e balanças super precisas e super sensíveis, para ver se há variação de peso, com velocidades diferentes. Agora outra coisa, também relacionada com o assunto dos relógios: sabe-se que à superfície da Terra, os relógios são mais lentos e ao que parece ficam mais rápidos conforme aumenta a altitude. Isto para os relativistas, deve-se à curvatura do espaço/tempo. Para os não relativistas, a gravidade, segundo as leis de Newton, explica muito bem o assunto. A questão que eu coloco é a seguinte: todos os satélites em órbita, seja qual for a altitude, estão numa situação de ausência de gravidade, ou melhor, numa situação em que a resultante de todas as forças atuantes sobre eles é nula, assim o giro dos relógios colocados nos satélites, em qualquer altitude de órbita, na parte que depende da gravidade ( porque há outra parte que depende da velocidade) não deveriam ser todos iguais? Uma vez que estão todos em ausência de peso? independentemente das altitudes das órbitas?
(1) Marum, prazer em te ouvir de novo. Achei algo interessante, um professor respondendo a uma pergunta. A explicação que nos faltava é: temos que chamar a coisa como MASSA INERCIAL, QUE NÃO É MASSA E SIM "ENERGIA" DEVIDO AO MOVIMENTO AUMENTADO. Veja a resposta resumida, depois vou postando as emendas pois não cabe:
Pergunta de um aluno: Um professor de física me explicou que, um corpo, ao se aproximar da velocidade da luz vai ganhando massa inercial, e não massa de "quantidade de matéria". Qual a diferença entre elas?
RESUMO DA RESPOSTA DO PROFESSOR DE FÍSICA DA U
"... massa inercial é a manifestação da energia de um corpo, um reflexo da impossibilidade de se alcançar a velocidade da luz tendo-se massa, enquanto que quantidade de matéria é a quantidade de átomos de um corpo ou sua massa de repouso." Resposta de: Fábio Novaes, UFPE, Recife - PE
(2) Viu, Marum, que coisa linda a resposta do professor no acima citado? Agora, segue a íntegra:
A diferença é que, quando você acelera um corpo, você não está criando matéria do nada. Na verdade, você está adicionando energia a ele. Pode-se perceber isso facilmente com experiências cotidianas. O peso de uma bola de tênis na sua mão não é uma coisa que lhe incomode. Agora peça pra alguém lançá-la em você pra ver o que acontece. A pancada irá doer, apesar da bola ter a mesma quantidade de matéria que você estava sentindo na sua mão. O que o seu "amigo" fez foi adicionar energia cinética à bola pra que ela lhe atingisse, ou seja, deu a ela quantidade de movimento. Entretanto, Einstein postulou em sua teoria da relatividade restrita que E = mc2; massa é "igual" a energia, sendo a energia apresentada de outra forma. As velocidades do nosso dia-a-dia não chegam a aumentar essa massa inercial que seu professor falou devido às baixas energias envolvidas. Porém, quando estamos falando de velocidades próximas de c (velocidade da luz) existe um aumento considerável na massa de um corpo, ou seja, em sua energia. A fórmula da relatividade restrita que demonstra esse aumento é m = m_0/raiz quadrada de(1-v2/c2), onde m_0 é a massa de repouso. Se você olhar direitinho, aproximando a velocidade do corpo a c, a massa do mesmo tende a infinito, o que é impraticável. Demandaria uma energia infinita, da mesma forma, para um corpo chegar na velocidade da luz. Portanto, dizemos que é impossível para um corpo massivo chegar à velocidade da luz de acordo com a relatividade. Só partículas sem massa, como os fótons, é que chegam a essa velocidade. Portanto, massa inercial é a manifestação da energia de um corpo, um reflexo da impossibilidade de se alcançar a velocidade da luz tendo-se massa, enquanto que quantidade de matéria é a quantidade de átomos de um corpo ou sua massa de repouso.
(3) AGORA MARUM, UMA RESPOSTA PARECIDA MAS "FANTÁSTICA" QUE NÓS DÁ DICA MARAVILHOSA E FAZ NOSSO CONCEITO DE SER A "INÉRCIA" A CAUSADORA DA LENTIDÃO DO RELÓGIO, DA MESMA MANEIRA QUE SE PREGA A "LENTIDÃO DO RITIMO BIOLÓGICO" QUANDO SE ESTÁ EM ALTA VELOCIDADE:
EIS A RESPOSTA: (ele diz ao aluno:)
O seu professor provavelmente quis dizer que aumento da velocidade não aumenta a quantidade de matéria do corpo, mas sim sua massa inercial, a qual mede a inércia do corpo. Quanto maior a velocidade, maior a inércia e mais difícil torna-se a variação dessa velocidade se partirmos da equacao f = m.a (ainda mais quando este corpo se aproxima de c) .Na mecânica newtoniana, esta massa inercial de um corpo nada tem a ver com a sua massa gravitacional. A massa inercial quantifica a inércia do corpo, isto é, a oposição que ele oferece à mudança da velocidade por ação de forças.A massa gravitacional depende proporcionalmente a força exercida por um campo gravitacional no corpo.espero q te ajude...:)
Resposta de: Rodrigo Freimann, ens. medio, Belo Horizonte-MG
MARUM, ENTENDI TAMBÉM COMO MARAVILHOSA ESTA RESPOSTA
Este conceito aí citado de Massa Inercial NÃO é o mesmo "conceito" de massa relativistica, a que foi abandonada por Einstein, apesar de que a fórmula utilizada para se conhecer os valores é a mesma, a equação de Lorentz. Tanto é que devido a este conceito em vigor que sabe-se e aceita-se nada que tenha "massa" consegue atingir a velocidade da luz. Se a equação é a prova disso, o conceito EXISTE.
Leia em destaque este trecho do rapaz:
... AUMENTO DA VELOCIDADE não aumenta a quantidade de matéria do corpo, MAS sim sua MASSA INERCIAL, a qual MEDE A INÉRCIA DO CORPO. QUANTO MAIOR A VELOCIDADE, MAIOR A INÉRCIA E MAIS DIFÍCIL TORNA-SE A VARIAÇÃO DESSA VELOCIDADE se partirmos da equacao f = m.a (ainda mais quando este corpo se aproxima de c) .Na mecânica newtoniana, esta massa inercial de um corpo nada tem a ver com a sua massa gravitacional. A MASSA INERCIAL QUANTIFICA A INÉRCIA DO CORPO, ISTO É, A "OPOSIÇÃO" QUE ELE OFERECE À MUDANÇA DA VELOCIDADE POR AÇÃO DE FORÇAS.
--------- Com estas dicas que encontrei, Marum, convenço-me mais ainda da verdade exibida nos experimentos dos aceleradores de partículas quando demonstram que quanto mais energia aplicam, a velocidade cresce mas cresce sempre menos até parar naquele valor alto.......para mim, de acordo com o que li aí: DEVIDO à INÉRCIA!...
É o que entendo. Te aguardo para novas trocas de ideias, um abraço, Nillo.
Breve estarei postando um vídeo no Youtube onde proponho um NOVO conceito para a Inércia, ficará mais fácil entender o que éINÉRCIA, eu acho rsrs. Eu te informo.
Esqueci...Concluindo Marum, dou atenção ao teu raciocínio:...
Dizes: A questão que eu coloco é a seguinte: todos os satélites em órbita, seja qual for a altitude, estão numa situação de ausência de gravidade, ou melhor, numa situação em que a resultante de todas as forças atuantes sobre eles é nula, assim o giro dos relógios colocados nos satélites, em qualquer altitude de órbita, na parte que depende da gravidade ( porque há outra parte que depende da velocidade) não deveriam ser todos iguais? Uma vez que estão todos em ausência de peso? independentemente das altitudes das órbitas?
Meu pensamento: Dependendo das altitudes, diferentes, a atuação da gravidade é diferente para cada altitude, seja pelo relativistas ou pelos newtonianos. Mais alto menos gravidade, relógio mais rápido. Mais baixo, maior gravidade, relógio mais lento. Ele fazem um cálculo para calibar antes os relógios dos satélites quando já saem da fábrica e para compensar os atrasos que ocorreriam. Há duas ocorrências, a afetaçao da gravidade e a afetação pela velocidade do satélite. uma atrasa e outra adianta o relógio, eles fazem o cálculo considerando o desvio + e o desvio - . Achando a diferença resultante os fabricantes corrigem-na no aparelho.
Devidoa relatividade gravitacional, há uma piadinha entre os físicos bem humorados que diz:
Sr Gallindo, poracaso já conheço todos esses conceitos de massa, tenho aprendido nos sites, no Google. Se o Sr procurar bastante, encontra coisas de acordo com o seu pensamento, que sai reforçado. Mas voçê sabe bem que também encontra muitas coisas contrárias, muitas coisas dúbias etc. Há uns que dizem, A, outros dizem , B, outros ainda, C.
Há muita controvérsia, e nós não podemos saber quem é que fala mais verdade. Podemos no entanto, fazer um apanhado e formar a nossa opinião própria. Aqui mesmo, no inicio do seu blog, aparece no vídeo, um físico ou professor a dizer que já não se considera que a massa aumenta com a velocidade. O que aumenta é a energia cinética, mas a massa não aumenta. Isto está em total contradição com o aumento da massa inercial associada à velocidade. Mas se ele diz que atualmente é assim, é porque pelo menos, ele tem esse conceito. Mas certamente não será o único. Esse conceito é o de: massa invariante ou de repouso, e não deixa por isso de se considerar também massa inercial. Eu penso que este conceito substituiu mesmo o de: massa inercial variável com a velocidade. O qual foi criado por Einstein, mas foi também abandonado por ele, em favor do conceito de: massa de repouso. O Sr Gallindo diz que não foi este conceito de massa inercial variável com a velocidade, que Einstein abandonou. Mas então, Einstein não publicou duas teorias de massa variável com a velocidade?! Não entendo Sr Gallindo! Talvêz Einstein, não tenha é empregado, a expressão: massa inercial.
Acho que os físicos e os professores, sobre um mesmo assunto, uns adotam um conceito, outros adotam outro, o que até certo ponto é normal. Mas pelo menos deverá haver um conceito oficial, para ser aplicado no ensino, senão ninguém se entende. Mas isto também não significa, que o conceito oficial seja o mais verdadeiro, o mais certo! Pode mesmo não ser.
O caso que voçê apresenta, o da massa inercial que aumenta com a velocidade, tem explicação no que eu atrás disse. Enquanto que uns dizem que já não é válido, outros continuam a aplicar o conceito.
Eu não me entusiasmo com o conceito, porque já o conhecia e estou convencido que ele foi mesmo abandonado. E tal como eu disse no outro comentário, não nos interessa ter uma teoria onde tudo se encaixa perfeitamente, que dá explicação perfeita aos fenómenos, mas que não corresponda à verdade. E eu acho que ela não corresponde à verdade. Pois não vejo como pode a velocidade de um corpo, fazer aumentar a sua massa inercial.
Se este conceito que voçê tanto gosta, estiver certo (embora eu não veja evidências nenhumas) acontece uma coisa muito curiosa. Não sei se sabe que a massa inercial de um corpo é equivalente à sua massa gravitacional?! Segundo o conceito, a velocidade de um corpo faz aumentar a sua massa inercial, mas como as massas, inercial e gravitaçional são sempre equivalentes, logo a massa gravitacional do corpo aumenta também proporcionalmente. E qual é a consequência disto? Assim como aumenta a inércia, aumenta também o peso! Ora se aumenta o peso dos corpos, então está explicada a razão do relógios atrasarem em movimento.
Agora outra coisa, esta parece ser contraditória. Nos aceleradores de partículas, de acordo com o mesmo conceito de, massa inercial aumentada com a velocidade, por conseguinte maior inércia nas acelerações, depois de estabilizada a velocidade, isto é, ficar constante, a partir daí a velocidade deveria manter-se só pela inércia das partículas, sem nenhuma energia aplicada fazendo força. Porque é que isso não acontece?!
"...massa inercial, a qual mede a inércia do corpo. Quanto maior a velocidade, maior a inércia e mais difícil torna-se a variação dessa velocidade se partirmos da equacao f = m.a (ainda mais quando este corpo se aproxima de c)"...
Sr. Marum, o conceito acima é válido na física, tal conceito não foi abandonado nunca!
O conceito acima NÃO é o de "massa relativística", este sim, foi abandonado. Como éque se pode negar a energia crescente INERCIAL de um corpo em movimento? Na frente de um trem estacionado todos podem ficar; mas quem ficaria na frente de um trem em alta velocidade?
Meu amigo senhorMarum, isto que o senhor escreveu é TOTALMENTE a imaginação que tento lhe passar desde o início, talvez as palavras não tenham transmsitido a mesma coisa, mas o senhor está TOTALMENTE CERTO quando diz ou escreveaqui algo que é o que tenho em mente e TENTO dizer. Trasncrevo o que o senhor disse muitobem dito aqui:
"... Não sei se sabe que a massa inercial de um corpo é equivalente à sua massa gravitacional?
(SEI SIM!!!)!
... Segundo o conceito, a velocidade de um corpo faz aumentar a sua massa inercial, mas como as massas, inercial e gravitaçional são sempre equivalentes, logo a massa gravitacional do corpo aumenta também proporcionalmente. E qual é a consequência disto? Assim como aumenta a inércia, aumenta também o peso!
(SIM, SIM e.. SIM rsrs, porque ENERGIA "TEM PESO", quem fica na frente de um trem "em movimento" sabe disso!!!)
... Ora se aumenta o peso dos corpos, então está explicada a razão do relógios atrasarem em movimento.
PERFEITAMENTE CORRETO, EUREKA... É APENAS ISSO!!!! OK???
QUANDO EINSTEIN TEVE MENTALMENTE A DESCOBERTA DA IGUALDADE ENTRE MASSA GRAVITACIONAL E MASSA INERCIAL, ELE SE REFERIU ÀQUELE PENSAMENTO "COMO O PENSAMENTO MAIS FELIZ DA VIDA DELE". -------- Sobre aquilo que te parece contraditório: Acho que NÃO deveria "se manter em MRU" em razão de se modificarem forças:
Depois de estabilizada a velocidade no acelerador de particulas no MRU a velocidade se mantém SE SE MANTIVER A MESMA ENERGIA DE IMPULSÃO, porque, entendamos, se RETIRARMOS qualquer energia, estaremos "modificando" uma força de impulso para menor (como se retirássemos o pé do acelerador de um carro) e consequentemente estaremos "modificando o estado de movimento" para menor, estaremos modificando (a inércia) o momento inercial que estava "estabilizado" mas, daí, para menos, e estamos "desestabilizando" por assim dizer.
Eu fiquei feliz, senhor Marum por termos chegado até esses magníficos raciocínios. Obrigado! Abraço. Nillo.
SenhorMarum, Será que agora chegamos no final do nosso raciocínio? Tá resolvido, e entendido, solucionado, pelo menos para nós dois, A CAUSA DO ATRASO DOS RELÓGIOS EM VELOCIDADES ALTAS?
mi = mg Texto sobre massa inercial e massa gravitacional, no site Portal do Astrônomo.
O PENSAMENTO MAIS FELIZ DA VIDA DE EINSTEIN...
... Nessa época, Einstein ainda trabalhava na Repartição das Patentes de Berna, quando teve “o pensamento mais feliz” da sua vida, como revelou ao seu colega das patentes e amigo Michele Besso. A igualdade entre a massa inercial e a massa gravitacional só poderia ser uma indicação de uma conexão íntima entre a INÉRCIA e a GRAVIDADE. Alguém numa caixa fechada não é capaz de distinguir se está em repouso num campo gravítico ou se está acelerado numa nave espacial no espaço livre. A esta conexão entre movimento acelerado e gravidade, Einstein chamou “princípio da equivalência”. Mais tarde Einstein haveria de descrever esse momento portentoso na sua lição na Universidade de Kyoto em 1922: “De repente, um pensamento assaltou-me: se uma pessoa cai em queda livre não sente o seu próprio peso. Fiquei abismado. Este simples pensamento provocou-me uma profunda impressão. Impeliu-me para uma teoria da gravitação.” Com base neste novo princípio acreditou que seria capaz de construir uma teoria que substituiria a teoria da gravidade de Newton, e ligou o problema da gravidade com o problema da extensão da relatividade a todos os observadores. - See more at: http://www.portaldoastronomo.org/tema_pag.php?id=16&pag=3#sthash.DKNbx8PY.dpuf
Sr Gallindo, estou de volta, desta vez para o dececionar, não porque sinta gosto nisso, mas porque, em abono da verdade não devemos alimentar falsas idéias.
Sei que você andava muito entusiasmado, com a idéia da massa inercial variável com a velocidade, e ficou ainda mais entusiasmado, depois de ler uma certa parte, do meu último comentário.
Eu disse também, que não interessava ter uma teoria, em que tudo se encaixe perfeitamente, que dê explicação perfeita aos fenómenos, mas que não corresponda à verdade, que seja errada.
Pois, no meio da controvérsia de tantos conceitos de massa, eu já conhecia esse, o de massa inercial que aumenta com a velocidade, porque a energia cinética representa massa. Mas nunca lhe achei jeito, porque sendo a energia cinética, o próprio movimento da massa, como poderia ela fazer aumentar a massa inercial do corpo em movimento? É claro que isto é um conceito puramente teórico, nunca comprovado, e que hoge está muito em desuso.
Eu agora tenho a convicção, que o conceito está mesmo redundamente errado, e vou explicar porquê. Note bem Sr Gallindo. Temos um corpo com uma determinada massa, ao qual é lhe imprimido uma certa velocidade, a qual determina uma certa energia cinética desse corpo, que segundo o conceito,faz aumentar a massa inercial do mesmo. Ora bem, se aumanta a massa inercial, automaticamente aumenta a energia cinética, mesmo sem aumentar a velocidade, com a energia cinética aumentada, por sua vez, aumenta mais a massa inercial, esta por sua vez, aumenta mais a energia cinética, que por sua vez aumenta mais a massa inercial e assim por diante até ao infinito. Portanto qualquer pequeno movimento, faría aumentar, tanto a energia cinética, como a massa inercial até ao infinito. É claro que nada disto acontece, porque o conceito é falso, pura e simplesmente não existe. Portanto é um erro, é um absurdo continuar a pensar e pior a utilizar, um tal conceito.
A física é uma ciência cheia de assuntos controversos, contraditórios e errados mesmo. Mas vamos continuar a procurar a causa do defasamento dos relógios em movimento relativo.
Ora bem, se aumanta a massa inercial, automaticamente aumenta a energia cinética, Dizes:
mesmo sem aumentar a velocidade, NEGATIVO... TEM QUE TER AUMENTADO A VELOCIDADE!!!)
com a energia cinética aumentada, por sua vez, aumenta mais a massa inercial, esta por sua vez, aumenta mais a energia cinética, que por sua vez aumenta mais a massa inercial e assim por diante até ao infinito.
ENTENDA, MARUM, NÃO ESTOU ME APEGANDO A NENHUM CONCEITO DE "MASSA" QUE AUMENTA... EU SÓ FALO EM "ENERGIA"... NÃO TENHO NENHUM CONCEITO DE "MASSA" AUMETNADA COM VELOCIDADE.
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Já que NADA MUDA com a velocidade, existe a sugestão que um físico calcule a massa em repouso com o mesmo valor da massa em movimento. Suponhamos que a massa em repouso de um trem seja 100 toneladas, está parado. Calcule sempre assim, como massa de repouso e depois fique na frente do trem com ele a 500 km/k, como se fose o trem bala do Japão.
NÃO VAI ACONTECER NADA AO FÍSICO POIS O CÁLCULO DELE DIZIA E TODA A FÍSICA ENSINA (COMO O SENHOR TAMBÉM CRÊ) QUE A MASSA EM REPOUSO É A MESMA MASSA DE VALOR "INVARIÁVEL" DA MASSA EM MOVIMENTO.
QUAL FÍSICO TOPA FAZER ETA EXPERIÊNCIA? EU NÃO!!!!!
Sr Gallindo vou só tentar esclarecer algumas coisas que disse, porque em face da sua interpretação, umas nem sequer disse, outras disse mas foram mal interpretadas e outras você não acredita.
partindo do princípio que era como eles diziam, que a massa inercial aumentava com a velocidade do corpo, pelo facto de aumentar a sua energia cinética, o que aconteceria se isso fosse verdade, não seria o que eles supunham,( aumentar gradualmente a massa inercial, na medida em que aumentava a velocidade) mas sim, uma coisa completamente diferente,( já expliquei no comentário anterior, não adianta repetir ) mas como a massa não aumenta com a velocidade, porque a energia cinética, ( essa sim, aumenta com a velocidade ) não faz aumentar a massa inercial , então não acontece nada do que eles supunham, nem nada daquilo que eu expliquei, que aconteceria, em vez do que eles supunham.
Ora bem, a energia cinética de um corpo, aumenta com a sua velocidade, certíssimo!!! Isso é o que se passa na realidade. Mas com aquele conceito, que eles julgavam certo, e como já disse, o que aconteceria, caso a massa aumentasse com a energia cinética, as coisas não seriam como eles penssavam, mas sim como eu disse no outro comentário.
Seria aí que a energia cinética, aumentaria automaticamente, desde que aumentasse a massa inercial, sem necessidade de aumentar a velocidade. Eu não sei se o Sr Gallindo conhece a fórmula que nos dá a energia cinética?! Quiz pô-la no outro comentário, mas não tive como, e neste também não. m.v2/2, Sr Gallindo, esse dois grande a seguir ao v, significa: velocidade ao quadrado. Por esta fórmula, percebe que não averia necessidade de aumentar a velocidade, para que a energia cinética aumentasse. Repare que eu tenho estado a falar no condicional, ( seria, se, etc. ) isto significa que nunca nada disto aconteceu, porque a energia cinética, derivada da velocidade, não faz aumentar a massa inercial, como eles pensavam.
Sr Gallindo, como o conceito visto atrás não existe,e pelo que eu já disse e demonstrei, pudia ser muito bonito, mas não faz qualquer sentido, nem é possível. Portanto o único conceito, é o de massa invariante ou massa de repouso.
Eu o que me interessa é conhecer a verdade das coisas, acima de tudo. Não me interessa covencer que uma determinada coisa, tem de ser forçosamente desta ou daquela maneira, para depois mais tarde, chegar à conclusão, que afinal está tudo errado.
Nota-se bem que você está bastante chateado, até já diz algumas coisas muito desconexas.
Sr Gallindo, há uma coisa muito importante que muda com a velocidade: A ENERGIA CINÉTICA. portanto não é a mesma coisa ficar na frente do trem bala a 500 km/h, do que ficar a 100, a 50 ou parado. Mas à energia cinética, junta.se também a inércia, que é inorme, embora ela não mude com a velocidade, só a inorme massa do trem, faz com que a inércia seja também inorme, quer esteja parado, quer esteja em movimento.
" A energia cinética só aumenta se a velocidade aumentar! " Correto!
Quanto ao resto, como você tem a certeza de tudo, não adianta nem é preciso dizer mais nada.
Òh pá, não tô chateado coisa nenhuma; impressão tua oh meu amigo pá... rsrs Não fica chateado eu eu brincar assim não, não é?
Eu estaria chateado se EU acreditasse que a massa "aumenta", todavia, isso eu não creio nem disse... porque massa é invariante, como tu mostraste belamente na fórmula Ec=m.v2 (depois tudo aí dividido por 2). É óbvio que a fórmula mostra que de aumentares V, seja para qualquer valor de massa, a ENERGIA CINÉTICA TAMBÉM AUMENTARÁ. Ec cresce com a velocidade crescente.
O que afirmo é que:
"quando um trabalho (força de impulsão) é aplicado a um corpo e tal corpo NÃO aumenta mais sua velocidade, tal corpo deve ter aumentado sua INÉRCIA!
Ora, estaria sendo desonesto ao dizer que EU, afirmo isso, pois QUEM AFIRMA É EINSTEIN quando comentou o motivo de os elétrons não poderem ser acelerados INDEFINIDAMENTE !!! Quem seria eu para tal afirmação, isso foi DITO pela maior cabeça da Terra no século XX.
Portanto, esqueça essa tal massa e raciocine apenas com a emergia cinética aumentandoSIM com o aumento de velocidade e que tal energia TEM INÉRCIA. toda energia tem inércia. Energia grande= inércia grande... energia pequena = inércia pequena. Um tijolo quente PESA mais que o mesmo tijolo se estiver frio. Um litro de água quente pesa mais que o mesmo litro de água se estiver frio O FATO É QUE ENERGIA, SEJA QUALQUER UMA, ELA " P E S A ". No caso aí vimos a energia térmica, todavia pode-se raciocinar com energia cinética também. Qualquer energia TEM INÉRCIA. E perto da velocidade da luz a energia cinética é tão alta que a INÉRCIA TAMBÉM É ALTÍSSIMA: E TAL INÉRCIA BRECA, TRAVA, AMARRA O ANDAMENTO DOS RELÓGIOS! Isso sim, sou eu quem afirmo!
FÍSICOS, REPENSEM URGENTE NA RELATIVIDADE A LENTIDÃO DO RELÓGIO DE EINSTEIN QUANDO EM ALTAS VELOCIDADES.
(Por: NILLO GALLINDO)
Você já viu relógio à prova d'água? Claro que sim, não é? Mas você já viu relógio à prova de INÉRCIA? Isso você nunca viu. No entanto os relógios utilizados no Sistema GPS e nos satélites do sistema, todos esses relógios já vem "de fábrica" à prova de inércia. Todavia, os fabricantes não escrevem isso nos relógios porque nem sabem que produziram tais relógios a prova de inércia. Quando eles fabricam os relógios eles os calibram e os précorrigem para compensar os atrasos que ocorrem devido à Teoria da Relatividade, e, assim, todo o Sistema funcionará sem ocorrer erros nas navegações. O que ocorre porém é que NÃO É A RELAATIVIDADE, OU DILATAÇÃO DO TEMPO PREVISTO POR EINSTEIN QUE OCASIONA O ATRASO DOS RELÓGIOS EM ALTA VELOCIDADE. A CAUSA E A HISTÓRIA REAL É OUTRA... E OS FABRICANTES ACERTAM NA PRODUÇÃO DOS RELÓGIOS MAS NEM SABEM POR QUÊ. ALIÁS, NEM A FÍSICA SABE! LEIA ESTE ARTIGO.
Quando se aceleram elétrons, a partir de certo momento o trabalho realizado pela força (energia de impulso no acelerador de partículas) praticamente não altera mais a velocidade dos elétrons.
Para entender com facilidade isso é preciso que você assista com atenção uma experiência que prova este fenômeno físico. VEJA:
Foram fenômenos como este que você viu no vídeo acima que levaram Einstein a um comentário que faz raciocinar as pessoas que não são behavioristas, que não se contentam com os ‘status quo’ estabelecido e procuram evolução nos conceitos da ciência que sempre precisa haver.
Mesmo físicos, se BEHAVIORISTAS, precisam amolecer o intelecto e repensar um tema da relatividade e derivar daí a CAUSA verdadeira que faz os ponteiros de um relógio acoplado a algo em alta velocidade girarem mais lentamente. Físicos, utilizem a Concepção Construtivista de Jean Piaget e abandonem a atitude behaviorista, pois tal atitude trunca a evolução da ciência.
O comentário de Einstein com os devidos grifos é:
“Se um trabalho (energia de impulso) é aplicado sobre um corpo e não aumenta a sua velocidade, o corpo deve ter aumentado sua INÉRCIA, justamente a dificuldade de alterar seu estado de movimento.
Podemos entender pelo comentário de Einstein que ele concluiu que a INÉRCIA de um corpo é a medida de sua energia. Isto é, quanto mais a velocidade de um corpo está próxima da velocidade da luz mais difícil é aumentar sua velocidade devido sua alta energia cinética acumulada no corpo. Esta energia acumulada significa sua INÉRCIA, e como disse Einstein: “justamente a dificuldade de alterar seu estado de movimento”.
A física é adepta da invariabilidade da massa, isto é, massa de repouso é igual à massa em movimento. Todavia, DUVIDO que mesmo com tais cálculos na mão um físico fique nos trilhos de um trem em alta velocidade. Ali o truque ou artifício matemático o levaria à morte, pois aumento de energia cinética, como aumento de qualquer energia “pesa mais”, um litro de água quente pesa mais que um de água fria, um tijolo quente pesa mais que um frio, um trem em alta velocidade... saia da frente mesmo que seus truques matemáticos digam o contrário!
A base ou razão para eu dizer que é a ação da INÉRCIA que provoca a lentidão dos relógios em alta velocidade e não o “tempo ‘t”, eu derivei de conceitos físicos explanados no Site abaixo, nos tópicos 18, 19, 20, depois de eu raciocinar sobre eles por outro paradigma. VEJA: http://www.educacional.com.br/especiais/fisica/flash/aberto/swf/eins01_7.swf
ENTÃO, EU PROPONHO: A CAUSA DA LENTIDÃO DOS PONTEIROS DE UM RELÓGIO ACOPLADO EM ALGO COM ALTÍSSIMA VELOCIDADE NÃO É “DILATAÇÃO DE TEMPO; A CAUSA É A INÉRCIA.
MAS E A HISTÓRIA DAS "VIDAS" DOS MÚONS VINDOS DO ESPAÇO OU O DECAIMENTO DAS PARTÍCULAS EM ACELERADORES? COMO SE EXPLICA?
O decaimento da "vida" das paratículas em aceleradores e a "vida" dos Múons vindos do espaço, fenomenos que tentam explicar pela pseuda "dilatação do tempo", também NÃO È DEVIDO A DILATAÇÃO DO TEMPO. Novamente aí a CAUSA é a INÉRCIA.
Devido à alta inércia motivada pela altíssima velocidade das partículas, cujo "tempo de vida" é medido por relógios de laboratório ou de observadores MAS que ESTÃO EM REPOUSO (portanto, em inércias menores ou diferentes), a inércia das partículas em grande velocidade é MUITO maior que a inércia dos relógios ou "medidores em repouso". Se os Múons tivessem um relógio acoplado neles, devido à alta inércia tal relógio giraria MUITO LENTO.
Deduzo meu raciocínio pensando numa belíssima explicação num trechinho do Site do Professsor Sérgio Torres: VEJA):
http://sergiorbtorres.blogspot.com.br/2014/12/fisica-moderna-uma-demonstracao-da.html QUE DIZ:
"... enquanto para os múons passam-se 2 microssegundos PARA NÓS passaram-se aproximadamente 32 microssegundos."
A alta inércia das partículas CAUSA a "brevidade ou menor" tempo, ou menor número de giros, registrado NUM RELÓGIO SE ESTIVESSE NUM MÚON ou comparado com os relógios em repouso ou em velocidades menores que são os NOSSOS na Terra. Para os Múons e outras partículas, não há "dilatação de tempo", apenas atuações das inércias que provocam "andamentos diferentes nos relógios menor número de giros". Mas lá nos Múons não existem relógios, poderiam dizer. Todavia, os cálculos são feitos baseados em relógios terrestres, como se um idêntico estivesse no Múon e o outro em repouso na Terra para fins de comparação. Sabendo-se a velocidade dos Múons e utuilizando-se a equação de Lorentz (veja na foto) pode-se calcular o tempo de "vida" do Múon antes de ele "morrer" no decaimento.
CONSEQUÊNCIAS GERAIS DO ERRO NO CONCEITO DA DILATAÇÃO DO TEMPO:
- O tempo NÃO dilata; - Ninguém vive mais que outro só porque viajou em altíssimas velocidades; - Nem o MÚON ou qualquer outra partícula vive mais por ser mais VELOZ; - TUDO que é mais veloz tem o fator da INÉRCIA atrasando o relógio; - O Paradoxo dos Gêmeos, então, é uma ficção, uma falácia; - Todavia, os relógios do sistema GPS e assemelhados, PRECISAM ser acertados ou precorrigidos devido ao ERRO que o ATRASO DA INÉRCIA PROVOCA nos maquinários.
(Viva Jean Piaget, "MENOS" behaviorismo; viva o LIVRE progresso do raciocínio científico, doa a quem doer, nem que se precise recomeçar tudo de novo. Afinal, ERA uma BELA teoria; mas não é totalmente correta. CORRIJA-A QUEM TIVER CORAGEM).
FÍSICOS, URGENTE, REPENSEM NA RELATIVIDADE A “LENTIDÃO DO RELÓGIO DE EINSTEIN”
Quando se aceleram elétrons, a partir de certo momento o trabalho realizado pela força (energia de impulso no acelerador de partículas) praticamente não altera mais a velocidade dos elétrons.
Para entender com facilidade isso é preciso que você assista com atenção uma experiência que prova este fenômeno físico. VEJA:
http://www.scientiamundi.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=28:a-velocidade-limite-pssc&catid=10:videos&Itemid=18 Foram fenômenos como este que você viu no vídeo acima que levaram Einstein a um comentário que faz raciocinar as pessoas que não são behavioristas, que não se contentam com os ‘status quo’ estabelecido e procuram evolução nos conceitos da ciência que sempre precisa haver. Mesmo físicos, se BEHAVIORISTAS, precisam amolecer o intelecto e repensar um tema da relatividade e derivar daí a CAUSA verdadeira que faz os ponteiros de um relógio acoplado a algo em alta velocidade girarem mais lentamente. Físicos, utilizem a Concepção Construtivista de Jean Piaget e abandonem a atitude behaviorista, pois tal atitude trunca a evolução da ciência. O comentário de Einstein com os devidos grifos é: “Se um trabalho (energia de impulso) é aplicado sobre um corpo e não aumenta a sua velocidade, o corpo deve ter aumentado sua INÉRCIA, justamente a dificuldade de alterar seu estado de movimento. Podemos entender pelo comentário de Einstein que ele concluiu que a INÉRCIA de um corpo é a medida de sua energia. Isto é, quanto mais a velocidade de um corpo está próxima da velocidade da luz mais difícil é aumentar sua velocidade devido sua alta energia cinética acumulada no corpo. Esta energia acumulada significa sua INÉRCIA, e como disse Einstein: “justamente a dificuldade de alterar seu estado de movimento”.
A física é adepta da invariabilidade da massa, isto é, massa de repouso é igual à massa em movimento. Todavia, DUVIDO que mesmo com tais cálculos na mão um físico fique nos trilhos de um trem em alta velocidade. Ali o truque ou artifício matemático o levaria à morte, pois aumento de energia cinética, como aumento de qualquer energia “pesa mais”, um litro de água quente pesa mais que um de água fria, um tijolo quente pesa mais que um frio, um trem em alta velocidade... saia da frente mesmo que seus truques matemáticos digam o contrário! A base ou razão para eu dizer que é a ação da INÉRCIA que provoca a lentidão dos relógios em alta velocidade e não o “tempo ‘t”, eu derivei de conceitos físicos explanados no Site abaixo, nos tópicos 18, 19, 20, depois de eu raciocinar sobre eles por outro paradigma. VEJA: http://www.educacional.com.br/especiais/fisica/flash/aberto/swf/eins01_7.swf
ENTÃO, EU PROPONHO: A CAUSA DA LENTIDÃO DOS PONTEIROS DE UM RELÓGIO ACOPLADO EM ALGO COM ALTÍSSIMA VELOCIDADE NÃO É “DILATAÇÃO DE TEMPO; A CAUSA É A INÉRCIA. Viva Jean Piaget, abaixo o behaviorismo; viva o LIVRE progresso do raciocínio científico doa a quem doer!
Sr Nillo Gallindo. Vejo que continua empenhado e entusiasmado com a sua inércia, como forma de explicar certos fenómenos, contra ventos e marés.
É curioso esse seu novo conceito, sobre a causa da inércia. Não percebi bem, se é mesmo só energia ou se admite alguma massa. Eu já não sei o que dizer mais sobre inércia, já esgotei o meu latim sobre o assunto, e você conhece a minha posição, em relação à inércia, como causadora de determinados fenómenos.
Mas um tal conceito, de todas as formas de energia ,como causa de inércia, pode ser provado, e seria bom que fosse antes de ser publicado. Bom mas também há pouco vi um site que dizia: em física não há certo ou errado, o que há são conceitos, idéias que funcionam e outras que não funcionam. As que não funcionam são descartadas, as que funcionam são boas. Como se vê, isto é cada cabeça sua sentença, e eu também tiro dessa afirmação, a minha conclusão: afinal todas as idéias, podem estar erradas, as que são descartadas, estão erradas e as que servem não significam que estejam certas.
Por isso o seu novo conceito, se servir é bom, mesmo que esteja errado. Eu não o quero desanimar, não quero ser desmancha prazeres, mas como sabe eu digo o que penso. E realmente tenho dúvidas, quanto à energia cinética fazer aumentar a inércia, trata-se de um tipo de energia que não está no interior do corpo, como a energia térmica, é o movimento do corpo ou o corpo em movimento que gera a energia. Além disso, ela só se manifesta se colidir ou de alguma forma interferir com outro corpo.
Mas admitindo que a energia cinética comporta-se como as outras, faz mesmo aumentar a inércia, só estou a ver um efeito positivo, é no acelerador de partículas. Nas outras situações, tanto no tempo de vida dos muões, como no atraso dos relógios em velocidade, não vejo como a inércia possa ter algum efeito. Não se esqueça que a inércia é uma propriedade dos corpos, mas que só se manifesta se alguma força externa tentar mudar o movimento dos mesmos.Com velocidade constante, velocidade estável a inércia não se opõe a coisa nenhuma.
Sr Gallindo, você quando viaja de carro, de autocarro, de comboio ( trem ) ou de avião, depois de estabilizada a velocidade dos mesmos, você sente algum efeito de inércia? não sente, é como se estivesse parado.
Então porque hão de os relógios sofrer alguma afetação? porque entende as coisas dessa maneira?
Marum, me anima conversar e trocar ideias contigo, mesmo que eu seja apenas um leigo curioso e teimoso.
Dizes: "... você quando viaja de carro, de autocarro, de comboio ( trem ) ou de avião, depois de estabilizada a velocidade dos mesmos, você sente algum efeito de inércia? não sente, é como se estivesse parado."
Marum, aqui estás a falar algo semelhante da massa gravitacional SER IGUAL à massa inercial, e também semelhante os experimento mental que Einstein fez sobre o "elevador" quando ele disse ter tido a pensamento mais feliz de sua vida, né?
Ainda dizes em continuação:
... Então porque hão de os relógios sofrer alguma afetação? porque entende as coisas dessa maneira?
Marum, a resposta está em tua frase:
"...depois de estabilizada a velocidade dos mesmos..."
Depois de estabilizada CESSOU a aceleração e a velocidade passa a ser constante e se até ali atingiu uma inércia xi, continuará com aquele valor de inércia xis. Agora, há que levar em conta que até chegar naquele xis da estabilização da velocidade HOUVE uma aceleração e por isso a inércia xis FOI produzida até o xis. Então, naquele instante do xis e da estabilização da velocidade, caso se confronte o relógio do passageiro com um relógio idêntico em Terra (caso fosse possível haver dois relógios ESPECIAIS para serem confrontados devido à baixissima velocidade e inércia também, neste caso ver-se-ia que o relógio do passageiro estaria micros milésimos de segundo atrasado em relação ao da Terra. A pequena inércia deu ali uma "travadinha, uma brecadinha no relogio do voante rsrs. Por isso que não se utiliza a fórmula de Newton para altíssimas velocidade e sim a de Lorentz, a famosa 1/1-(v2/c2)
Outra coisa que ainda dizes gostaria de comentá-la:
"...a inércia, trata-se de um tipo de energia que não está no interior do corpo, como a energia térmica, é o movimento do corpo ou o corpo em movimento que gera a energia".
Marum, NO MEU entendimento não é o movimento ou o corpo em movimento que GERA a energia cinética. O que GERA é o IMPULSO que o corpo TEVE. Algo também com energia TRANSFERIU sua energia ao corpo e O COLOCOU EM MOVIMENTO. Um exemplo são aquele MEV milhões de elétrons volts doGERADOR VAN DE GRAF lá da experiência que vimos... aqueles milhões de elétrons volts ou MEV transferem sua energia ao feixe de elétrons que está na linha de impulsão do gerador. Quando o feixe de elétrons RECEBE aquele "CHUTE" ou pontapé de milhões de eletróns volts então se movimenta e, em tal movimento, está LEVANDO EM SI A ENERGIA DO CHUTE OU DO PONTA PÉ, digamos assim para sermos bem populares. Então o movimento do corpo não CRIOU a enegia cinética, ele recebeu energia de um tipo e voou com a MESMA energia rrecebida todavia alí com o nome de CInética. Quando o tijolo frio recebe energia térmica, tal energia VEIO de fora e entrou nele. Quando a água fria tornou-se quente, a energia tércima VEIO de fora e entrou nela. O corpo que voou e tem enérgia cinética, deve-a ao IMPULSO... que veio de fora também.
Gosto de conversar contigo. Nosso papo é bom! Abraço.
Justamente pelo motivo de a energia vir de fora e agir NA massa trabalhando em parceria com ela mas SEM aumentá-la é que pode-se dizer que a massa NÃO aumenta e é invariável. No entanto, sua companheira na ação do fenômeno físico sua parceira, a energia, age, sendo a energia algo que não pode ser criada nem destruída, apenas pode ser "transformada" em outros tipos de energia, por exemplo, potencial, térmica, cinética... lembra mais?
Sr Gallindo Pergunta se me lembro de mais energias, além da potencial, térmica e cinética. Estou a lembrar-me da elétrica, da mecânica e da química. Já agora note bem o seguinte: um litro de água quente, não pesa mais que um litro de água fria. Você tem uma medida de litro, enche-a com água fria, em seguida aquece-a de alguma forma, o que é que acontece? A água dilata e transborda, perdendo-se assim massa. Embora a energia térmica que fica no litro de água seja muito maior, e tenha peso e inércia, não compença nem de longe, o peso e a inércia da água que se perdeu.
Percebo o pensamento do Sr Gallindo, aliás esse pensamento, já vem dede muito antes de começarem as nossas trocas de idéias. Em face do abandono da massa variável com a velocidade, ( porque chegaram à conclusão que o conceito estava errado, na verdade nunca existiu massa variável com a velocidade ) você voltou-se para a energia variável com a velocidade, considerando que essa energia tem igualmente inércia, como a massa. Eu duvido, mas... entretanto há uma coisa que o Sr Gallindo não está entendendo. É que, quer seja massa, quer seja energia, as coisas não mudam quanto à inércia.
Se existir a inércia como você julga, existe também o peso aumentado. Nesse caso, os relógios, atrasam devido às duas coisas, peso e inércia. Mas o pior é que, ou eu muito me engano, ou o Sr Gallindo está a ver a coisa muito mal. Partindo do princípio que existe inércia aumentada com a energia, nada se altera por isso. Não se esqueça nunca, nem interprete mal o seguinte: a inércia é a propriedade dos corpos que faz com que eles resistam a qualquer força externa que tente mudar o seu movimento.
Note bem porque há aqui uma confusão sua, que já vem de longe. A propriedade da inércia só atua, só se faz sentir, quando alguma força tenta mudar o movimento dos corpos, fora disso não há inércia, não há efeito de inércia.
Portanto Sr Gallindo, a inércia só se faz sentir, enquanto houver aceleração e não com velocidade costante, como você pensa. Você diz, " Depois de estabilizada CESSOU a aceleração e a velocidade passa a ser constante e se até ali atingiu uma inércia xi, continuará com aquele valor de inércia xis." É aqui que está o seu grande erro Sr Gallindo. Por tudo o que se sabe sobre inércia, e por tudo o que eu já disse atrás, desculpe mas não pode ser. Não é atingida nenhuma inércia xi, quando cessa a aceleração e a velocidade fica constante. Esse momento xi é precisamente o momento em que a inércia acaba porque acaba a aceleração e só há inércia durante a aceleração. Não adianta continuar a insistir no oposto, porque assim não vai a lado nenhum.
Você desenvolveu uma obcessão de tal maneira pela inércia, que atropela tudo para fazer valer a sua idéia. Sabemos que há coisas muito controversas na física, mas também há as que são elementares e que não podem ser atropeladas, assim dessa maneira.
Sr Gallindo, não há só dilatação do tempo ou inércia! Se a inércia não dá, parte-se para outra. Um abraço.
Prezado amigo Senhor Marum. Eu estou a lidar com dados científicos e os aceito. Nada do que eu escrevi está sem ser baseado em conceitos que a ciência defende. Se estiverem errados é a ciência que está errada.
O senhor não aceita a matemática e a física que mostram que um Kilogramo por exemplo de água quente pesa mais que um de água fria?
Então prrecisa modificar toda a física e matemática ATUAL !!! Ora, veja aí a prova matemática ou física da coisa: Um exemplo da coisa feita por professores do site sapo atômico que é verdadeiramente pela física:
Um recipiente contém 1 kg de água à temperatura de 3 °C. Se ela for aquecida até atingir a temperatura de 93 °C, qual será sua nova massa?
São dados:
ca = calor específico da água = 1 cal / g . °C
c = velocidade da luz no vácuo = 3.108 m/s
1 caloria = 4 joules
Resolução:
A massa inercial da água é:
M1 = 1kg = 1000 g
A temperatura inicial da água é q1 = 3 °C e a temperatura final é q2 = 93 °C.
Assim, a variação de temperatura é:
Dq = q2 - q1 = 93°C - 3°C = 90°C
Deixando de lado os cuidados com os algarismos significativos, a quantidade de calor absorvida pela água foi:
Q = m . ca . ( Dq ) = ( 1 000 g ).(1 cal / g, °C).(90 °C)
Q = 9.104 cal = 36.104 J
Essa quantidade de calor é a energia absorvida pela água, ou seja:
DE = Q = 36.104 J
Da equação DE = ( Dm ) . c2 tiramos:
Dm = DE / c2 = 36.104 J / ( 3.108 m/s2 )
Dm = 36.104 J / ( 9.1016 m2/s2 )
Dm = 4.10-12 Kg = 0,000000000004 Kg
Como vemos é uma variação muito pequena, que mesmo as balanças mais precisas não conseguem determinar. Mas, de qualquer modo, sendo m2 a massa final da água teremos:
m2 = m1 + Dm = 1Kg + 0,000000000004 Kg
Dm = 1,000000000004 Kg
COMO O SENHOR VÊ, A ENERGIA PESA SIM, PESA DE VERDADE... NÃO IMPORTA QUE O EXEMPLO DE UM KILO PROMOVA UMA VARIAÇÃO MÍNIMA, TODAVIA PROMOVE, EXISTE, A COISA É REAL
A ENERGIA AUMENTA O PESO!!! NÃO SOU EU QUE DIZ, É A FÍSICA.
E ESTE ENSINO NÃO FOI ABOLIDO!
Não tenho uma obsessão; o que tenho é uma ideia "lógica pela ciência". Um paradgma diferente de ver as coisas.
Antes de nos mostrar o cálculo do problema acima, o site sapo atômico fez a seguinte introdução:
Entre o grande público, o aspecto mais conhecido da Teoria da Relatividade é, sem dúvida, a equação
E = m . c2
que relaciona a massa (m) com a energia (E).
O significado dessa equação, contudo, é bem mais complexo do que pode parecer à primeira vista. Antes de considerá-la, vamos analisar o significado de uma equação parecida com ela:
DE = ( Dm ) . c2
Einstein introduziu a Teoria da Relatividade em seu trabalho "Sobre a eletrodinâmica dos corpos em movimento", escrito em junho de 1905. Em setembro do mesmo ano, ele publicou mais um pequeno trabalho, complementando o anterior, intitulado "A inércia de um corpo depende de seu conteúdo de energia?".
Nesse trabalho ele mostrou que a massa inercial de um corpo varia toda vez que esse corpo ganha ou perde energia, qualquer que seja o tipo de energia. Se um corpo receber uma quantidade de energia DE, sua massa inercial terá um aumento Dm dado por:
DE = ( Dm ) . c2
Do mesmo modo, se o corpo perder energia, sua massa inercial irá diminuir. Assim, a massa de um tijolo quente é maior do que a de um tijolo frio; uma mola comprimida tem massa maior do que quando não estava comprimida, pois o acréscimo de energia potencial elástica ocasiona um aumento da massa inercial da mola. Quando um corpo tem sua velocidade aumentada, aumenta também sua energia cinética; é esse aumento de energia cinética que acarreta o aumento da massa inercial do corpo.
REPITAMOS:
Quando um corpo tem sua velocidade aumentada, aumenta também sua energia cinética; é esse aumento de energia cinética que acarreta o aumento da massa inercial do corpo.
AQUI NÃO ESTÁ A SE FALAR EM MASSA RELATIVÍSTICA, FALA-SE DE MASSA INERCIAL DEVIDO, DEVIDO, DEVIDO À ENERGIA.
REPITAMOS EINSTEIN: Quando um corpo tem sua velocidade aumentada, aumenta também sua energia cinética; é esse aumento de energia cinética que acarreta o aumento da massa inercial do corpo.
REPITAMOS EINSTEIN: Do mesmo modo, se o corpo perder energia, sua massa inercial irá diminuir. Assim, a massa de um tijolo quente é maior do que a de um tijolo frio; uma mola comprimida tem massa maior do que quando não estava comprimida, pois o acréscimo de energia potencial elástica ocasiona um aumento da massa inercial da mola. Quando um corpo tem sua velocidade aumentada, aumenta também sua energia cinética; é esse aumento de energia cinética que acarreta o aumento da massa inercial do corpo.
Sr Gallindo. Eu sei que o Sr está lidando com dados científicos, que aceita. Se o que escreve estiver errado, é a ciência que está errada. Também sei que há dados científicos que não aceita e não são menos científicos por isso. Afinal o conceito de inércia, a dilatação do tempo, o atraso dos relógios devido à dilatação do tempo, os dois conceitos de massa ( entre os vários que existe ) o de massa invariante e o de massa relativista, variável com a velocidade ( este último caíu em desuso, por se achar que não estava certo, sendo assim ainda bem ) tudo isto são leis, teorias, conceitos e sei lá que mais científicos. Cada qual é livre para acreditar ou não acreditar, nuns ou noutros conceitos ou teorias.
Eu acho que você confundiu algumas coisas que eu disse. Você agora fala-me num kilograma frio e num kilograma quente. Ora o que eu disse foi, que um litro de água quente pesa menos que um litro de água fria, em resposta ao que você tinha dito no outro comentário. Não é preciso dizer mais, porque é só ir lá atrás e ver o que lá está.
Agora pergunta-me se eu não aceito que um kilograma de água quente, pesa mais que um kilograma de água fria. A resposta tem que ser, não. Pois um kilograma é sempre um kilograma, seja quente ou seja frio. Mas eu percebo que isto são lapsos. O que você quer dizer é, que um corpo, que pese um kilograma quando está frio, quando estiver quente pesa mais.
Sr Gallindo, não disse que a energia, toda ela, não tem peso e inércia. Pus as minhas dúvidas, quanto à energia cinética e até posso pôr em relação ás outras formas de energia,mas são as minhas dúvidas. Se a física afirma que é assim, quem sou eu para dizer o contrário.
Agora Sr Gallindo, você sabe bem que é este conceito de massa inercial variável com a velocidade, que está em desuso, porque terão chegado à conclusão que não estava certo. Mas eu não percebo, porque é que você tem tanta pena deste conceito, que além de estar errado, não traria nenhuma alteração à maneira como funciona a inércia, apenas lhe conferiria mais intensidade, nos momentos em que ela atua. pois este conceito, de massa aumentada com a velocidade, caíu em desuso precisamente porque nunca existiu nenhuma massa aumentada, devido à velocidade. O que é que adiantava manter um conceito falso, cujas coisas que ele dizia, pura e simplesmente, não existiam, não se verificavam?!
A energia tem inércia, mas mesmo que a energia cinética, desenvolva inércia separada da massa, únicamente intensifica a inércia, não muda a forma de funcionamento da inércia, a qual nós já conhecemos bem.
O objetivo do Sr Gallindo, é dar explicação ao atraso dos relógios, em velocidade relativa, através da inércia. Mas sinceramente não vejo como.
Simplesmente, como é que o senhor me explica este fenômeno?
Prezado Senhor Marum,
Simplesmente me diga por que ou a causa que este fenômeno ocorre com a impulsão de elétrons ( ou com qualquer outro corpo em movimento). Não precisa explicar os detalhes técnicos e nem cálculos, apenas diga "por que" QUANTO MAIS EMPURRA MENOS SE VAI; não importando que se utilize toda a energia do mundo. E claro, c, ou 300.000 km/s arredondados, É O LIMITE. Mas por que QUANTO MAIS SE CHEGA MAIS PRÓXIMO DE c a "velocidade empaca cada vez mais".
Sr Gallindo. Se eu tivesse a certeza da razão de ser desse fenómeno, talvez ganhasse um prémio Nobel. Tudo indica que a velocidade da luz , é um limite que não pode ser ultrapassado. O problema é saber porquê esse limite, quando se empurra com toda a energia do mundo. Pode-se dizer que é a inércia que devido à velocidade é tão grande, que tende ao infinito e por isso a energia de impulso, também teria que ser infinita. Mas é claro que não se trata de uma coincidência, a inércia tender para o infinito, junto à velocidade da luz. A natureza tem as suas razões. Nós é que não as conhecemos.
Neste caso, ao contrário dos outros, como o tempo de vida dos muões e do defasamento dos relógios em movimento relativo, eu aqui acho que esse seu conceito de inércia variável com a velocidade, dependente da energia aplicada às partículas, pode resultar, porque aqui há uma força de impulso durante o tempo todo. Bom, a coisa mesmo assim não fica muito clara, porque verifica-se que a energia de impulso, é a mesma que terá que fazer aumentar a inércia, o que não joga. Mas por agora...
A física tem realmente conceitos controversos, contraditórios, e errados.
ResponderExcluirCom respeito à massa, parece que é tudo menos aquilo que deveria ser (quantidade de matéria que forma um corpo). Em vez disso, agora há: massa inercial, massa gravitacional, e sei lá que mais.
Quanto à pergunta que já tem resposta, não me parece ser essa a resposta certa.
Um corpo pode movimentar-se com velocidade constante, devido à inércia, mas esta só se manifesta se alguma força externa modificar o movimento do corpo. Neste caso a inércia passa a ser a força de reação a essa força.
Portanto, um corpo com velocidade constante elevada, embora tenha a propriedade de inércia, ela não produz qualquer efeito, enquanto a velocidade for constante.
Agora não tenho dúvidas é quanto às acelerações e desacelerações. Essas sim fazem os relógios atrasar.
Olá, sr. Marum,
ResponderExcluirObrigado pelo comentário.
A definição de massa parecia ser mesmo "quantidade de matéria" de um corpo, todavia, quem a define no mundo escolar a chama como "um estado da matéria", ou seja "uma situação daquele momento".
Como dizes:
"Um corpo pode movimentar-se com velocidade constante, devido à inércia, mas esta só se manifesta se alguma força externa modificar o movimento do corpo. Neste caso a inércia passa a ser a força de reação a essa força."
Na experiência citada, a força externa que modifica o movimento EXISTE, ou seja, os incrementos constantes do valor da energia em MEV em cada fase da experiência. Daí o raciocínio de que mesmo o corpo estando numa velocidade constante impulsionado por 0,5 MEV, quando se imprimir a energia de 1,5 MEV, houve ali uma "força externa para modificar o movimento", e aí que que a INÉRCIA, "oposição ou resistência" se manifesta. O raciocínio é mais ou menos assim: tome... tome...tome novas energias (ou como dizia Einstein) tome trabalho sobre o corpo que se movimenta e quanto mais empurra-se "não vai mais". Este é apenas o assunto visto de um ângulo.
Obrigado, correspondamo-nos.
Nillo
nillo.gallindo@bol.com.br
Publiquei, mas não é necessário adquirir, solicite-o a mim que o enviarei como brinde:
https://www.clubedeautores.com.br/book/192237--O_que_Einstein_nao_Percebeu_nem_a_Fisica#.VdMDsPlViVY
O comentário de Einstein sobre elétrons impulsionados e que em certa velocidade não aumentavam mais apesar de muita energia que se utilizasse, disse ele: "neste caso, se aumentamos a energia e o corpo não vai mais, DEVE TER AUMENTADO A SUA INÉRCIA".
ResponderExcluirSr Gallindo
ExcluirNão percebi bem se a frase é sua, ou se é do próprio Einstein. Mas concordo perfeitamente. Se aumentarmos a energia que faz mover um corpo, e ele não
aumentar a sua velocidade, é porque deve ter aumentado a sua inércia.
Podemos então considerar que um corpo, ao atingir uma velocidade muito próxima da velocidade da luz, atinge também um valor de inércia, de tal maneira grande, que a partir daí, já não há força, por maior que seja, que faça aumentar mais a sua velocidade.
No entanto há uma coisa que me deixa alguma dúvida: é que para ser a inércia, o corpo deverá ter a mesma dificuldade em abrandar, como tem para acelerar. E eu realmente não sei como as coisas se passam.
Sr. Marum, obrigado pelo comentário. Acredito que o senhor seja um físico acadêmico, e, como sabe, não sou físico, sou apenas um curioso que lê muito e talvez por isso eu até entenda as coisas de maneira inversa ao me atirar em certos temas, como este que sempre mexeu com a minha curiosidade: por que o giro do relógio diminui quando em alta velocidade? E tenho muito prazer em trocar ideias com as pessoas que são esclarecidas academicamente na área (e que, claro, possam tolerar minhas "erradas". Portanto, se eu disser alguma "batata" o senhor perdoe e sempre me corrija para que eu aprenda o verdadeiro.
ResponderExcluirPrimeiro, a frase é do Einstein sim e está num blog escola de física. Eu fiquei feliz quando a encontrei e vendo o que o próprio Einstein dizia ali sobre a inércia.
Eu já havia há muito tempo imaginado ser a inércia mas nunca encontrara nada de Einstein que falasse sobre a inércia e quando assisti aquele vídeo do PSSC (acredito que o senhor tenha acessado o link, ele é maravilhoso, lindo), concomitantemente vim ler também a frase do Einstein, e as peças que montam a ideia se casaram.
Ilustrando o que o senhor disse sobre ser dúvida ou "para ser inércia o corpo deverá ter a mesma dificuldade em abrandar (ou desacelerar?) como tem para acelerar, eu me lembraria de que é uma máxima, acho que também deve ser no conceito físico de que quando se gasta x energia para acelerar algo de A a B, em B o corpo deve ter atingindo uma inércia y e, portanto, para que modificássemos ou vencêssemos aquela inércia y desacelerando o corpo para trazê-lo ao ponto A, gastaríamos a mesma energia que foi dispendida para acelerá-lo de A a B, ou seja yAB = yBA. Como dizem os jargões a energia que gastamos para subir também a gastamos para descer com a aplicação do freio. Dizem os motoristas, a mesma marcha do câmbio que utilizamos para subir uma ladeira, é a mesma marcha utilizada na descida dela.
Seria por aí o raciocínio?
Eu vou postar um link de algo que eu escrevi abrangendo mais assunto. Vou procurá-lo e o posto em breve aqui mesmo.
Um abraço,
Nillo.
Sr. Marum : Gostaria de adicionar ao meu comentário: e havendo o relógio mais veloz atingido uma inércia y no ponto B (da equação), claro que ele se atrasou com o no valor y da equação de Lorentz...então, regressando ele ao início do ponto A, chegará atrasado em relação ao relógio que não viajou. Agora o mais interesante que imaagino:
ResponderExcluirBASTA ACERTAR O ATRASO DOS PONTEIROS DELE COM O RELÓGIO QUE NÃO VIAJOU. Foi apenas o relógio que se "destrambelhou" devido à inércia e por isso O TEMPO NÃO PASSOU MAIS LENTO: NÃO HOUVE DILATAÇÃO DO TEMPO. No outro trabalho é que exponho isto. Vou enviar-lhe.
Sr Gallindo, talvez fique dececionado, mas a verdade é que eu não sou físico, nem nada parecido. Eu sou simplesmente um leigo, um curioso que gosta do assunto, nada mais do que isso. Gosto de ler o que o sr escreve, principalmente se o assunto for física.
ResponderExcluirQuanto ao que o sr diz, em resposta à minha dúvida sobre a inércia: sim, pelo menos em teoria está certo.
Sobre os relógios que viajam, se sofrerem acelerações ou desacelerações, ou ambas as coisas, é óbvio que atrasam. Nestes casos a inércia, nada mais é do que a força de reação à força que provoca as acelerações e desacelerações. É claro que os relógios, uma vez atrasados, mantêem-se atrasados. Quando se for comparar com relógios que não viajaram, eles estarão mesmo atrasados, e isto nada tem a ver com dilatação do tempo. É como o sr diz: foram os relógios que se destrambelharam devido à força inercial provocada pelas acelerações e desacelerações.
Para os defensores da dilatação do tempo, o que acontece é algo mais é algo diferente, para eles os relógios atrasam mesmo com velocidade constante. A verdade é que: muito pouco ou nada se fez que prove realmente isso.
Um abraço
Sr. Marum, não fico decepcionado não, fico até alegre, pois o senhor é como eu, um leigo curioso que se aprofunda nos assuntos, sem sermos físicos. Fico feliz também porque o senhor raciocinou paralelamente à minha proposta. É um parceiro de ideias rsrs!!! Seja bem vindo à ideia e vamos trabalhá-la bastante e abertamente.
ResponderExcluirEnvio ao senhor um link mais completo sobre o assunto é um trabalho que fiz e postei onde posto há muito tempo o General Sciense Journal, um veículo aberto a todas as ideias lá no Canadá. Lei o trabalho e depois comente-o por gentileza.
Um abraço,
O link é:
http://gsjournal.net/Science-Journals/Essays-Relativity%20Theory/Download/6174
Sr Gallindo, li o seu trabalho, é um bom trabalho, na medida em que procura fazer ver que a dilatação do tempo não existe. Foi um equivoco de Einstein, e a ciência foi e continua a ser levada pelo bico. Também há algum interesse em manter as teorias de Einstein intocáveis, e muitos não saiem da linha só para não serem desconsiderados, e pior do que isso, a sua situação profissional pode ficar ameaçada.
ResponderExcluirQuanto à verdadeira razão que faz com que os relógios num referencial em movimento atrasem, em relação aos dum referencial parado, continuo a pensar o mesmo que disse no primeiro comentário. Face às leis da física, em relação à inércia , não vejo que seja essa a razão do atraso dos relógios. Mas também não tenho uma idéia do que possa ser.
Sobre aquela frase de Einstein, " se a gente empurra um corpo, e ele não vai mais, então é porque deve ter aumentado a sua inércia", de facto ele publicou uma teoria diferente sobre inércia, em que toda a energia, incluindo a energia cinética dum corpo, formava a sua massa inercial, mas acabou por abandoná-la e persuadio outros cientistas a fazerem o mesmo. Atualmente são muito poucos os
físicos que a adotam. De qualquer forma, mesmo com essa teoria, a inércia não se manifestava nos corpos em movimento uniforme, tal como na teoria atual.
Vai desculpar-me, mas eu acho que há alguma confusão, no seu conceito de inércia. A inércia é aquela propriedade que faz com que o corpo resista, se oponha a qualquer mudança do seu movimento, certo, mas isto só acontece precisamente quando alguma força externa tenta mudar o movimento do corpo, o que acaba sempre por acontecer, mas sem que contudo, sofra a tal oposição ou resistência. Quando não há nenhuma força a atuar sobre o corpo, este mantem-se
em movimento uniforme retilíneo. Neste estado não há resistência a coisa nenhuma, visto que não há coisa nenhuma para resistir.
E assim continuamos sem saber (pelo menos eu continuo) o que faz atrasar os relógios. O primeiro grande engano de Einstein, talvez não tenha sido a dilatação do tempo, mas sim a contância da velocidade da luz em relação ao observador., que é outro absurdo. A dilatação do tempo surge depois, como forma de validar a constância da velocidade da luz, em relação ao observador. É uma compensação, em vez de variar a velocidade da luz, Einstein pôs o tempo a estender e a encolher, mas é uma compensação muito imperfeita, que só à custa de artifícios de matemática, muitas vezes sem qualquer sentido, consegue acertar.
Um abraço
Olá Marum,
ResponderExcluirPrazer em ler sua apreciação e avaliação.
Minha apreciação após seus comentários transcritos:
“Sobre aquela frase de Einstein, " se a gente empurra um corpo, e ele não vai mais, então é porque deve ter aumentado a sua inércia", de facto ele publicou uma teoria diferente sobre inércia, em que toda a energia, incluindo a energia cinética dum corpo, formava a sua massa inercial, mas acabou por abandoná-la e persuadio outros cientistas a fazerem o mesmo. Atualmente são muito poucos os
físicos que a adotam.”
Parece-me que a teoria da qual vc fala é a teoria da MASSA RELATIVÍSTICA, isto é, a que dizia que a massa aumentava com o aumento da velocidade. Fois essa a idéia que Einstein abandonou e que caiu em desuso em toda a física. Não foi o princípio da inércia que caiu e sim a MASSA RELATIVÍSTICA que por coincidência era calculada também pela equação de Lorentz, aliás Lorentz serve para tudo!!!
A massa relativística era a equação m (massa final)= mo (massa inicial) dividido por raiz quadrada de 1 – raiz quadrada de v2/c2.
Tal equação de Lorentz também serve para calcular relatividade do tempo de um relógio em movimento e um relógio parado, significando assim:
y (ou fator de tempo de relógio em movimento) = 1 (que é o tempo do relógio em repouso) dividido por raiz quadrada de 1- raiz quadrada de v2/c2..... Quando encontramos o valor de y, tal valor será um fator pelo qual dividiremos o tempo do relógio parado ou em repouso pelo tal y... exemplo, se o y resultar em 2,9, sabemos que a cada valor de 2.9 horas que o relógio marcar na Terra, o relógio em movimento da nave girará 1 hora apenas e isto seria a tal dilatação ou os menores giros a bordo, menores do que os relógios da Terra “parados” ou em repouso. Exemplo a luz, do Sol demora 8,33 minutos, 8,5 minutos para vir à Terra. Se uma nave voasse a 270.000 km/s ou 90% de c partindo do Sol no mesmo instante que a luz parte, teríamos, pela equação, visto que o y valerá 2,9, teríamos que dividir o tempo de 8,33 ou 510 minutos minutos por 2,9 ou t/y=t’, sendo t’ o tempo na nave, assim 8,33 (Terra) minutos dividido por y ou 2,9 acharemos os giros marcados no relógio da nave como sendo, por coincidência 175, isto é o relógio da Terra marcam 510 segundos e o da nave 175 segundos, ta aí a dilatação dos giros do relógio.
(continua...)
(Continuação... Olá Marum...)
ResponderExcluirENTÃO... não foi este cálculo ou raciocínio que Einstein fez cair em desuso, isso aí não é massa relativística! Este é o cálculo da dilatação do tempo em relógio com diferentes velocidades, um voando e outro parado na Terra. ISSO VIGORA nos ensinamentos da física. É que a equação de Lorentz serve pra muita coisa, MAS ELA NÃO SERVE MAIS PARA CÁLCULO DE MASSA RELATIVÍSTICA. E quando calculamos a dilatação do tempo NÃO estamos calculando massa relativística nem dizendo que massa aumenta com velocidade porque MASSA É INVARIANTE!
Outro caso:
Quando Einstein comentou sobre quando se empurra e não vai mais deve ser a inércia, ele estava se referindo a INÉRCIA SOMENTE e não ao seu ensino desqualificado da MASSA VARIANTE... pois ela é INVARIANTE.
O ensino de massa variante caiu... todavia, o ensino de INÉRCIA NÃO. A inércia continua firme nas escolas sendo de Newton e não de Einstein.
Dizes:
A inércia é aquela propriedade que faz com que o corpo resista, se oponha a qualquer mudança do seu movimento, certo, mas isto só acontece precisamente quando alguma força externa tenta mudar o movimento do corpo, o que acaba sempre por acontecer, mas sem que contudo, sofra a tal oposição ou resistência. Quando não há nenhuma força a atuar sobre o corpo, este mantem-se
em movimento uniforme retilíneo. Neste estado não há resistência a coisa nenhuma, visto que não há coisa nenhuma para resistir.
A inércia é aquela propriedade que faz com que o corpo resista, se oponha a qualquer mudança do seu movimento... mas sem que contudo, sofra a tal oposição ou resistência.
ISSO AÍ NÃO TÁ CONTRADITÓRIO? A inércia... Faz se opor à mudança do movimento mas SEM que contudo sofra oposição ou resistência? Não tá contraditório a idéia explanada aí?
Mais...
... Quando não há nenhuma força a atuar sobre o corpo, este mantem-se
em movimento uniforme retilíneo.
É claro que sim quando no MRU, MAS NÃO É O CASO DA EXPERIÊNCIA porque lá forças sucessivas e DIFERENTES, DIFERENTES, são aplicadas, não é movimento retilíneo uniforme do começo ao fim da experiência e com UM valor de energia apenas... SÃO VÁRIOS VALORES EM ORDEM CRESCENTE!
Ocorre porém nas experiências que citamos EXISTEM MUDANÇAS DE FORÇAS que afetam procuram AFETAR os movimentos dos elétrons ou se fosse quaisquer outros corpos, por exemplo, as energias (FORÇAS) nos aceleradores modificam-se de , 0,5MEV PARA 1,5MEV DEPOIS 4,5 MEV E ATÉ 15 MEV... até que como não adianta mais empurrar a partir de 4,5 MEV... A COISA NÃO VAI MAIS... PORQUE A INÉRCIA NÃO DEIXA... A COISA PÁRA, OU SEJA CESSAM A EXPERIÊNCIA.
Abraço, estou sempre aqui
Nillo.
Marum... (completando)
ResponderExcluirVc assistiu o vídeo no qual mencionei a experiência? Veja:
http://www.scientiamundi.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=2
8:a-velocidade-limite-pssc&catid=10:videos&Itemid=18
Veja ao vivo ali que:
Energia 0.5 MEV a velocidade vai até...260.000 km/s
Energia 1.0 MEV a velocidade avi até...280.000 km/s
Energia 1.5 MEV a velocidade vai até...299..... quase a da luz
Energia 4.5 MEV a velocidade permanece nos valorres quase a da luz
Energia 15 MEV a velocidade ermanece como era, quase luz
NÃO AUMENTA MAIS MESMO QUE EMPURRE COM QUALQUER MAIOR ENERGIA.
Importante, Marum, entender o vpideo por este paradigma e não apenas para sabermos que a luz tem uma velocidade limite.
Ali, por este prisma ou paradigma diferente vemos a ação da inércia segurando o aumento da, mesmo que o vídeo não tenha sido feito com esta finalidade.
Sr Gallindo, realmente houve um lapso meu e o texto ficou contraditório. Portanto onde se lê, "a inércia é aquela propriedade que faz com que o corpo resista, se oponha a qualquer mudança do seu movimento, certo, mas isto só acontece precisamente quando alguma força externa tenta mudar o movimento do corpo, o que acaba sempre por acontecer, mas sem que contudo, sofra a tal oposição ou resistência." lêa-se: a inércia é aquela propriedade que faz com que o corpo resista, se oponha a qualquer mudança do seu movimento, certo, mas isto só acontece precisamente quando alguma força externa tenta mudar o movimento do corpo, o que acaba sempre por acontecer, mas sem que contudo, deixe de sofrer a tal oposição ou resistência.
ResponderExcluirA teoria que Einstein publicou e que acabou por abandonar, foi realmente a da massa relativista. Só que ao contrário de que muitas vezes se pensa, ela não era relativista no sentido de: mais massa, mais matéria. Ela era relativista porque como Einstein considerou massa e energia coisas equivalentes, resolveu juntar as duas coisas, dando-lhe o conceito de massa, o que evidentemente aumentava com a velocidade, uma vez que a velocidade gera energia cinética. Sendo assim a inércia era considerada maior com a velocidade, mas tal como agora só se manifestava em acelerações e desacelerações.
A experiência no acelerador de eletrões é como em todos os aceleradores de partículas, um caso bicudo. Para atribuir à inércia a razão de que a partir duma certa velocidade, por mais força que se empregue, ela não aumentar mais, então aí o antigo conceito de massa relativista e por consequência a inércia, parecem dar explicação. Mas esse conceito não existe mais, como tal considerar que a inércia dum corpo aumenta com a sua velocidade, não parece certo, aliás a lei física em vigor, como voçê mesmo disse, é a de Newton, ela confirma isto.
Voltando ao caso dos relógios, em velocidade constante a inércia não tem qualquer efeito, por conseguinte a razão deles atrasarem é outra.
Um abraço
Amigo: Eu estou começando a casa pelo alicerce e não pelo telhado. Quando vc fala em VELOCIDADE CONSTANTE já está citando o telhado da casa, pois ali já é o final do assunto.
ResponderExcluirPara o relógio atingir aquela velocidade CONSTANTE na qual ele se encontra "agora" CONSTANTE, ANTES ele estava em repouso tal qual o outro "gemeo" dele E TEVE QUE PARTIR DO ZERO! Houve uma aceleração até lá no tal "constante", portanto foi do zero ao CONSTANTE que uma inércia foi se estabelecendo. Não estou falando de nada relativistico, nem massa nem nada, estou falando apenas da ENERGIA CINÉTICA NOVA E TREMENDA LÁ NO TAL "CONSTANTE", e esta é inegável, caso contrário teria que se adimitir que tanto faz vc colidir a 1km/h como a 270.000 km/s por que não haveria diferença na força do impacto.
O raciocínio da inércia que faço aplica-se, se vc estiver a 270.000 km/s CONSTANTE, em se tentar MUDAR o estado de movimento de 270.000 para, por exemplo 290 mil... é nisso que raciocino.
(Continuação ao amigo Marum)
ResponderExcluirA lei ou princípio da inércia nos ensina que:
Temos que afivelar os cintos nos automóveis para numa colisão não srmos arremessados para longe. Pois na colicão o veícul para instantaneamente e os passageiros, devido à INÉRCIA, SE ESTIVEREM "SOLTOS" CONTINUAM NO EMBALO.
Agora raciocinemos:
Num veículo a 1 km/h nem cinto é necessário, o impacto é pequeno devido à pequena velocidade.
Num veículo a 80 km/h para quem estiver sem cinto será fatal, devido à inercia do movimento maior ou velocidade maior.
Vamos aumentar:
Num veículo hipotético a 270.000 km/s 90 por cento da luaz a velocidade altíssima produzira uma inércia MUITO maior.
Concluimos que MAIOR VELOCIDADE, MAIOR INÉRCIA... As velocidades diferentes produzem inércias diferentes e resultados diferente DEVIDO ÀS DIFERENÇAS DAS INÉRCIAS.
E o que produziu tais inércias? A velocidade, cada uma no seu caso.
A inércia AGE em qualquer movimento à sua maneira e quantidade ou valor da velocidade. Este é o raciocícinio. É mais fácil passar de 1km/h para 3 km/h do que de zero para 270.000/km/s, e o que será influencia do nesta mudanda e pela inércia produzida serão os relógios (calro, tudo que estiver envolvido na velocidade, também.
A inércia é uma força, princípio ou lei, REAL e respeitável. E porque ela existe? Porque existe a VELOCIDADE o objeto.
Sr Gallindo, se reparar bem vc agora até está a concordar comigo, em praticamente tudo.
ResponderExcluirQuando eu falo em acelerações e desacelerações, estou a falar em mudança de movimento, é óbvio.
A energia cinética é óbvio que é inegável. Quanto maior for a velocidade, maior é a energia cinética de um corpo. O exemplo da colisão que vc citou é a sua expressão máxima.
Prezado parceiro Marum.
ResponderExcluirPermita-me eu, modestamente de minha parte, considerá-lo um parceiro nesta pesquisa contínua, apesar das inércias contrárias e grandes que enfrentaremos por parte do status quo estabelecido que nada pensa em mudar, rsrs.
Parceiro, quero mencionar assuntos mas sempre no mesmo sentido é claro.
Bem, desde o início eu, com talvez palavras diferentes, sempre pensei da sua maneira: o relógio em repouso permanece no digamos zero. Já o relógio em movimento parte do zero ao que desejar e nesta aceleração de zero ao que desejar desenvolve ou pela sua ação provoca uma reação ou uma atuação da inércia devido ao movimento em aceleração e vai acumulando um atraso até que chegue à velocidade desejada e dali prossiga em, digamos, em MRU.
Este atraso acumulado naquele relógio que voa, permanece dali em diante, até que alguém O ACERTE novamente com o relógio que ficou em repouso, caso contrário ele continuará em MRU com aquele atraso registrado até ali na velocidade continua que se desejou.
Outra verdade física é que em aceleradores de partículas a massa das partículas AUMENTAM devido á crescente velocidade ou seja devido à ENERGIA CINÉTICA QUE TAL PARTÍCULA ADQUIRE DEVIDO AO MOVIMENTO. Isso não se trata de ensino de massa relativística e sim de ENERGIA CINÉTICA adiquirida pela partícula e, emergia, qualquer energia!!!, exibe MASSA. Este conceito ainda existe e é válido comprovado em aceleradores de partículas. Quanto mais se acelera uma partícula mais ela adquire energia cinética e consequentemente tal energia aumenta exibe massa e consequentemente inércia, porque ENERGIA TEM INÉRCIA, FÍSICAMENTE ENSINADA E COMPROVADA.
Marum, vi um site de física, pena que perdi o link, lá o profesor de Física diz que
" Algo (que le não sabe o que é) ocorre nos relógios em velocidades diferentes e que se defasam. Mas aí ele afirma: NÃO É O TEMPO que provoca a defasagem dos relógios, ele diz não saber o que é MAS QUE TEM CERTEZA QUE NÃO É O TEMPO.
(Continua...)
Marum... continuação...)
ResponderExcluirMarum, mostro a você parte um artigo de site de física. Aprecie-o, ele é oficial.
Mas lembro a você também que, sem defender a massa relativística que não existe, o que a física utiliza para calcular velocidade de partículas e dizer que a massa é INVARIANTE, ELA MESMA CHAMA DE TRUQUE. Ou seja calcula a massa da partícula em repouso como EM RREPOUSO, E DEPOIS CALCULAM A MASSA DA PARTÍCULA EM MOVIMENTO COMO SE TAMBÉM "ESTIVESE" EM REPOUSO. imaginam ou fazem com que todo o sistema onde a partícula se MOVA COMO ESTANDO EM REPOUSO, INCLUSIVE A PRÓPRIA PARTÍCULA QUE ESTÁ SE MOVIMENTANDO!!! Como afirma um próprio físico que acha ser isso um absurdo, CHAMAM ISSO DE TRUQUE MATEMÁTICO PARA QUE A MASSA SEJA CALCULADA COMO "INVARIANTE".
Agora, me diga, PODE CIÊNCIA TER "TRUQUES", "JEITINHOS" E SER CIÊNCIA MESMO OU DE BOA FÉ? Mesmo sendo burro eu acho isso estranho!
Veja o artigo que te prometi:
Acontece que, até 1905, acreditava-se que a inércia era algo restrito à matéria. Foi quando Einstein chegou a conclusão que surpreendeu cientistas do mundo todo: não só a matéria, mas como a energia também tem inércia. Ou seja, segundo essa teoria, é mais difícil empurrar um corpo quente do que um corpo frio, pois o corpo quente tem mais energia (térmica). Em outras palavras, um corpo fica mais pesado conforme for maior sua quantidade de energia. Fica claro, então, que quanto maior a velocidade de um corpo, maior sua massa vai ficando, pois quanto maior sua velocidade, maior sua energia cinética. Mas, não adianta sair igual um louco correndo pelas ruas com uma balança amarrada nos pés. Esse efeito só é observado com energias muito grandes e com velocidades muito, muito, muito altas. Por isso não é possível percebermos essa diferença sem a ajuda de aparelhos sofisticados. Um desses aparelhos é o acelerador de partículas, em que os físicos observam o comportamento de partículas subatômicas fazendo-as chocar com velocidades muito próximas a da luz. Mas, digamos que um corpo de 80 kg possa viajar a 99,9% da velocidade da luz. Nessa velocidade, a massa do corpo aumentaria cerca de 25 vezes, pulando de 80kg para 2 toneladas. Se pudesse viajar a 99, 999% da velocidade da luz, ficaria 224 vezes mais pesado, chegando a aproximadamente 18 toneladas. E se pudesse viajar a 99, 99999999% da velocidade da luz, ficaria 70 mil vezes mais pesado, chegando a pesar 5600 toneladas. Observa-se que a massa do corpo tende ao infinito conforme sua rapidez se aproxima da velocidade da luz. E, se atingisse a velocidade da luz, teria massa infinita. Porém, para acelerar um objeto de massa infinita, seria necessária uma quantidade de energia igualmente infinita, e nem o Universo inteiro tem tanta energia assim. A luz, claro, só alcança sua grandiosa velocidade porque não tem massa. Portanto, para todos os objetos de nosso mundo, a massa nunca deixará que ultrapassem a velocidade da luz.
Leia mais: http://www.ndig.com.br/item/2010/04/velocidade-da-luz-entenda-porque-nada-pode-ultrapass-la#ixzz3lcpJllCn
Ora, Marum, ninguém sabe, ninguém da física ensina ou pelo menos sugere o que seja!
Resta, Marum, tudo que ocorre em fenômenos da física tem que ser explicado pela física. Só nos resta, até este momento neste vácuo ou "buraco negro do ensino" imaginar a lei física da INÉRCIA como CAUSA, pois suas implicações na aceleração e desaceleração TEM TUDO A VER com o raciocínio. Ora, poucos físcos, acredito, se importariam em descobrir tal explicação. Isso implicaria em grandes mudanças de conceito e de ensino geral na relatividade, pois principalmente reduziria a importância da atuação tempo como aquele fator misterioso que, para eles, faz a mágica da falsa "dilatação do tempo". Isto é, o conceito de espaço-tempo "iria para o espaço". Então, para que mudar? Preferem deixar com está e não criar um caso terrível nesta teoria que fascina (mas é falsa) que diz que o tempo dilata.
Sr Gallindo li mais uma publicação sua. Vejo que o Sr continua a apostar na inércia,
ResponderExcluircontra ventos e marés.
Em face das atuais leis da física, mesmo com jeitinhos ou truques, eu já não sei o que dizer sobre a inércia, em abono do defasamento dos relógios e também do limite da velocidade das partículas nos respetivos aceleradores.
Li o artigo que me recomendou. É a teoria da massa relativista de Einstein. Mas o artigo não diz que foi o próprio Einstein quem abandonou a teoria e convenceu outros físicos a fazerem o mesmo. Se ele abandonou a teoria, certamente achou que não estava correta. E nós também não nos interessa ter uma teoria em que as coisas se encaixam bem, que dá explicação perfeita aos fenómenos, mas que não corresponda à verdade.
De facto pôr a massa a aumentar com a velocidade, porque esta gera energia cinética (energia cinética é a própria massa em movimento) pessoalmente não acho que seja uma idéia correta.
Diz que é uma verdade da física, que em aceleradores de partículas, a massa aumenta com a velocidade ou seja, a sua energia cinética, mas que isso não se
trata de massa relativista. Eu penso que é isto a massa relativista, a que foi abandonada e substituida pela massa invariante. Aliás no início do blog, vê-se no vídeo o professor a dizer isso mesmo, que já não se considera que a massa aumente com a velocidade, o que aumenta é só a energia cinética, mas a massa não, para isso tiveram que fazer algumas correções, alguns truques nas fórmulas matemáticas.
Mas você concorda que a massa é invariante. E é um facto que o conceito de inércia existe, é real. Mas não podemos esquecer que a inércia de um corpo é proporcional à sua massa. Logo a inércia de um corpo com massa invariante, é
também invariante. Se a massa aumentasse com a velocidade, também aumentaria a inércia, mas se as atuais leis da física dizem que a massa é invariante, logo a inércia também o é.
Eu tenho uma idéia maluca, que até pode ser considerada contraditória, mas só fazendo uma experiência é que se sabe, é a seguinte: será que os corpos em movimento em relação à Terra, não aumentarão o peso? ainda que diminutamente? não porque aumente a sua massa, mas sim por a gravidade aumentar com a velocidade? se isto acontecesse estaria explicada a razão do atrasamento dos relógios. Isto nas experiências feitas em aviões, nos satélites não há peso, existe o estado de imponderabilidade
( continuação)
ResponderExcluirA idéia exposta anteriormente pode parecer contrária à lógica, uma vez que existe uma velocidade de escape, o que parece ser mais lógico é o peso diminuir com a velocidade. Mas que eu saiba, nada se consta sobre isso.
Então da mesma maneira que se fazem experiências com relógios atómicos super precisos e super sensíveis, para medir a dilatação do tempo, também se poderia fazer experiências com corpos e balanças super precisas e super sensíveis, para ver se há variação de peso, com velocidades diferentes.
Agora outra coisa, também relacionada com o assunto dos relógios: sabe-se que à superfície da Terra, os relógios são mais lentos e ao que parece ficam mais rápidos conforme aumenta a altitude. Isto para os relativistas, deve-se à curvatura do espaço/tempo. Para os não relativistas, a gravidade, segundo as leis de Newton, explica muito bem o assunto. A questão que eu coloco é a seguinte: todos os satélites em órbita, seja qual for a altitude, estão numa situação de ausência de gravidade, ou melhor, numa situação em que a resultante de todas as forças atuantes sobre eles é nula, assim o giro dos relógios colocados nos satélites, em qualquer altitude de órbita, na parte que depende da gravidade ( porque há outra parte que depende da velocidade) não deveriam ser todos iguais? Uma vez que estão todos em ausência de peso? independentemente das altitudes das órbitas?
(1)
ResponderExcluirMarum, prazer em te ouvir de novo. Achei algo interessante, um professor respondendo a uma pergunta. A explicação que nos faltava é: temos que chamar a coisa como MASSA INERCIAL, QUE NÃO É MASSA E SIM "ENERGIA" DEVIDO AO MOVIMENTO AUMENTADO. Veja a resposta resumida, depois vou postando as emendas pois não cabe:
Pergunta de um aluno: Um professor de física me explicou que, um corpo, ao se aproximar da velocidade da luz vai ganhando massa inercial, e não massa de "quantidade de matéria". Qual a diferença entre elas?
RESUMO DA RESPOSTA DO PROFESSOR DE FÍSICA DA U
"... massa inercial é a manifestação da energia de um corpo, um reflexo da impossibilidade de se alcançar a velocidade da luz tendo-se massa, enquanto que quantidade de matéria é a quantidade de átomos de um corpo ou sua massa de repouso."
Resposta de: Fábio Novaes, UFPE, Recife - PE
(2)
ResponderExcluirViu, Marum, que coisa linda a resposta do professor no acima citado?
Agora, segue a íntegra:
A diferença é que, quando você acelera um corpo, você não está criando matéria do nada. Na verdade, você está adicionando energia a ele. Pode-se perceber isso facilmente com experiências cotidianas. O peso de uma bola de tênis na sua mão não é uma coisa que lhe incomode. Agora peça pra alguém lançá-la em você pra ver o que acontece. A pancada irá doer, apesar da bola ter a mesma quantidade de matéria que você estava sentindo na sua mão. O que o seu "amigo" fez foi adicionar energia cinética à bola pra que ela lhe atingisse, ou seja, deu a ela quantidade de movimento. Entretanto, Einstein postulou em sua teoria da relatividade restrita que E = mc2; massa é "igual" a energia, sendo a energia apresentada de outra forma. As velocidades do nosso dia-a-dia não chegam a aumentar essa massa inercial que seu professor falou devido às baixas energias envolvidas. Porém, quando estamos falando de velocidades próximas de c (velocidade da luz) existe um aumento considerável na massa de um corpo, ou seja, em sua energia. A fórmula da relatividade restrita que demonstra esse aumento é m = m_0/raiz quadrada de(1-v2/c2), onde m_0 é a massa de repouso. Se você olhar direitinho, aproximando a velocidade do corpo a c, a massa do mesmo tende a infinito, o que é impraticável. Demandaria uma energia infinita, da mesma forma, para um corpo chegar na velocidade da luz. Portanto, dizemos que é impossível para um corpo massivo chegar à velocidade da luz de acordo com a relatividade. Só partículas sem massa, como os fótons, é que chegam a essa velocidade. Portanto, massa inercial é a manifestação da energia de um corpo, um reflexo da impossibilidade de se alcançar a velocidade da luz tendo-se massa, enquanto que quantidade de matéria é a quantidade de átomos de um corpo ou sua massa de repouso.
Resposta de: Fábio Novaes, UFPE, Recife - PE
(3)
ResponderExcluirAGORA MARUM, UMA RESPOSTA PARECIDA MAS "FANTÁSTICA" QUE NÓS DÁ DICA MARAVILHOSA E FAZ NOSSO CONCEITO DE SER A "INÉRCIA" A CAUSADORA DA LENTIDÃO DO RELÓGIO, DA MESMA MANEIRA QUE SE PREGA A "LENTIDÃO DO RITIMO BIOLÓGICO" QUANDO SE ESTÁ EM ALTA VELOCIDADE:
EIS A RESPOSTA: (ele diz ao aluno:)
O seu professor provavelmente quis dizer que aumento da velocidade não aumenta a quantidade de matéria do corpo, mas sim sua massa inercial, a qual mede a inércia do corpo. Quanto maior a velocidade, maior a inércia e mais difícil torna-se a variação dessa velocidade se partirmos da equacao f = m.a (ainda mais quando este corpo se aproxima de c) .Na mecânica newtoniana, esta massa inercial de um corpo nada tem a ver com a sua massa gravitacional. A massa inercial quantifica a inércia do corpo, isto é, a oposição que ele oferece à mudança da velocidade por ação de forças.A massa gravitacional depende proporcionalmente a força exercida por um campo gravitacional no corpo.espero q te ajude...:)
Resposta de: Rodrigo Freimann, ens. medio, Belo Horizonte-MG
MARUM, ENTENDI TAMBÉM COMO MARAVILHOSA ESTA RESPOSTA
ResponderExcluirMarum, daí deduzimos:
Marum:
Este conceito aí citado de Massa Inercial NÃO é o mesmo "conceito" de massa relativistica, a que foi abandonada por Einstein, apesar de que a fórmula utilizada para se conhecer os valores é a mesma, a equação de Lorentz. Tanto é que devido a este conceito em vigor que sabe-se e aceita-se nada que tenha "massa" consegue atingir a velocidade da luz. Se a equação é a prova disso, o conceito EXISTE.
Leia em destaque este trecho do rapaz:
... AUMENTO DA VELOCIDADE não aumenta a quantidade de matéria do corpo, MAS sim sua MASSA INERCIAL, a qual MEDE A INÉRCIA DO CORPO. QUANTO MAIOR A VELOCIDADE, MAIOR A INÉRCIA E MAIS DIFÍCIL TORNA-SE A VARIAÇÃO DESSA VELOCIDADE se partirmos da equacao f = m.a (ainda mais quando este corpo se aproxima de c) .Na mecânica newtoniana, esta massa inercial de um corpo nada tem a ver com a sua massa gravitacional. A MASSA INERCIAL QUANTIFICA A INÉRCIA DO CORPO, ISTO É, A "OPOSIÇÃO" QUE ELE OFERECE À MUDANÇA DA VELOCIDADE POR AÇÃO DE FORÇAS.
---------
Com estas dicas que encontrei, Marum, convenço-me mais ainda da verdade exibida nos experimentos dos aceleradores de partículas quando demonstram que quanto mais energia aplicam, a velocidade cresce mas cresce sempre menos até parar naquele valor alto.......para mim, de acordo com o que li aí: DEVIDO à INÉRCIA!...
É o que entendo.
Te aguardo para novas trocas de ideias, um abraço,
Nillo.
Breve estarei postando um vídeo no Youtube onde proponho um NOVO conceito para a Inércia, ficará mais fácil entender o que éINÉRCIA, eu acho rsrs. Eu te informo.
Concluindo Marum...
ResponderExcluirVimos então que a altíssima velocidade PRODUZ inércia alta, e não apenas a "massa" produz inércia.
Esqueci...Concluindo Marum, dou atenção ao teu raciocínio:...
ResponderExcluirDizes:
A questão que eu coloco é a seguinte: todos os satélites em órbita, seja qual for a altitude, estão numa situação de ausência de gravidade, ou melhor, numa situação em que a resultante de todas as forças atuantes sobre eles é nula, assim o giro dos relógios colocados nos satélites, em qualquer altitude de órbita, na parte que depende da gravidade ( porque há outra parte que depende da velocidade) não deveriam ser todos iguais? Uma vez que estão todos em ausência de peso? independentemente das altitudes das órbitas?
Meu pensamento:
Dependendo das altitudes, diferentes, a atuação da gravidade é diferente para cada altitude, seja pelo relativistas ou pelos newtonianos. Mais alto menos gravidade, relógio mais rápido. Mais baixo, maior gravidade, relógio mais lento. Ele fazem um cálculo para calibar antes os relógios dos satélites quando já saem da fábrica e para compensar os atrasos que ocorreriam. Há duas ocorrências, a afetaçao da gravidade e a afetação pela velocidade do satélite. uma atrasa e outra adianta o relógio, eles fazem o cálculo considerando o desvio + e o desvio - . Achando a diferença resultante os fabricantes corrigem-na no aparelho.
Devidoa relatividade gravitacional, há uma piadinha entre os físicos bem humorados que diz:
"O pé vive menos que a cabeça" rsrs
Sr Gallindo, poracaso já conheço todos esses conceitos de massa, tenho aprendido nos sites, no Google.
ResponderExcluirSe o Sr procurar bastante, encontra coisas de acordo com o seu pensamento, que sai reforçado. Mas voçê sabe bem que também encontra muitas coisas contrárias, muitas coisas dúbias etc. Há uns que dizem, A, outros dizem , B, outros ainda, C.
Há muita controvérsia, e nós não podemos saber quem é que fala mais verdade. Podemos no entanto, fazer um apanhado e formar a nossa opinião própria. Aqui mesmo, no inicio do seu blog, aparece no vídeo, um físico ou professor a dizer que já não se considera que a massa aumenta com a velocidade. O que aumenta é a energia cinética, mas a massa não aumenta. Isto está em total contradição com o aumento da massa inercial associada à velocidade. Mas se ele diz que atualmente é assim, é porque pelo menos, ele tem esse conceito. Mas certamente não será o único. Esse conceito é o de: massa invariante ou de repouso, e não deixa por isso de se considerar também massa inercial. Eu penso que este conceito substituiu mesmo o de: massa inercial variável com a velocidade. O qual foi criado por Einstein, mas foi também abandonado por ele, em favor do conceito de: massa de repouso. O Sr Gallindo diz que não foi este conceito de massa inercial variável com a velocidade, que Einstein abandonou. Mas então, Einstein não publicou duas teorias de massa variável com a velocidade?! Não entendo Sr Gallindo! Talvêz Einstein, não tenha é empregado, a expressão: massa inercial.
Acho que os físicos e os professores, sobre um mesmo assunto, uns adotam um conceito, outros adotam outro, o que até certo ponto é normal. Mas pelo menos deverá haver um conceito oficial, para ser aplicado no ensino, senão ninguém se entende. Mas isto também não significa, que o conceito oficial seja o mais verdadeiro, o mais certo! Pode mesmo não ser.
O caso que voçê apresenta, o da massa inercial que aumenta com a velocidade, tem explicação no que eu atrás disse. Enquanto que uns dizem que já não é válido, outros continuam a aplicar o conceito.
Eu não me entusiasmo com o conceito, porque já o conhecia e estou convencido que ele foi mesmo abandonado. E tal como eu disse no outro comentário, não nos interessa ter uma teoria onde tudo se encaixa perfeitamente, que dá explicação perfeita aos fenómenos, mas que não corresponda à verdade. E eu acho que ela não corresponde à verdade. Pois não vejo como pode a velocidade de um corpo, fazer aumentar a sua massa inercial.
Se este conceito que voçê tanto gosta, estiver certo (embora eu não veja evidências nenhumas) acontece uma coisa muito curiosa. Não sei se sabe que a massa inercial de um corpo é equivalente à sua massa gravitacional?! Segundo o conceito, a velocidade de um corpo faz aumentar a sua massa inercial, mas como as massas, inercial e gravitaçional são sempre equivalentes, logo a massa gravitacional do corpo aumenta também proporcionalmente. E qual é a consequência disto? Assim como aumenta a inércia, aumenta também o peso! Ora se aumenta o peso dos corpos, então está explicada a razão do relógios atrasarem em movimento.
Agora outra coisa, esta parece ser contraditória. Nos aceleradores de partículas, de acordo com o mesmo conceito de, massa inercial aumentada com a velocidade, por conseguinte maior inércia nas acelerações, depois de estabilizada a velocidade, isto é, ficar constante, a partir daí a velocidade deveria manter-se só pela inércia das partículas, sem nenhuma energia aplicada fazendo força. Porque é que isso não acontece?!
"...massa inercial, a qual mede a inércia do corpo. Quanto maior a velocidade, maior a inércia e mais difícil torna-se a variação dessa velocidade se partirmos da equacao f = m.a (ainda mais quando este corpo se aproxima de c)"...
ResponderExcluirSr. Marum, o conceito acima é válido na física, tal conceito não foi abandonado nunca!
O conceito acima NÃO é o de "massa relativística", este sim, foi abandonado. Como éque se pode negar a energia crescente INERCIAL de um corpo em movimento? Na frente de um trem estacionado todos podem ficar; mas quem ficaria na frente de um trem em alta velocidade?
Meu amigo senhorMarum, isto que o senhor escreveu é TOTALMENTE a imaginação que tento lhe passar desde o início, talvez as palavras não tenham transmsitido a mesma coisa, mas o senhor está TOTALMENTE CERTO quando diz ou escreveaqui algo que é o que tenho em mente e TENTO dizer. Trasncrevo o que o senhor disse muitobem dito aqui:
"... Não sei se sabe que a massa inercial de um corpo é equivalente à sua massa gravitacional?
(SEI SIM!!!)!
... Segundo o conceito, a velocidade de um corpo faz aumentar a sua massa inercial, mas como as massas, inercial e gravitaçional são sempre equivalentes, logo a massa gravitacional do corpo aumenta também proporcionalmente. E qual é a consequência disto? Assim como aumenta a inércia, aumenta também o peso!
(SIM, SIM e.. SIM rsrs, porque ENERGIA "TEM PESO", quem fica na frente de um trem "em movimento" sabe disso!!!)
... Ora se aumenta o peso dos corpos, então está explicada a razão do relógios atrasarem em movimento.
PERFEITAMENTE CORRETO, EUREKA... É APENAS ISSO!!!! OK???
QUANDO EINSTEIN TEVE MENTALMENTE A DESCOBERTA DA IGUALDADE ENTRE MASSA GRAVITACIONAL E MASSA INERCIAL, ELE SE REFERIU ÀQUELE PENSAMENTO "COMO O PENSAMENTO MAIS FELIZ DA VIDA DELE".
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Sobre aquilo que te parece contraditório:
Acho que NÃO deveria "se manter em MRU" em razão de se modificarem forças:
Depois de estabilizada a velocidade no acelerador de particulas no MRU a velocidade se mantém SE SE MANTIVER A MESMA ENERGIA DE IMPULSÃO, porque, entendamos, se RETIRARMOS qualquer energia, estaremos "modificando" uma força de impulso para menor (como se retirássemos o pé do acelerador de um carro) e consequentemente estaremos "modificando o estado de movimento" para menor, estaremos modificando (a inércia) o momento inercial que estava "estabilizado" mas, daí, para menos, e estamos "desestabilizando" por assim dizer.
Eu fiquei feliz, senhor Marum por termos chegado até esses magníficos raciocínios. Obrigado! Abraço. Nillo.
SenhorMarum,
ResponderExcluirSerá que agora chegamos no final do nosso raciocínio? Tá resolvido, e entendido, solucionado, pelo menos para nós dois, A CAUSA DO ATRASO DOS RELÓGIOS EM VELOCIDADES ALTAS?
Eu acredito que sim, e o senhor?
mi = mg
ResponderExcluirTexto sobre massa inercial e massa gravitacional, no site Portal do Astrônomo.
O PENSAMENTO MAIS FELIZ DA VIDA DE EINSTEIN...
... Nessa época, Einstein ainda trabalhava na Repartição das Patentes de Berna, quando teve “o pensamento mais feliz” da sua vida, como revelou ao seu colega das patentes e amigo Michele Besso. A igualdade entre a massa inercial e a massa gravitacional só poderia ser uma indicação de uma conexão íntima entre a INÉRCIA e a GRAVIDADE. Alguém numa caixa fechada não é capaz de distinguir se está em repouso num campo gravítico ou se está acelerado numa nave espacial no espaço livre. A esta conexão entre movimento acelerado e gravidade, Einstein chamou “princípio da equivalência”. Mais tarde Einstein haveria de descrever esse momento portentoso na sua lição na Universidade de Kyoto em 1922: “De repente, um pensamento assaltou-me: se uma pessoa cai em queda livre não sente o seu próprio peso. Fiquei abismado. Este simples pensamento provocou-me uma profunda impressão. Impeliu-me para uma teoria da gravitação.” Com base neste novo princípio acreditou que seria capaz de construir uma teoria que substituiria a teoria da gravidade de Newton, e ligou o problema da gravidade com o problema da extensão da relatividade a todos os observadores. - See more at: http://www.portaldoastronomo.org/tema_pag.php?id=16&pag=3#sthash.DKNbx8PY.dpuf
Boa tarde Marum, 28/9/2015
ResponderExcluirO vídeo que fiz sobre o assunto que estamos conversando está anexo, lá em cima no Blog... mas aqui está o link...
https://www.youtube.com/watch?v=As1a_aJvq24
Sr Gallindo, estou de volta, desta vez para o dececionar, não porque sinta gosto nisso, mas porque, em abono da verdade não devemos alimentar falsas idéias.
ResponderExcluirSei que você andava muito entusiasmado, com a idéia da massa inercial variável com a velocidade, e ficou ainda mais entusiasmado, depois de ler uma certa parte, do meu último comentário.
Eu disse também, que não interessava ter uma teoria, em que tudo se encaixe perfeitamente, que dê explicação perfeita aos fenómenos, mas que não corresponda à verdade, que seja errada.
Pois, no meio da controvérsia de tantos conceitos de massa, eu já conhecia esse, o de massa inercial que aumenta com a velocidade, porque a energia cinética representa massa. Mas nunca lhe achei jeito, porque sendo a energia cinética, o próprio movimento da massa, como poderia ela fazer aumentar a massa inercial do corpo em movimento? É claro que isto é um conceito puramente teórico, nunca comprovado, e que hoge está muito em desuso.
Eu agora tenho a convicção, que o conceito está mesmo redundamente errado, e vou explicar porquê. Note bem Sr Gallindo. Temos um corpo com uma determinada massa, ao qual é lhe imprimido uma certa velocidade, a qual determina uma certa energia cinética desse corpo, que segundo o conceito,faz aumentar a massa inercial do mesmo. Ora bem, se aumanta a massa inercial, automaticamente aumenta a energia cinética, mesmo sem aumentar a velocidade, com a energia cinética aumentada, por sua vez, aumenta mais a massa inercial, esta por sua vez, aumenta mais a energia cinética, que por sua vez aumenta mais a massa inercial e assim por diante até ao infinito. Portanto qualquer pequeno movimento, faría aumentar, tanto a energia cinética, como a massa inercial até ao infinito. É claro que nada disto acontece, porque o conceito é falso, pura e simplesmente não existe. Portanto é um erro, é um absurdo continuar a pensar e pior a utilizar, um tal conceito.
A física é uma ciência cheia de assuntos controversos, contraditórios e errados mesmo. Mas vamos continuar a procurar a causa do defasamento dos relógios em movimento relativo.
Ora bem, se aumanta a massa inercial, automaticamente aumenta a energia cinética,
ResponderExcluirDizes:
mesmo sem aumentar a velocidade, NEGATIVO... TEM QUE TER AUMENTADO A VELOCIDADE!!!)
com a energia cinética aumentada, por sua vez, aumenta mais a massa inercial, esta por sua vez, aumenta mais a energia cinética, que por sua vez aumenta mais a massa inercial e assim por diante até ao infinito.
ENTENDA, MARUM, NÃO ESTOU ME APEGANDO A NENHUM CONCEITO DE "MASSA" QUE AUMENTA... EU SÓ FALO EM "ENERGIA"... NÃO TENHO NENHUM CONCEITO DE "MASSA" AUMETNADA COM VELOCIDADE.
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Já que NADA MUDA com a velocidade, existe a sugestão que um físico calcule a massa em repouso com o mesmo valor da massa em movimento. Suponhamos que a massa em repouso de um trem seja 100 toneladas, está parado. Calcule sempre assim, como massa de repouso e depois fique na frente do trem com ele a 500 km/k, como se fose o trem bala do Japão.
NÃO VAI ACONTECER NADA AO FÍSICO POIS O CÁLCULO DELE DIZIA E TODA A FÍSICA ENSINA (COMO O SENHOR TAMBÉM CRÊ) QUE A MASSA EM REPOUSO É A MESMA MASSA DE VALOR "INVARIÁVEL" DA MASSA EM MOVIMENTO.
QUAL FÍSICO TOPA FAZER ETA EXPERIÊNCIA? EU NÃO!!!!!
Por gentileza, sobre isso, VEJA MEU VÍDEO:
https://www.youtube.com/watch?v=As1a_aJvq24
Energia Cinética
ResponderExcluirsó aumenta
SE A VELOCIDADE AUMETNAR!
Bem, eu já sei porque os relógios travam os ponteiros com a velocidade ou a gravidade: é devido a INÉRCIA.
Não há problemas que a física não tenha esta conclusão; interessa-me que para EU É ISSO... eu tenho certeza e, basta-me.
Sr Gallindo vou só tentar esclarecer algumas coisas que disse, porque em face da sua interpretação, umas nem sequer disse, outras disse mas foram mal interpretadas e outras você não acredita.
ResponderExcluirpartindo do princípio que era como eles diziam, que a massa inercial aumentava com a velocidade do corpo, pelo facto de aumentar a sua energia cinética, o que aconteceria se isso fosse verdade, não seria o que eles supunham,( aumentar gradualmente a massa inercial, na medida em que aumentava a velocidade) mas sim, uma coisa completamente diferente,( já expliquei no comentário anterior, não adianta repetir ) mas como a massa não aumenta com a velocidade, porque a energia cinética, ( essa sim, aumenta com a velocidade ) não faz aumentar a massa inercial , então não acontece nada do que eles supunham, nem nada daquilo que eu expliquei, que aconteceria, em vez do que eles supunham.
Ora bem, a energia cinética de um corpo, aumenta com a sua velocidade, certíssimo!!! Isso é o que se passa na realidade. Mas com aquele conceito, que eles julgavam certo, e como já disse, o que aconteceria, caso a massa aumentasse com a energia cinética, as coisas não seriam como eles penssavam, mas sim como eu disse no outro comentário.
Seria aí que a energia cinética, aumentaria automaticamente, desde que aumentasse a massa inercial, sem necessidade de aumentar a velocidade. Eu não sei se o Sr Gallindo conhece a fórmula que nos dá a energia cinética?! Quiz pô-la no outro comentário, mas não tive como, e neste também não. m.v2/2, Sr Gallindo, esse dois grande a seguir ao v, significa: velocidade ao quadrado. Por esta fórmula, percebe que não averia necessidade de aumentar a velocidade, para que a energia cinética aumentasse. Repare que eu tenho estado a falar no condicional, ( seria, se, etc. ) isto significa que nunca nada disto aconteceu, porque a energia cinética, derivada da velocidade, não faz aumentar a massa inercial, como eles pensavam.
Sr Gallindo, como o conceito visto atrás não existe,e pelo que eu já disse e demonstrei, pudia ser muito bonito, mas não faz qualquer sentido, nem é possível. Portanto o único conceito, é o de massa invariante ou massa de repouso.
Eu o que me interessa é conhecer a verdade das coisas, acima de tudo. Não me interessa covencer que uma determinada coisa, tem de ser forçosamente desta ou daquela maneira, para depois mais tarde, chegar à conclusão, que afinal está tudo errado.
Nota-se bem que você está bastante chateado, até já diz algumas coisas muito desconexas.
Sr Gallindo, há uma coisa muito importante que muda com a velocidade: A ENERGIA CINÉTICA. portanto não é a mesma coisa ficar na frente do trem bala a 500 km/h, do que ficar a 100, a 50 ou parado. Mas à energia cinética, junta.se também a inércia, que é inorme, embora ela não mude com a velocidade, só a inorme massa do trem, faz com que a inércia seja também inorme, quer esteja parado, quer esteja em movimento.
" A energia cinética só aumenta se a velocidade aumentar! " Correto!
Quanto ao resto, como você tem a certeza de tudo, não adianta nem é preciso dizer mais nada.
Òh pá, não tô chateado coisa nenhuma; impressão tua oh meu amigo pá... rsrs Não fica chateado eu eu brincar assim não, não é?
ResponderExcluirEu estaria chateado se EU acreditasse que a massa "aumenta", todavia, isso eu não creio nem disse... porque massa é invariante, como tu mostraste belamente na fórmula Ec=m.v2 (depois tudo aí dividido por 2). É óbvio que a fórmula mostra que de aumentares V, seja para qualquer valor de massa, a ENERGIA CINÉTICA TAMBÉM AUMENTARÁ. Ec cresce com a velocidade crescente.
O que afirmo é que:
"quando um trabalho (força de impulsão) é aplicado a um corpo e tal corpo NÃO aumenta mais sua velocidade, tal corpo deve ter aumentado sua INÉRCIA!
Ora, estaria sendo desonesto ao dizer que EU, afirmo isso, pois QUEM AFIRMA É EINSTEIN quando comentou o motivo de os elétrons não poderem ser acelerados INDEFINIDAMENTE !!! Quem seria eu para tal afirmação, isso foi DITO pela maior cabeça da Terra no século XX.
Portanto, esqueça essa tal massa e raciocine apenas com a emergia cinética aumentandoSIM com o aumento de velocidade e que tal energia TEM INÉRCIA. toda energia tem inércia. Energia grande= inércia grande... energia pequena = inércia pequena. Um tijolo quente PESA mais que o mesmo tijolo se estiver frio. Um litro de água quente pesa mais que o mesmo litro de água se estiver frio
O FATO É QUE ENERGIA, SEJA QUALQUER UMA, ELA " P E S A ". No caso aí vimos a energia térmica, todavia pode-se raciocinar com energia cinética também. Qualquer energia TEM INÉRCIA. E perto da velocidade da luz a energia cinética é tão alta que a INÉRCIA TAMBÉM É ALTÍSSIMA: E TAL INÉRCIA BRECA, TRAVA, AMARRA O ANDAMENTO DOS RELÓGIOS! Isso sim, sou eu quem afirmo!
(Continua)...
(Continuação)
ResponderExcluirFÍSICOS, REPENSEM URGENTE NA RELATIVIDADE A LENTIDÃO DO RELÓGIO DE EINSTEIN QUANDO EM ALTAS VELOCIDADES.
(Por: NILLO GALLINDO)
Você já viu relógio à prova d'água? Claro que sim, não é?
Mas você já viu relógio à prova de INÉRCIA? Isso você nunca viu.
No entanto os relógios utilizados no Sistema GPS e nos satélites do sistema, todos esses relógios já vem "de fábrica" à prova de inércia.
Todavia, os fabricantes não escrevem isso nos relógios porque nem sabem que produziram tais relógios a prova de inércia. Quando eles fabricam os relógios eles os calibram e os précorrigem para compensar os atrasos que ocorrem devido à Teoria da Relatividade, e, assim, todo o Sistema funcionará sem ocorrer erros nas navegações. O que ocorre porém é que NÃO É A RELAATIVIDADE, OU DILATAÇÃO DO TEMPO PREVISTO POR EINSTEIN QUE OCASIONA O ATRASO DOS RELÓGIOS EM ALTA VELOCIDADE. A CAUSA E A HISTÓRIA REAL É OUTRA... E OS FABRICANTES ACERTAM NA PRODUÇÃO DOS RELÓGIOS MAS NEM SABEM POR QUÊ. ALIÁS, NEM A FÍSICA SABE! LEIA ESTE ARTIGO.
Quando se aceleram elétrons, a partir de certo momento o trabalho realizado pela força (energia de impulso no acelerador de partículas) praticamente não altera mais a velocidade dos elétrons.
Para entender com facilidade isso é preciso que você assista com atenção uma experiência que prova este fenômeno físico. VEJA:
http://www.scientiamundi.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=28:a-velocidade-limite-pssc&catid=10:videos&Itemid=18
Foram fenômenos como este que você viu no vídeo acima que levaram Einstein a um comentário que faz raciocinar as pessoas que não são behavioristas, que não se contentam com os ‘status quo’ estabelecido e procuram evolução nos conceitos da ciência que sempre precisa haver.
Mesmo físicos, se BEHAVIORISTAS, precisam amolecer o intelecto e repensar um tema da relatividade e derivar daí a CAUSA verdadeira que faz os ponteiros de um relógio acoplado a algo em alta velocidade girarem mais lentamente.
Físicos, utilizem a Concepção Construtivista de Jean Piaget e abandonem a atitude behaviorista, pois tal atitude trunca a evolução da ciência.
O comentário de Einstein com os devidos grifos é:
“Se um trabalho (energia de impulso) é aplicado sobre um corpo e não aumenta a sua velocidade, o corpo deve ter aumentado sua INÉRCIA, justamente a dificuldade de alterar seu estado de movimento.
Podemos entender pelo comentário de Einstein que ele concluiu que a INÉRCIA de um corpo é a medida de sua energia. Isto é, quanto mais a velocidade de um corpo está próxima da velocidade da luz mais difícil é aumentar sua velocidade devido sua alta energia cinética acumulada no corpo. Esta energia acumulada significa sua INÉRCIA, e como disse Einstein: “justamente a dificuldade de alterar seu estado de movimento”.
A física é adepta da invariabilidade da massa, isto é, massa de repouso é igual à massa em movimento. Todavia, DUVIDO que mesmo com tais cálculos na mão um físico fique nos trilhos de um trem em alta velocidade. Ali o truque ou artifício matemático o levaria à morte, pois aumento de energia cinética, como aumento de qualquer energia “pesa mais”, um litro de água quente pesa mais que um de água fria, um tijolo quente pesa mais que um frio, um trem em alta velocidade... saia da frente mesmo que seus truques matemáticos digam o contrário!
(Continua)
(Continuação)
ResponderExcluirA base ou razão para eu dizer que é a ação da INÉRCIA que provoca a lentidão dos relógios em alta velocidade e não o “tempo ‘t”, eu derivei de conceitos físicos explanados no Site abaixo, nos tópicos 18, 19, 20, depois de eu raciocinar sobre eles por outro paradigma. VEJA:
http://www.educacional.com.br/especiais/fisica/flash/aberto/swf/eins01_7.swf
ENTÃO, EU PROPONHO: A CAUSA DA LENTIDÃO DOS PONTEIROS DE UM RELÓGIO ACOPLADO EM ALGO COM ALTÍSSIMA VELOCIDADE NÃO É “DILATAÇÃO DE TEMPO; A CAUSA É A INÉRCIA.
MAS E A HISTÓRIA DAS "VIDAS" DOS MÚONS VINDOS DO ESPAÇO OU O DECAIMENTO DAS PARTÍCULAS EM ACELERADORES? COMO SE EXPLICA?
O decaimento da "vida" das paratículas em aceleradores e a "vida" dos Múons vindos do espaço, fenomenos que tentam explicar pela pseuda "dilatação do tempo", também NÃO È DEVIDO A DILATAÇÃO DO TEMPO. Novamente aí a CAUSA é a INÉRCIA.
Devido à alta inércia motivada pela altíssima velocidade das partículas, cujo "tempo de vida" é medido por relógios de laboratório ou de observadores MAS que ESTÃO EM REPOUSO (portanto, em inércias menores ou diferentes), a inércia das partículas em grande velocidade é MUITO maior que a inércia dos relógios ou "medidores em repouso". Se os Múons tivessem um relógio acoplado neles, devido à alta inércia tal relógio giraria MUITO LENTO.
Deduzo meu raciocínio pensando numa belíssima explicação num trechinho do Site do Professsor Sérgio Torres: VEJA):
http://sergiorbtorres.blogspot.com.br/2014/12/fisica-moderna-uma-demonstracao-da.html QUE DIZ:
"... enquanto para os múons passam-se 2 microssegundos PARA NÓS passaram-se aproximadamente 32 microssegundos."
A alta inércia das partículas CAUSA a "brevidade ou menor" tempo, ou menor número de giros, registrado NUM RELÓGIO SE ESTIVESSE NUM MÚON ou comparado com os relógios em repouso ou em velocidades menores que são os NOSSOS na Terra.
Para os Múons e outras partículas, não há "dilatação de tempo", apenas atuações das inércias que provocam "andamentos diferentes nos relógios menor número de giros". Mas lá nos Múons não existem relógios, poderiam dizer. Todavia, os cálculos são feitos baseados em relógios terrestres, como se um idêntico estivesse no Múon e o outro em repouso na Terra para fins de comparação. Sabendo-se a velocidade dos Múons e utuilizando-se a equação de Lorentz (veja na foto) pode-se calcular o tempo de "vida" do Múon antes de ele "morrer" no decaimento.
Continua...
Continuação...
ResponderExcluirCONSEQUÊNCIAS GERAIS DO ERRO NO CONCEITO DA DILATAÇÃO DO TEMPO:
- O tempo NÃO dilata;
- Ninguém vive mais que outro só porque viajou em altíssimas velocidades;
- Nem o MÚON ou qualquer outra partícula vive mais por ser mais VELOZ;
- TUDO que é mais veloz tem o fator da INÉRCIA atrasando o relógio;
- O Paradoxo dos Gêmeos, então, é uma ficção, uma falácia;
- Todavia, os relógios do sistema GPS e assemelhados, PRECISAM ser acertados ou precorrigidos devido ao ERRO que o ATRASO DA INÉRCIA PROVOCA nos maquinários.
(Viva Jean Piaget, "MENOS" behaviorismo; viva o LIVRE progresso do raciocínio científico, doa a quem doer, nem que se precise recomeçar tudo de novo. Afinal, ERA uma BELA teoria; mas não é totalmente correta. CORRIJA-A QUEM TIVER CORAGEM).
FÍSICOS, URGENTE, REPENSEM NA RELATIVIDADE A “LENTIDÃO DO RELÓGIO DE EINSTEIN”
Quando se aceleram elétrons, a partir de certo momento o trabalho realizado pela força (energia de impulso no acelerador de partículas) praticamente não altera mais a velocidade dos elétrons.
Para entender com facilidade isso é preciso que você assista com atenção uma experiência que prova este fenômeno físico. VEJA:
http://www.scientiamundi.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=28:a-velocidade-limite-pssc&catid=10:videos&Itemid=18
Foram fenômenos como este que você viu no vídeo acima que levaram Einstein a um comentário que faz raciocinar as pessoas que não são behavioristas, que não se contentam com os ‘status quo’ estabelecido e procuram evolução nos conceitos da ciência que sempre precisa haver.
Mesmo físicos, se BEHAVIORISTAS, precisam amolecer o intelecto e repensar um tema da relatividade e derivar daí a CAUSA verdadeira que faz os ponteiros de um relógio acoplado a algo em alta velocidade girarem mais lentamente.
Físicos, utilizem a Concepção Construtivista de Jean Piaget e abandonem a atitude behaviorista, pois tal atitude trunca a evolução da ciência.
O comentário de Einstein com os devidos grifos é:
“Se um trabalho (energia de impulso) é aplicado sobre um corpo e não aumenta a sua velocidade, o corpo deve ter aumentado sua INÉRCIA, justamente a dificuldade de alterar seu estado de movimento.
Podemos entender pelo comentário de Einstein que ele concluiu que a INÉRCIA de um corpo é a medida de sua energia. Isto é, quanto mais a velocidade de um corpo está próxima da velocidade da luz mais difícil é aumentar sua velocidade devido sua alta energia cinética acumulada no corpo. Esta energia acumulada significa sua INÉRCIA, e como disse Einstein: “justamente a dificuldade de alterar seu estado de movimento”.
A física é adepta da invariabilidade da massa, isto é, massa de repouso é igual à massa em movimento. Todavia, DUVIDO que mesmo com tais cálculos na mão um físico fique nos trilhos de um trem em alta velocidade. Ali o truque ou artifício matemático o levaria à morte, pois aumento de energia cinética, como aumento de qualquer energia “pesa mais”, um litro de água quente pesa mais que um de água fria, um tijolo quente pesa mais que um frio, um trem em alta velocidade... saia da frente mesmo que seus truques matemáticos digam o contrário!
A base ou razão para eu dizer que é a ação da INÉRCIA que provoca a lentidão dos relógios em alta velocidade e não o “tempo ‘t”, eu derivei de conceitos físicos explanados no Site abaixo, nos tópicos 18, 19, 20, depois de eu raciocinar sobre eles por outro paradigma. VEJA:
http://www.educacional.com.br/especiais/fisica/flash/aberto/swf/eins01_7.swf
ENTÃO, EU PROPONHO: A CAUSA DA LENTIDÃO DOS PONTEIROS DE UM RELÓGIO ACOPLADO EM ALGO COM ALTÍSSIMA VELOCIDADE NÃO É “DILATAÇÃO DE TEMPO; A CAUSA É A INÉRCIA.
Viva Jean Piaget, abaixo o behaviorismo; viva o LIVRE progresso do raciocínio científico doa a quem doer!
ABRAÇOS ! NILLO.
Sr Nillo Gallindo.
ResponderExcluirVejo que continua empenhado e entusiasmado com a sua inércia, como forma de explicar certos fenómenos, contra ventos e marés.
É curioso esse seu novo conceito, sobre a causa da inércia. Não percebi bem, se é mesmo só energia ou se admite alguma massa. Eu já não sei o que dizer mais sobre inércia, já esgotei o meu latim sobre o assunto, e você conhece a minha posição, em relação à inércia, como causadora de determinados fenómenos.
Mas um tal conceito, de todas as formas de energia ,como causa de inércia, pode ser provado, e seria bom que fosse antes de ser publicado. Bom mas também há pouco vi um site que dizia: em física não há certo ou errado, o que há são conceitos, idéias que funcionam e outras que não funcionam. As que não funcionam são descartadas, as que funcionam são boas. Como se vê, isto é cada cabeça sua sentença, e eu também tiro dessa afirmação, a minha conclusão: afinal todas as idéias, podem estar erradas, as que são descartadas, estão erradas e as que servem não significam que estejam certas.
Por isso o seu novo conceito, se servir é bom, mesmo que esteja errado. Eu não o quero desanimar, não quero ser desmancha prazeres, mas como sabe eu digo o que penso. E realmente tenho dúvidas, quanto à energia cinética fazer aumentar a inércia, trata-se de um tipo de energia que não está no interior do corpo, como a energia térmica, é o movimento do corpo ou o corpo em movimento que gera a energia. Além disso, ela só se manifesta se colidir ou de alguma forma interferir com outro corpo.
Mas admitindo que a energia cinética comporta-se como as outras, faz mesmo aumentar a inércia, só estou a ver um efeito positivo, é no acelerador de partículas. Nas outras situações, tanto no tempo de vida dos muões, como no atraso dos relógios em velocidade, não vejo como a inércia possa ter algum efeito. Não se esqueça que a inércia é uma propriedade dos corpos, mas que só se manifesta se alguma força externa tentar mudar o movimento dos mesmos.Com velocidade constante, velocidade estável a inércia não se opõe a coisa nenhuma.
Sr Gallindo, você quando viaja de carro, de autocarro, de comboio ( trem ) ou de avião, depois de estabilizada a velocidade dos mesmos, você sente algum efeito de inércia? não sente, é como se estivesse parado.
Então porque hão de os relógios sofrer alguma afetação? porque entende as coisas dessa maneira?
Marum, me anima conversar e trocar ideias contigo, mesmo que eu seja apenas um leigo curioso e teimoso.
ResponderExcluirDizes:
"... você quando viaja de carro, de autocarro, de comboio ( trem ) ou de avião, depois de estabilizada a velocidade dos mesmos, você sente algum efeito de inércia? não sente, é como se estivesse parado."
Marum, aqui estás a falar algo semelhante da massa gravitacional SER IGUAL à massa inercial, e também semelhante os experimento mental que Einstein fez sobre o "elevador" quando ele disse ter tido a pensamento mais feliz de sua vida, né?
Ainda dizes em continuação:
... Então porque hão de os relógios sofrer alguma afetação? porque entende as coisas dessa maneira?
Marum, a resposta está em tua frase:
"...depois de estabilizada a velocidade dos mesmos..."
Depois de estabilizada CESSOU a aceleração e a velocidade passa a ser constante e se até ali atingiu uma inércia xi, continuará com aquele valor de inércia xis.
Agora, há que levar em conta que até chegar naquele xis da estabilização da velocidade HOUVE uma aceleração e por isso a inércia xis FOI produzida até o xis.
Então, naquele instante do xis e da estabilização da velocidade, caso se confronte o relógio do passageiro com um relógio idêntico em Terra (caso fosse possível haver dois relógios ESPECIAIS para serem confrontados devido à baixissima velocidade e inércia também, neste caso ver-se-ia que o relógio do passageiro estaria micros milésimos de segundo atrasado em relação ao da Terra. A pequena inércia deu ali uma "travadinha, uma brecadinha no relogio do voante rsrs. Por isso que não se utiliza a fórmula de Newton para altíssimas velocidade e sim a de Lorentz, a famosa 1/1-(v2/c2)
Outra coisa que ainda dizes gostaria de comentá-la:
"...a inércia, trata-se de um tipo de energia que não está no interior do corpo, como a energia térmica, é o movimento do corpo ou o corpo em movimento que gera a energia".
Marum, NO MEU entendimento não é o movimento ou o corpo em movimento que GERA a energia cinética.
O que GERA é o IMPULSO que o corpo TEVE. Algo também com energia TRANSFERIU sua energia ao corpo e O COLOCOU EM MOVIMENTO. Um exemplo são aquele MEV milhões de elétrons volts doGERADOR VAN DE GRAF lá da experiência que vimos... aqueles milhões de elétrons volts ou MEV transferem sua energia ao feixe de elétrons que está na linha de impulsão do gerador. Quando o feixe de elétrons RECEBE aquele "CHUTE" ou pontapé de milhões de eletróns volts então se movimenta e, em tal movimento, está LEVANDO EM SI A ENERGIA DO CHUTE OU DO PONTA PÉ, digamos assim para sermos bem populares. Então o movimento do corpo não CRIOU a enegia cinética, ele recebeu energia de um tipo e voou com a MESMA energia rrecebida todavia alí com o nome de CInética. Quando o tijolo frio recebe energia térmica, tal energia VEIO de fora e entrou nele. Quando a água fria tornou-se quente, a energia tércima VEIO de fora e entrou nela. O corpo que voou e tem enérgia cinética, deve-a ao IMPULSO... que veio de fora também.
Gosto de conversar contigo. Nosso papo é bom!
Abraço.
Olha aqui uma boa EUREKA:
ResponderExcluirJustamente pelo motivo de a energia vir de fora e agir NA massa trabalhando em parceria com ela mas SEM aumentá-la é que pode-se dizer que a massa NÃO aumenta e é invariável.
No entanto, sua companheira na ação do fenômeno físico sua parceira, a energia, age, sendo a energia algo que não pode ser criada nem destruída, apenas pode ser "transformada" em outros tipos de energia, por exemplo, potencial, térmica, cinética... lembra mais?
Sr Gallindo
ResponderExcluirPergunta se me lembro de mais energias, além da potencial, térmica e cinética. Estou
a lembrar-me da elétrica, da mecânica e da química.
Já agora note bem o seguinte: um litro de água quente, não pesa mais que um litro de
água fria. Você tem uma medida de litro, enche-a com água fria, em seguida aquece-a
de alguma forma, o que é que acontece? A água dilata e transborda, perdendo-se assim massa. Embora a energia térmica que fica no litro de água seja muito maior, e tenha peso e inércia, não compença nem de longe, o peso e a inércia da água que se perdeu.
Percebo o pensamento do Sr Gallindo, aliás esse pensamento, já vem dede muito antes de começarem as nossas trocas de idéias. Em face do abandono da massa variável com a velocidade, ( porque chegaram à conclusão que o conceito estava errado, na verdade nunca existiu massa variável com a velocidade ) você voltou-se para a energia variável com a velocidade, considerando que essa energia tem igualmente inércia, como a massa. Eu duvido, mas... entretanto há uma coisa que o Sr Gallindo não está entendendo. É que, quer seja massa, quer seja energia, as coisas não mudam quanto à inércia.
Se existir a inércia como você julga, existe também o peso aumentado. Nesse caso, os relógios, atrasam devido às duas coisas, peso e inércia. Mas o pior é que, ou eu muito me engano, ou o Sr Gallindo está a ver a coisa muito mal. Partindo do princípio que existe inércia aumentada com a energia, nada se altera por isso. Não se esqueça nunca, nem interprete mal o seguinte: a inércia é a propriedade dos corpos que faz com que eles resistam a qualquer força externa que tente mudar o seu movimento.
Note bem porque há aqui uma confusão sua, que já vem de longe. A propriedade da inércia só atua, só se faz sentir, quando alguma força tenta mudar o movimento dos corpos, fora disso não há inércia, não há efeito de inércia.
Portanto Sr Gallindo, a inércia só se faz sentir, enquanto houver aceleração e não com velocidade costante, como você pensa. Você diz, " Depois de estabilizada CESSOU a aceleração e a velocidade passa a ser constante e se até ali atingiu uma inércia xi, continuará com aquele valor de inércia xis." É aqui que está o seu grande erro Sr Gallindo. Por tudo o que se sabe sobre inércia, e por tudo o que eu já disse atrás, desculpe mas não pode ser. Não é atingida nenhuma inércia xi, quando cessa a aceleração e a velocidade fica constante. Esse momento xi é precisamente o momento em que a inércia acaba porque acaba a aceleração e só há inércia durante a aceleração. Não adianta continuar a insistir no oposto, porque assim não vai a lado nenhum.
Você desenvolveu uma obcessão de tal maneira pela inércia, que atropela tudo para fazer valer a sua idéia. Sabemos que há coisas muito controversas na física, mas também há as que são elementares e que não podem ser atropeladas, assim dessa maneira.
Sr Gallindo, não há só dilatação do tempo ou inércia! Se a inércia não dá, parte-se para outra.
Um abraço.
Prezado amigo Senhor Marum.
ResponderExcluirEu estou a lidar com dados científicos e os aceito.
Nada do que eu escrevi está sem ser baseado em conceitos que a ciência defende.
Se estiverem errados é a ciência que está errada.
O senhor não aceita a matemática e a física que mostram que um Kilogramo por exemplo de água quente pesa mais que um de água fria?
Então prrecisa modificar toda a física e matemática ATUAL !!!
Ora, veja aí a prova matemática ou física da coisa:
Um exemplo da coisa feita por professores do site sapo atômico que é verdadeiramente pela física:
Um recipiente contém 1 kg de água à temperatura de 3 °C. Se ela for aquecida até atingir a temperatura de 93 °C, qual será sua nova massa?
São dados:
ca = calor específico da água = 1 cal / g . °C
c = velocidade da luz no vácuo = 3.108 m/s
1 caloria = 4 joules
Resolução:
A massa inercial da água é:
M1 = 1kg = 1000 g
A temperatura inicial da água é q1 = 3 °C e a temperatura final é q2 = 93 °C.
Assim, a variação de temperatura é:
Dq = q2 - q1 = 93°C - 3°C = 90°C
Deixando de lado os cuidados com os algarismos significativos, a quantidade de calor absorvida pela água foi:
Q = m . ca . ( Dq ) = ( 1 000 g ).(1 cal / g, °C).(90 °C)
Q = 9.104 cal = 36.104 J
Essa quantidade de calor é a energia absorvida pela água, ou seja:
DE = Q = 36.104 J
Da equação DE = ( Dm ) . c2 tiramos:
Dm = DE / c2 = 36.104 J / ( 3.108 m/s2 )
Dm = 36.104 J / ( 9.1016 m2/s2 )
Dm = 4.10-12 Kg = 0,000000000004 Kg
Como vemos é uma variação muito pequena, que mesmo as balanças mais precisas não conseguem determinar. Mas, de qualquer modo, sendo m2 a massa final da água teremos:
m2 = m1 + Dm = 1Kg + 0,000000000004 Kg
Dm = 1,000000000004 Kg
COMO O SENHOR VÊ, A ENERGIA PESA SIM, PESA DE VERDADE... NÃO IMPORTA QUE O EXEMPLO DE UM KILO PROMOVA UMA VARIAÇÃO MÍNIMA, TODAVIA PROMOVE, EXISTE, A COISA É REAL
A ENERGIA AUMENTA O PESO!!! NÃO SOU EU QUE DIZ, É A FÍSICA.
E ESTE ENSINO NÃO FOI ABOLIDO!
Não tenho uma obsessão; o que tenho é uma ideia "lógica pela ciência". Um paradgma diferente de ver as coisas.
Abraço!
Antes de nos mostrar o cálculo do problema acima, o site sapo atômico fez a seguinte introdução:
ResponderExcluirEntre o grande público, o aspecto mais conhecido da Teoria da Relatividade é, sem dúvida, a equação
E = m . c2
que relaciona a massa (m) com a energia (E).
O significado dessa equação, contudo, é bem mais complexo do que pode parecer à primeira vista. Antes de considerá-la, vamos analisar o significado de uma equação parecida com ela:
DE = ( Dm ) . c2
Einstein introduziu a Teoria da Relatividade em seu trabalho "Sobre a eletrodinâmica dos corpos em movimento", escrito em junho de 1905. Em setembro do mesmo ano, ele publicou mais um pequeno trabalho, complementando o anterior, intitulado "A inércia de um corpo depende de seu conteúdo de energia?".
Nesse trabalho ele mostrou que a massa inercial de um corpo varia toda vez que esse corpo ganha ou perde energia, qualquer que seja o tipo de energia. Se um corpo receber uma quantidade de energia DE, sua massa inercial terá um aumento Dm dado por:
DE = ( Dm ) . c2
Do mesmo modo, se o corpo perder energia, sua massa inercial irá diminuir. Assim, a massa de um tijolo quente é maior do que a de um tijolo frio; uma mola comprimida tem massa maior do que quando não estava comprimida, pois o acréscimo de energia potencial elástica ocasiona um aumento da massa inercial da mola. Quando um corpo tem sua velocidade aumentada, aumenta também sua energia cinética; é esse aumento de energia cinética que acarreta o aumento da massa inercial do corpo.
REPITAMOS:
Quando um corpo tem sua velocidade aumentada, aumenta também sua energia cinética; é esse aumento de energia cinética que acarreta o aumento da massa inercial do corpo.
AQUI NÃO ESTÁ A SE FALAR EM MASSA RELATIVÍSTICA, FALA-SE DE MASSA INERCIAL DEVIDO, DEVIDO, DEVIDO À ENERGIA.
REPITAMOS EINSTEIN:
Quando um corpo tem sua velocidade aumentada, aumenta também sua energia cinética; é esse aumento de energia cinética que acarreta o aumento da massa inercial do corpo.
REPITAMOS EINSTEIN:
Do mesmo modo, se o corpo perder energia, sua massa inercial irá diminuir. Assim, a massa de um tijolo quente é maior do que a de um tijolo frio; uma mola comprimida tem massa maior do que quando não estava comprimida, pois o acréscimo de energia potencial elástica ocasiona um aumento da massa inercial da mola. Quando um corpo tem sua velocidade aumentada, aumenta também sua energia cinética; é esse aumento de energia cinética que acarreta o aumento da massa inercial do corpo.
E ENTÃO, CONCLUAMOS:
ENERGIA TEM, TEM, INÉRCIA.
Sr Gallindo.
ResponderExcluirEu sei que o Sr está lidando com dados científicos, que aceita. Se o que escreve estiver errado, é a ciência que está errada. Também sei que há dados científicos que não aceita e não são menos científicos por isso. Afinal o conceito de inércia, a dilatação do tempo, o atraso dos relógios devido à dilatação do tempo, os dois conceitos de massa ( entre os vários que existe ) o de massa invariante e o de massa relativista, variável com a velocidade ( este último caíu em desuso, por se achar que não estava certo, sendo assim ainda bem ) tudo isto são leis, teorias, conceitos e sei lá que mais científicos. Cada qual é livre para acreditar ou não acreditar, nuns ou noutros conceitos ou teorias.
Eu acho que você confundiu algumas coisas que eu disse. Você agora fala-me num kilograma frio e num kilograma quente. Ora o que eu disse foi, que um litro de água quente pesa menos que um litro de água fria, em resposta ao que você tinha dito no outro comentário. Não é preciso dizer mais, porque é só ir lá atrás e ver o que lá está.
Agora pergunta-me se eu não aceito que um kilograma de água quente, pesa mais que um kilograma de água fria. A resposta tem que ser, não. Pois um kilograma é sempre um kilograma, seja quente ou seja frio. Mas eu percebo que isto são lapsos. O que você quer dizer é, que um corpo, que pese um kilograma quando está frio, quando estiver quente pesa mais.
Sr Gallindo, não disse que a energia, toda ela, não tem peso e inércia. Pus as minhas dúvidas, quanto à energia cinética e até posso pôr em relação ás outras formas de energia,mas são as minhas dúvidas. Se a física afirma que é assim, quem sou eu para dizer o contrário.
Agora Sr Gallindo, você sabe bem que é este conceito de massa inercial variável com a velocidade, que está em desuso, porque terão chegado à conclusão que não estava certo. Mas eu não percebo, porque é que você tem tanta pena deste conceito, que além de estar errado, não traria nenhuma alteração à maneira como funciona a inércia, apenas lhe conferiria mais intensidade, nos momentos em que ela atua. pois este conceito, de massa aumentada com a velocidade, caíu em desuso precisamente porque nunca existiu nenhuma massa aumentada, devido à velocidade. O que é que adiantava manter um conceito falso, cujas coisas que ele dizia, pura e simplesmente, não existiam, não se verificavam?!
A energia tem inércia, mas mesmo que a energia cinética, desenvolva inércia separada da massa, únicamente intensifica a inércia, não muda a forma de funcionamento da inércia, a qual nós já conhecemos bem.
O objetivo do Sr Gallindo, é dar explicação ao atraso dos relógios, em velocidade relativa, através da inércia. Mas sinceramente não vejo como.
Um abraço.
Prezado Senhor Marum:
ResponderExcluirSimplesmente, como é que o senhor me explica este fenômeno?
Prezado Senhor Marum,
Simplesmente me diga por que ou a causa que este fenômeno ocorre com a impulsão de elétrons ( ou com qualquer outro corpo em movimento). Não precisa explicar os detalhes técnicos e nem cálculos, apenas diga "por que" QUANTO MAIS EMPURRA MENOS SE VAI; não importando que se utilize toda a energia do mundo. E claro, c, ou 300.000 km/s arredondados, É O LIMITE. Mas por que QUANTO MAIS SE CHEGA MAIS PRÓXIMO DE c a "velocidade empaca cada vez mais".
Por quê?
http://www.scientiamundi.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=28:a-velocidade-limite-pssc&catid=10:videos&Itemid=18
Sr Gallindo.
ResponderExcluirSe eu tivesse a certeza da razão de ser desse fenómeno, talvez ganhasse um prémio Nobel.
Tudo indica que a velocidade da luz , é um limite que não pode ser ultrapassado. O problema é saber porquê esse limite, quando se empurra com toda a energia do mundo. Pode-se dizer que é a inércia que devido à velocidade é tão grande, que tende ao infinito e por isso a energia de impulso, também teria que ser infinita. Mas é claro que não se trata de uma coincidência, a inércia tender para o infinito, junto à velocidade da luz. A natureza tem as suas razões. Nós é que não as conhecemos.
Neste caso, ao contrário dos outros, como o tempo de vida dos muões e do defasamento dos relógios em movimento relativo, eu aqui acho que esse seu conceito de inércia variável com a velocidade, dependente da energia aplicada às partículas, pode resultar, porque aqui há uma força de impulso durante o tempo todo. Bom, a coisa mesmo assim não fica muito clara, porque verifica-se que a energia de impulso, é a mesma que terá que fazer aumentar a inércia, o que não joga. Mas por agora...
Um abraço