Publicado em 15 de maio de 2015 no Youtube para introdução neste meu blog:
Acesse:
https://www.youtube.com/watch?v=YZ0KAULDdXE
SE DOIS RELÓGIOS IDÊNTICOS E SINCRONIZADOS, UM FICAR EM REPOUSO E O OUTRO VIAJAR EM ALTA VELOCIDADE, NO MOMENTO EM QUE FOREM COLOCADOS FRENTE A FRENTE OU CONFRONTADOS, O QUE VIAJOU ESTARÁ ATRASADO, GIROU MENOS EM RELAÇÃO AO QUE FICOU EM REPOUSO.
QUAL FOI O MOTIVO, A CAUSA, O QUE SEGUROU, TRAVOU OU FEZ GIRAR MAIS LENTO O RELÓGIO QUE VIAJOU?
Descrição do vídeo e para criação do blog de perguntas aos físicos:
QUAL FOI O MOTIVO, A CAUSA, O QUE SEGUROU, TRAVOU OU FEZ GIRAR MAIS LENTO O RELÓGIO QUE VIAJOU?
Descrição do vídeo e para criação do blog de perguntas aos físicos:
Respeitosamente, Doutores em Física, professores, pesquisadores ou leigos:
Há mais de cem anos Einstein teorizou que dois relógios idênticos e sincronizados, caso um permaneça em repouso e outro viaje em alta velocidade, se depois de algum tempo forem CONFRONTADOS, o que viajou terá em seu mostrador registrado menor número de giros do que o relógio que ficou em repouso.
Este fenômeno ou fato da divergência dos relógios do viajante e do relógio em repouso já foi provado, chama-se paradoxo dos relógios.
A experiência de Hafele e Keating voando num jato comprovou que o relógio que viaja registra menos tempo do que o tempo mostrado no relógio que permaneceu em repouso no solo.
Os relógios nos satélites artificiais em órbita da Terra voando a uns 4 km/s a uns 20.000 km de altura também mostram divergências com os que ficam no solo.
Os relógios do satélite devido a estarem 20.000 km mais altos que os do solo estão mais distantes da massa gravitacional da Terra e por isso giram mais rápidos do que os do solo, todavia, giram mais lentos do que os do solo por estarem a uma velocidade maior ou seja 4km/s.
Devido aos dois tipos de divergência são feitos ajustes necessários para que se compense as diferenças e as medições do sistema GPS (Ground Position System) não provoque diferenças nas orientações corretas.
Entendemos aí que mais próximo da massa da Terra o efeito gravitacional “segura” os giros dos relógios e os diminui. Mais distante da massa da Terra a gravidade é mais fraca e os giros dos relógios dos satélites são mais “soltos”, giram mais.
Proponho uma pergunta neste vídeo e que até hoje, por cem anos, ninguém respondeu:
O que, qual é a causa, qual é o MOTIVO que provoca o giro mais lento dos relógios quando não há efeito gravitacional e apenas o fator velocidade maior do relógio que se movimenta é que causa o giro mais lento dos seus ponteiros?
Não precisa dizer que é a Relatividade e nem mostrar cálculos na resposta, não há necessidade:
DIGA APENAS O "MOTIVO", A CAUSA DO FENÔMENO, POIS EINSTEIN NÃO DISSE E TAMPOUCO NINGUÉM O DISSE ATÉ HOJE.
ASSIM, VOCÊ TERÁ O CRÉDITO DE SER O PRIMEIRO NA FÍSICA A RESPONDER A PERGUNTA.
INFORMO AQUI O CRÉDITO DA ANIMAÇÃO DA DEFASAGEM DOS RELÓGIOS QUE VOCÊ VÊ AQUI NO VÍDEO. OS CRÉDITOS SÃO DE:
http://upload.wikimedia.org/wikipedia...
Acesse o link para vê-lo escrito na totalidade.
INCRIVELMENTE A RESPOSTA VEIO NA NOITE DO MESMO DIA QUANDO ENCONTREI UMA POSTAGEM INTERESSANTÍSSIMA DE ROBERTO NEVES SOBRE DILATAÇÃO DO TEMPO... E PENSEI: "AQUI ESTÁ A RESPOSTA" PARA O PARADOXO DOS RELÓGIOS OU DILATAÇÃO DO TEMPO.
QUEM TINHA A RESPOSTA CERTA, A MEU VER ATÉ AGORA, É ROBERTO NEVES DO BLOG GILGAMESH.
Fiquei maravilhado com as palavras SIMPLES do Roberto Neves. Tornei-me seu fã e admirador.
Eu transcrevo em parte a postagem dele no seu blog, e ainda transcrevo aqui o link para que você possa acessá-lo, é IMPERDÍVEL !
http://gilghamesh.blogspot.com.br/2013/01/dilatacao-do-tempo-o-grande-engano-de.html?spref=fb
ABAIXO TRANSCREVO GRANDE PARTE DE SEU TEMA PUBLICADO EM SEU BLOG... LEIAM, PARA MIM FOI A COISA MAIS LINDA E BEM ESCRITA QUE JÁ VI ATÉ HOJE!!!
ROBERTO NEVES TEM TODA RAZÃO... E AGORA EINSTEINIANOS?
ESTE BLOG ESTÁ ABERTO ÀS SUAS RESPOSTAS, ESCREVAM.
ROBERTO NEVES, PARA MIM, VOCÊ É O "CARA", MATOU A PAU ESTE POLÊMICO ENSINO DA FÍSICA ESCLARECENDO-O COMO NÃO SENDO NADA DAQUILO QUE EINSTEIN DIZIA. AGORA VAMOS VER AS REAÇÕES E DEMONSTRAÇÕES CONTRÁRIAS E INTELIGENTES QUE COM CERTEZA HAVERÃO. AGUARDEMOS. COM A PALAVRA OS MESTRES EM FÍSICA...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Dilatação do tempo, o grande engano de Einstein.
Autor: Roberto das Neves
Dilatação do tempo, o grande engano de Einstein.
Como assim, grande engano?
Não é justamente a dilatação de tempo prevista por Einstein, que demonstra, por exemplo, o problema dos GPS's não funcionarem em sincronia entre os satélites em órbita e as estações de transmissão, e por isso, ele criou uma fórmula para corrigir esse tipo de problema?
Deem uma boa olhada, na fórmula abaixo, na verdade ela não foi criada por Einstein, mas sim, por Lorentz, e é usada entre outras coisas, para as devidas correções na sincronização da comunicação entre os satélites e as torres de retransmissão para manter os GPS's em sincronia:
A Fórmula está absolutamente...
CORRETA!
Bom, se a fórmula está correta, onde estaria então, o grande engano?
O grande engano de Einstein está na dedução feita sobre o resultado experimental da fórmula, dedução essa, que o levou a criar toda a estrutura de sua teoria sobre o espaço/tempo.
Einstein foi enganado pelos sentidos, e isso não é culpa dele, só que esse engano, causou um efeito em cascata sobre toda a formulação que originou a suas teorias da relatividade geral e restrita, e gravitação.
Para explicar detalhadamente onde está o erro, é necessário relembrar, o que levou Einstein a formular sua teoria da dilatação do tempo, baseando-se na Fórmula de Lorentz, então, vamos lá, o link abaixo o levará para um artigo bem detalhado e muito interessante:
Agora que você relembrou como e porque Einstein chegou às conclusões relativas à formulação da dilatação do tempo, vamos, através de experimentos imaginativos, didaticamente, apontar o engano e explicar a causa correta.
Experimento 1:
Imagine que você está em uma enorme planície gramada e verdejante.
Imagine agora que existe, a uns 10 metros de distância, no lado direito dessa paisagem, uma árvore.
Imagine agora, no lado esquerdo da paisagem, a uns 100 metros de distância, outra árvore.
Agora, imagine bem no meio dessa paisagem, entre as duas árvores, uma terceira árvore, só que esta, está a um quilômetro de distância.
Finalmente, atrás dessa terceira árvore, imagine uma montanha que está a 10 quilômetros de distância.
Você não percebe, acredita que está vendo uma imagem completa e instantânea da paisagem, mas, na verdade, você está vendo uma imagem contendo vários objetos que se formaram em sua retina, em tempos diferentes, as imagens mais próximas, são mais recentes, as imagens mais afastadas, são mais antigas, isso acontece, porque cada imagem é formada pelo reflexo da luz que chega aos seus olhos, a luz não é instantânea, ela percorre distâncias diferentes, do objeto observado, ao observador, cada imagem de cada objeto, precisa percorrer distâncias diferentes, para chegarem à sua retina, e isto acontece, tanto em uma paisagem ao ar livre, quanto uma imagem do quarto em que você está, e mesmo, em uma imagem que você esteja observando pelo microscópio.
Tudo aquilo que vemos, acreditamos ser imagens instantâneas em tempo real, mas não são, uma imagem completa do que observamos, é composta por muitos objetos possuindo imagens mais recentes, ou mais antigas, dependendo da distância que a luz percorreu de cada objeto, para chegar até a sua retina.
É assim que observamos tudo o que acontece no nosso dia a dia, acreditamos que o que vemos é instantâneo e em tempo "real"..
Tudo aquilo que vemos, acreditamos ser imagens instantâneas em tempo real, mas não são, uma imagem completa do que observamos, é composta por muitos objetos possuindo imagens mais recentes, ou mais antigas, dependendo da distância que a luz percorreu de cada objeto, para chegar até a sua retina.
É assim que observamos tudo o que acontece no nosso dia a dia, acreditamos que o que vemos é instantâneo e em tempo "real"..
Quase todos os objetos que existem no planeta, dependendo de seu tamanho, podem ser vistos, porque refletem a luz emitida ou refletida do nosso sol ou, através de luz artificial.
A questão é que a luz, não é instantânea, a luz viaja a uma velocidade determinada e é igual, em todas as direções.
E essa velocidade, como todos sabem, é extremamente grande, cerca de 300.000 km por segundo.
Só que, como você está, no caso da paisagem, em um ponto de referência fixo, a imagem gerada pela reflexão da luz de cada um dos objetos que você vê, chega aos seus olhos, em tempos diferentes, pois esses objetos estão a distâncias diferentes do observador.
Logicamente, esses tempos têm diferenças quase imperceptíveis em microssegundos, mas você pode fazer um cálculo sobre distância e velocidade, tendo você como referencial para comprovar isso, cada um dos objetos contidos nessa paisagem imaginária, forma-se em sua retina por meio da luz, em um tempo diferente, pois cada objeto está a uma distância diferente, mas a construção completa da paisagem criada pelo nosso cérebro é sentida como sendo formada por imagens instantâneas.
A evolução adaptou nossos olhos e cérebros, para não percebermos essas micro diferenças entre velocidade e distância, acreditamos que tudo está sendo visto de forma instantânea, não importa as distâncias em que se encontrem os objetos do referencial, que no caso, são os nossos olhos.
Vamos esmiuçar ainda mais esse ponto, com um exemplo que você já está muito acostumado:
Quando você olha para o céu noturno, em uma região rural, longe das luzes de uma cidade, você vê algumas das estrelas que compõe a nossa galáxia, vê a lua, e com um pouco de sorte, alguns dos planetas do nosso sistema solar e até mesmo, algumas constelações.
Para você, tudo isso que você está vendo, você tem a sensação de que estão acontecendo instantaneamente, são imagens deste exato momento.
No entanto, cada um desses objetos estelares que você vê em conjunto, estão, cada um deles, à uma distância diferente de você, alguns objetos estão mais próximos e outros, estão muito, muito distantes.
No caso da lua, você a vê, pois ela está iluminada pelo sol, e a luz do sol é refletida pela lua, compondo em sua retina, uma imagem da lua.
No entanto, essa imagem que você está vendo, demorou um certo tempo para sair da lua e chegar até os seus olhos, você acredita que esta imagem da lua é em tempo real, instantânea, mas na verdade, você está vendo uma imagem "antiga" da lua, você está vendo uma imagem da lua, formada a um segundo atrás, pois esse é o tempo que a luz por ela refletida, demorou para sair dela, até chegar aos seus olhos.
No caso das estrelas, você está vendo a luz que elas estão emitindo, diretamente em seus olhos, mas, cada uma das estrelas, está à uma distância diferente de você.
A luz que cada uma delas emitiu, demorou um tempo diferente, uma das outras, para chegar até a sua retina.
Mas você acredita que está vendo tudo isso, instantaneamente, independente do tempo que as luzes demoraram para percorrer as distâncias que as separam de você.
A luz de uma estrela que está a bilhões de anos luz distante de você, e que você está observando nesse exato momento, foi emitida à bilhões de anos atrás e demorou bilhões de anos para chegar até você, então, você está observando uma imagem antiga dessa estrela, mas acredita, supõe, que é uma imagem atual e instantânea dessa estrela.
Ver o céu noturno, é ver uma imagem composta por tempos diferentes, gerados pelas distâncias diferentes de cada objeto, mas, que você supõe, ser uma imagem instantânea em tempo real do conjunto.
E isso é verdade tanto para o macrocosmo, representado pelo universo que você vê à noite, quanto para o microcosmo, representado por tudo o que está à sua volta dentro de um quarto, por exemplo, ou, tudo o que você vê, ao observar uma imagem em um microscópio.
Começou a perceber o funcionamento da mecânica da "coisa"?
Vamos esmiuçar ainda mais esse ponto, com um exemplo que você já está muito acostumado:
Quando você olha para o céu noturno, em uma região rural, longe das luzes de uma cidade, você vê algumas das estrelas que compõe a nossa galáxia, vê a lua, e com um pouco de sorte, alguns dos planetas do nosso sistema solar e até mesmo, algumas constelações.
Para você, tudo isso que você está vendo, você tem a sensação de que estão acontecendo instantaneamente, são imagens deste exato momento.
No entanto, cada um desses objetos estelares que você vê em conjunto, estão, cada um deles, à uma distância diferente de você, alguns objetos estão mais próximos e outros, estão muito, muito distantes.
No caso da lua, você a vê, pois ela está iluminada pelo sol, e a luz do sol é refletida pela lua, compondo em sua retina, uma imagem da lua.
No entanto, essa imagem que você está vendo, demorou um certo tempo para sair da lua e chegar até os seus olhos, você acredita que esta imagem da lua é em tempo real, instantânea, mas na verdade, você está vendo uma imagem "antiga" da lua, você está vendo uma imagem da lua, formada a um segundo atrás, pois esse é o tempo que a luz por ela refletida, demorou para sair dela, até chegar aos seus olhos.
No caso das estrelas, você está vendo a luz que elas estão emitindo, diretamente em seus olhos, mas, cada uma das estrelas, está à uma distância diferente de você.
A luz que cada uma delas emitiu, demorou um tempo diferente, uma das outras, para chegar até a sua retina.
Mas você acredita que está vendo tudo isso, instantaneamente, independente do tempo que as luzes demoraram para percorrer as distâncias que as separam de você.
A luz de uma estrela que está a bilhões de anos luz distante de você, e que você está observando nesse exato momento, foi emitida à bilhões de anos atrás e demorou bilhões de anos para chegar até você, então, você está observando uma imagem antiga dessa estrela, mas acredita, supõe, que é uma imagem atual e instantânea dessa estrela.
Ver o céu noturno, é ver uma imagem composta por tempos diferentes, gerados pelas distâncias diferentes de cada objeto, mas, que você supõe, ser uma imagem instantânea em tempo real do conjunto.
E isso é verdade tanto para o macrocosmo, representado pelo universo que você vê à noite, quanto para o microcosmo, representado por tudo o que está à sua volta dentro de um quarto, por exemplo, ou, tudo o que você vê, ao observar uma imagem em um microscópio.
Começou a perceber o funcionamento da mecânica da "coisa"?
Agora, vamos complicar um pouco mais o experimento inicial, acrescentando mais detalhes na sua paisagem criada pelo pensamento:
Imagine que, entre a terceira árvore e a montanha, a cerca de cinco quilômetros de distância de você, exista uma linha de trem, e exatamente nesse momento, esteja passando um trem.
Em um dos vagões do trem, está instalado um grande relógio atômico, que está calibrado e exatamente em sintonia precisa, com um relógio atômico que está em seu pulso.
Você olha os dois relógios ao mesmo tempo, e percebe que o relógio do trem está alguns microssegundos atrasado.
Você automaticamente, pensa que existe uma dilatação do tempo, pois foi isso o que lhe ensinaram durante toda a sua vida acadêmica...
Na verdade, o que realmente acontece, é que a distância entre você e o trem, é que causa essa aparente dilatação do tempo, você está vendo uma imagem antiga do relógio, mas supõe que é uma imagem instantânea e em tempo real.
A imagem do relógio do trem que você está vendo, é uma imagem "antiga", pois a imagem é um reflexo da luz, e a luz não é instantânea, ela precisa percorrer cinco quilômetros de distância, até chegar aos seus olhos, enquanto que, a imagem do seu relógio de pulso, percorrerá a distância de 30 centímetros até chegar aos seus olhos.
Quando você olha ao mesmo tempo para os dois relógios, o que você imagina ser dilatação do tempo é nada mais do que distâncias diferentes entre os objetos e o referencial, no caso, você.
Quando você olha ao mesmo tempo para os dois relógios, o que você imagina ser dilatação do tempo é nada mais do que distâncias diferentes entre os objetos e o referencial, no caso, você.
Experimento 2:
Vamos agora, imaginar uma sala retangular, com 10 metros de largura e 100 metros de comprimento.
Imagine, na área de largura, no canto do lado esquerdo da sala, um relógio atômico, posicionado na mesma altura dos seus olhos.
Agora, imagine outro relógio, no canto direito da sala, também posicionado na altura dos seus olhos.
Os dois relógios estão plenamente sincronizados.
Imagine agora, você posicionado no outro lado da sala, no canto direito da mesma.
Olhe para os dois relógios ao mesmo tempo.
Você perceberá que o relógio do lado esquerdo, estará alguns trilionésimos de segundo, atrasado em relação ao relógio do canto direito, que está diretamente à sua frente.
A lógica o levará a deduzir que os relógios não estão sincronizados corretamente ou que alguma coisa como a dilatação do tempo ou a gravidade estão interferindo na medida.
O que na verdade acontece, é que a distância entre os dois relógios é diferente, pois você está posicionado em um referencial mais próximo do relógio posicionado no lado direito.
Ou seja, a luz emitida pelo relógio direito, percorrerá uma distância menor até os seus olhos, diferentemente da luz do relógio da esquerda, pois a luz percorrerá uma distância maior por estar em diagonal ao referencial, no caso, você.
Ainda, dentro da sala, posicione o relógio do canto da esquerda, de modo que ele fique mais alto do que o relógio da direita, digamos, uma diferença de cinco metros de altura.
Posicione-se no canto direito do outro lado da sala.
Olhe para os dois relógios ao mesmo tempo.
A diferença em trilionésimos de segundo será ainda maior do que o vivenciado na experiência anterior, pois a luz emitida pelo relógio da esquerda percorrerá uma distância ainda maior até chegar ao referencial, no caso, você.
E se você usar como referencial em seu lugar, um aparelho de rádio que captará a sequência de tempo emitida pelos dois relógios?
Não fará diferença nenhuma, o aparelho, estando posicionado no mesmo referencial que você, captará as ondas de rádio ou de luz que viajam a mesma velocidade, da mesma forma que a sua visão, pois as distâncias entre os dois relógios e o aparelho, que é o referencial, continuarão sendo diferentes.
As ondas de rádio ou luz emitidas por cada um dos relógios percorrerá distancias diferentes até o ponto referencial, causando a sensação de dilatação do tempo.
Será que você está começando a perceber, que dilatação do tempo não existe e que a força gravitacional não afeta os relógios?
Experimento 3:
Vamos agora, repetir um experimento clássico, com algumas melhorias.
Imagine que você está em um aeroporto, posicionado em uma das pistas, você é o referencial.
Um avião está em voo, e está a 50 quilômetros de altura, viajando a velocidade de 1.000 quilômetros por hora.
Dentro do avião, está instalado um relógio atômico sincronizado com um relógio atômico em seu pulso.
Esse relógio de pulso que está com você é feito especialmente para esse experimento.
Ele possui dois mostradores, um deles, é o mostrador que captará as ondas de rádio enviadas pelo relógio a bordo do avião, e o outro, é o mostrador do seu próprio relógio e que está com você em seu ponto de referência.
Apesar dos dois relógios estarem sincronizados, ao olhar para os dois mostradores ao mesmo tempo, você verá uma perceptível diferença entre os dois.
Novamente, você concluirá que o relógio do avião, está andando mais lentamente, por causa da dilatação do tempo e da força gravitacional.
Quanto mais distante o avião viajar, mais o mostrador do relógio dele em seu pulso, andará devagar, em comparação com o seu próprio relógio.
Mas na verdade, o que acontece, é que a velocidade e a distância entre o avião e o referencial, que é você, é que causa esse efeito de suposta dilatação do tempo, nos ensinaram a apontar uma causa não correta e acreditamos de pés juntos que é correta.
Essa diferença entre os relógios, é causada pela distância que o sinal emitido pelo relógio do avião, demora para chegar até você, pois viaja à velocidade da luz, e essa velocidade não é instantânea.
Essa diferença entre os relógios, é causada pela distância que o sinal emitido pelo relógio do avião, demora para chegar até você, pois viaja à velocidade da luz, e essa velocidade não é instantânea.
Agora, a coisa começa a ficar mais interessante:
Vamos imaginar que o avião faça uma curva em direção ao aeroporto em que você está, ou seja, o avião está retornando ao ponto de partida.
Quanto mais próximo ele estiver, menor será a diferença em micro segundos no mostrador do relógio do avião, em comparação com o mostrador do seu relógio, pois o sinal emitido pelo relógio do avião, percorrerá uma distância cada vez menor para chegar até você.
O avião pousa, você sobe no avião, e compara os mostradores no seu pulso: Eles estão completamente sincronizados, você olha para o relógio instalado no avião, e ele está mostrando exatamente o que os dois mostradores em seu pulso mostram.
Não há então, uma dilatação do tempo, os relógios comprovam isso, pois se houvesse dilatação, ao serem comparados, eles demonstrariam visivelmente estar fora de sincronia...
A BELA postagem que vi no blog do Roberto Neves ainda prossegue, acesse-o para vê-la na íntegra E COMO ELE DETONA O CONCEITO FISICAMENTE ACEITO DA RELATIVIDADE, SIM, ELE SIMPLESMENTE "DETONA". AGORA, É NECESSÁRIO ALGUÉM DO CLÃ DAS IDEIAS ESTABELECIDAS SE MANIFESTAR.
EU RESUMIRIA A TEORIA DO ROBERTO NEVES SOBRE A DILATAÇÃO DO TEMPO OU DEFASAGEM DOS RELÓGIOS ENTENDENDO-A COM A SEGUINTE FÓRMULA SIMPLES QUE IMAGINEI.
A TEORIA DO ROBERTO NEVES, NA MINHA OPINIÃO, PODERIA SE CHAMAR "RELATIVIDADE IMEDIATA DE ROBERTO NEVES", SENDO A FÓRMULA, DE ACORDO COM MINHA IMAGINAÇÃO ASSIM:
Ri = D/c
Sendo...
Ri A defasagem entre o relógio que você observa e o seu.
D Distância entre o que você observa e você.
c Velocidade da luz, arredondada, 300.00 km/s.
Exemplo: O Sol está a uma distância D equivalente a 150.000.000 de você observador na Terra. Então, aplicando a fórmula que eu indiquei fica:
Ri = D/c ou seja... Ri = 150.000.000 / 300.000... então,
Ri = 8,33
8,33 minutos é a Ri ou A RELATIVIDADE IMEDIATA entre um relógio no Sol e o seu é 8,33 minutos, que é o tempo que a luz gasta para trazer até seus olhos a formada imagem do Sol. E como entendemos pela Teoria do Roberto Neves, esta imagem do Sol é 8,33 minutos MAIS ANTIGA do que a mostra no seu relógio, porque seus olhos receberam a imagem algum tempo depois e ela foi trazida pela luz. Isto é, se a imagem do relógio do Sol mostrar 12 horas no mostrador do relógio no Sol, O MOSTRADOR DO SEU RELÓGIO TERÁ QUE MOSTRAR 12:08,33 - Doze horas, mais oito minutos e alguma coisa mais.
Caso o exemplo fosse um relógio na lua e ela estando a 384.000 km de distância da Terra, aplicando-se Ri=D/c.... ficaria:
Ri = 384.000 / 300.000... donde Ri, Relatividade Imediata seria igual a 1,28 minuto.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CORREÇÕES DO SISTEMA GPS DEVIDO AO MOVIMENTO DOS SATÉLITES ARTIFICIAIS... POR QUE OCORREM E PRECISAM SER CORRIGIDOS?
NOSSA PERGUNTA NESTE BLOG BUSCA A CAUSA DA DEFASAGEM DOS RELÓGIOS, AGORA GOSTARÍAMOS DE ABORDAR UMA POSSÍVEL CAUSA
DILATAÇÃO DO TEMPO ou PARADOXO DOS RELÓGIOS?
A RESPOSTA DEFINITIVA
DILATAÇÃO DO TEMPO SEM MISTÉRIO:
NEWTON EXPLICA RELÓGIO LENTO DE EINSTEIN
NEWTON EXPLICA RELÓGIO LENTO DE EINSTEIN
Direitos de autor: Nillo Gallindo - nillo.gallindo@bol.com.br
Resumo: Desde 1905,
quando Einstein publicou a sua relatividade especial com a idéia de dilatação
do tempo, e depois, com a confirmação científica de que relógios idênticos viajam
em velocidades diferentes indicam diferentes horários, a resposta para o
fenômeno tem sido um mistério. Einstein não disse o por quê. Ninguém disse o
motivo. Neste ensaio vou dizer a causa do relógio lento de Einstein. Uma lei de
Newton explica.
Newton ensinou que o tempo (t) é absoluto e imutável. No
entanto, Einstein não concordava e ensinou que o tempo (t) varia com a
velocidade do referencial. Se um relógio viajar em altíssima velocidade o tempo
ficará mais lento e tempo registra menor tempo ou dilatado em comparação com
outro relógio idêntico, mas tem velocidade menor. Einstein escreveu:
"Se dois
relógios são sincronizados enquanto em estreita proximidade um do outro, então
se um deles é levado por algum tempo, talvez em uma viagem, e em seguida, eles
são reunidos, eles não estarão mais em sintonia um com o outro. O relógio que
está em movimento terá registrado o tempo mais lentamente que o relógio em
repouso. "
Einstein está certo. Não é apenas teoria, está provado pela ciência: Um relógio
em alta velocidade registra menos tempo (t), em comparação com um relógio
idêntico em repouso. A equação para calcular o fator de dilatação do tempo na
relatividade especial é a equação de Lorentz. Eu mostro abaixo alguns exemplos:
EQUAÇÃO DE LORENTZ PARA DILATAÇÃO DO TEMPO OU DEFAZAGEM DOS RELÓGIOS
Considere y sendo gama
y - representa o fator de Lorentz procurado na equação.
c
representa a velocidade da luz que arredondamos para 300.000 km/s
EXEMPLO: Se um objeto se movimenta
em velocidade v = 270.000 km/s (igual 90% de c que
arredondamos para 300.000 km/s) temos pela equação:
Fator de Lorentz y = 1 dividido
pela raiz quadrada de 1 menos a razão entre 270.000 ao quadrado e 300.000 ao quadrado (que
é c2 fica:
270.000 x
270.000 = 72.900.000.000
300.000 x
300.000 = 90.000.000.000
72.900.000.000/90.000.000.000 =
0,81
1 - 0,81 = 0,19
Sqrt (raiz quadrada de) 0,19 =
0,43588
1 / 0,43588 = 2,29
y = 2,29 (Fator de Lorentz = 2,29)
A EQUAÇÃO TAMBÉM PODE SER ESTA, QUE FOI "CHUPINZADA" DE LORENTZ,
LÁ NO INÍCIO SÉCULO XX
http://hypescience.com/as-11-mais-belas-equacoes-matematicas/
A equação de Lorentz foi uma das
mais “chupinzadas” no início do século XX. Você está vendo esta equação de
Lorentz belamente apresentada aqui como uma obra de arte? É produto e tem o
crédito do site http://www... sobre o
tema “As 11 mais Belas Equações”. Observe que a equação é a de Lorentz que
Einstein utilizou para calcular a dilatação do tempo. É praticamente a mesma
equação que utilizamos aí atrás em nossos cálculos, não é? O que ela tem a mais
é t’ (t linha) do lado esquerdo. Aí sempre o t’ pode ser considerado 1. Isto é,
quando se efetua o cálculo o t do lado direito aparecerá como o fator de
Lorentz. Tal fator representa quanto tempo o relógio em repouso registrará
a mais do que o relógio t’ que vale 1 e que está em movimento. Exemplo, se a
nave voar a 97%c, o t ou fator de Lorentz será 4,11. Então, se o relógio em
repouso registrar 4,11 horas, o em velocidade registrará 1 hora, porque t’ = t,
ou seja, 1 = 4,11. Seguindo o raciocínio, se o relógio em repouso registrar
8,22 horas, o em velocidade registrará 2 horas, e por aí vai. É só calcular. É
o mesmo raciocínio que mostramos na idêntica equação simplesinha anterior na
qual chamamos o fator de Lorentz como y.
De acordo com o exemplo dado, num
relógio B se movendo à velocidade de 270.000 km/s e sincronizado com um
idêntico A na Terra (considerado em repouso), o relógio B, que se move,
efetuará 1 giro enquanto o da Terra efetuar 2,29 giros.
Conclui-se que o relógio em vôo
registra um tempo (t) 2,29 mais lento do que o tempo (t) mais rápido registrado pelo relógio da
Terra. Na Terra o tempo passa rápido; no relógio em vôo o tempo é mais lento. É
a dilatação temporal.
Esses giros não sincronizados para
dois relógios sincronizados, mas em inerciais diferentes medem as ocorrências
dos processos físicos tanto mais lentos quanto maiores forem as velocidades de
um objeto. No inercial relógio B, devido estar em maior velocidade os processos
físicos são mais lentos que em A. B está em v = 270.000 km/s. A, no
inercial Terra é considerado em repouso.
Isso indica que para cada
referencial inercial existe uma rotação
própria do relógio ou,
como comumente preferem chamar, um tempo próprio.
Abaixo, na tabela, do lado esquerdo vemos velocidade V em percentagem da
velocidade da luz
No lado direito da tabela vemos fator Y Lorentz pelo qual o
tempo (t) do relógio em repouso na Terra será dividido.
4.466% ................................. 0,001
90% ...................................... 2,29
91% ...................................... 2,41
99% ...................................... 7,08
99,9% ................................. 22,36
99,99937% ........................ 281,70
99,9999999996247% 365002,50
Por exemplo, se a velocidade da nave espacial é de 90 por cento da velocidade da luz, o factor de Lorentz é 2,29. Neste exemplo, o relógio em repouso na Terra irá registrar 2,29 horas, enquanto o relógio da nave irá registrar uma hora e assim por diante.
Mas o que é o tempo (t)?
Deus dá a resposta em Gênesis 1:14: ". Haja luminares
na expansão dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite, e que sirvam
como sinais para estações, e para dias e
anos" Assim, o tempo (t) é medida de movimento de um referencial. No nosso caso, o referencial é a rotação da
Terra (relógio convencional) ou oscilações de átomos de césio (relógios
atômicos). Se não houver nenhum movimento de referencial ou pararem todos os referenciais, não há tempo (t) para
medir. Então, o tempo (t) não existe sem movimento de um referencial. As unidades
de medida de tempo (t) são segundos ou suas frações, horas, dias, anos,
séculos, etc.
UMA PERGUNTA NÃO RESPONDIDA PELA FÍSICA DESDE QUE EINSTEIN CRIOU A
RELATIVIDADE. JÁ ESTAMOS COM MAIS DE CEM ANOS SEM RESPOSTA!
Qual é a causa, por que
a unidade de tempo (t) no relógio em repouso na Terra é maior do que a unidade
de tempo (t) no relógio voando em alta velocidade? Por que esse fenômeno
acontece?
Bem, eu acredito que tenho a resposta.
De acordo com a primeira lei de Newton sabemos: "A
inércia é o nome que damos a uma propriedade de um corpo que faz com que ele
resista à uma mudança em seu movimento."
De acordo com a equação de Lorentz, se houver alta
velocidade, vai estar lá bem alto o fator de inércia. Se o fator é de elevada
inércia, o tempo (t) é registrado no relógio em unidades menores.
“O corpo resiste à mudanças de movimento” - disse Newton.
Será que existe inércia? É real?
Vamos pensar sobre uma experiência de inércia:
Nos Estados Unidos, em 1956, em Massachusetts, em PSSC -
Physical Science Study Committee - elétrons foram usados em aceleradores de partículas.
Veja experiência em:
http://www.scientiamundi.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=28%3Aa-velocidade-limite-pssc&catid=10%3Avideos&Itemid=18
Nessa experiência, quando são utilizadas energias entre meio
milhão de elétron-volts (MeV 0.5) e até um milhão e meio de elétron-volts (MeV
1.5), a velocidade do feixe de elétrons aumenta de forma significativa.
Se o aumento de energia é entre um e meio milhão de volts
(MeV elétrons 1.5) até quatro milhões e meio de elétron-volts (MeV 4,5) a
velocidade do elétron é quase a da velocidade da luz (c).
Se você aumentar mais e mais energia a partir de quatro
milhões e meio de elétron-volts (MeV 4.5) e até 15 milhões de elétron-volts
(MeV 15), a velocidade do feixe de elétrons, que já estava perto da velocidade
da luz c com energia a partir de 1,5 MeV a 4,5 MeV já não aumenta! O aumento da
energia tende ao infinito e não produz aumento da velocidade! O que isso prova?
Por que a velocidade dos elétrons aumenta apenas se aumentar
o impulso da energia? É devido à inércia, porque: "A inércia é o nome que
damos a uma propriedade de um corpo que faz com que ele resista a uma mudança
em seu movimento."
Em outras palavras:
Porque a unidade de tempo (t) no relógio em repouso na Terra
é menor do que a unidade de tempo (t) no relógio voando a alta velocidade? Por
que esse fenômeno acontece?
É também devido lei de Newton da inércia: A resistência de
um corpo para mudar o movimento ocorre na máquina do relógio, quando se está em
alta velocidade. Como no nosso exemplo, se o relógio em repouso na Terra gira
22,36 horas, se ele voar a uma velocidade de 99,9 por cento da velocidade da
luz a inércia é muito alta e ele vai rodar apenas uma hora devido a inércia
forçar a máquina do relógio a resistir à mudança do movimento!
Portanto, não há mistério na dilatação do tempo (t ') de
Einstein. Não é o tempo (t), como um mágico, que está regulando o relógio,
porque o tempo (t) é apenas uma medida de movimento de um referencial. A
resposta é a inércia que regula o mecanismo de relógio de acordo com a
velocidade com a qual ele está voando.
Por exemplo: Se um relógio em repouso na Terra registra 2,29
horas, este mesmo relógio em vôo a uma taxa de 90% da velocidade da luz vai
mostrar uma hora. Essa elevada inércia provoca a lentidão no relógio, porque:
“A inércia é o nome que damos à propriedade de um corpo que
faz com que ele resista à uma mudança em seu movimento.”
Então, pelo raciocínio exposto aqui a causa da lentidão do relógio em grande
velocidade é a INÉRCIA.
Nem Einstein ou qualquer outro, jamais disse que é a inércia que motiva os relógios girarem mais lentos quando em grandes velocidades. Todavia um comentário de Einstein sobre quando elétrons são acelerados com grandes energias e suas velocidades NÃO AUMENTAM MAIS, nos dá uma grande brecha para raciocinarmos que é a inércia que brecam os relógios em altas velocidades. Por que posso dizer isso? Porque Einstein certa vez comentando impulsão de elétrons fez um comentário semelhante ao que fiz aqui sobre a experiência com a impulsão de elétrons no laboratório do PSSC em 1956. Einstein disse:“ Se um trabalho é aplicado sobre um corpo e não aumenta sua velocidade ele deve ter aumentado sua inércia, justamente a dificuldade de alterar seu estado de movimento.”
(crédito da frase) http://www.educacional.com.br/Recursos/ConteudoMultimidia/scorm/17_218/swf/eins01_7.swf?idSubSub
Então, CONCLUO, é a inércia que dificulta, segura e breca o movimento maior do feixe de elétrons na experiência que você viu.Esta mesma inércia é que segura, breca e diminui o movimento do maquinário de um relógio quando ele está em uma nave com altíssima velocidade.
Pergunta: O QUE CAUSA A DILATAÇÃO DO TEMPO ou PARADOXO DOS RELÓGIOS?Resposta: A INÉRCIA.



O Trem Jocaxiano
ResponderExcluirPor Jocax Novembro/2016
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Resumo: Este artigo mostra duas situações bastante simples e análogas em relação ao experimento mental clássico
(conhecido como o 'Trem de Einstein') que explica a dilatação temporal e depois aponta uma contradição entre elas.
O Trem de Einstein
É familiar a todo estudante de teoria da relatividade restrita a experiência mental que mostra
a dilatação temporal ocorrendo quando se postula a invariancia da medida da velocidade da luz.
Podemos ver, a seguir, alguns links de sites com exemplos:
O trem de Einstein e a dilatação do tempo:
1- http://acervo.novaescola.org.br/ciencias/fundamentos/einstein-teoria-relatividade-dilatacao-do-tempo-605460.shtml
2- http://www.infoescola.com/fisica/dilatacao-do-tempo/
3-http://alunosonline.uol.com.br/fisica/dilatacao-do-tempo.html
Podemos ver, nestes exemplos clássicos, que o observador que vê o feixe de luz ir e voltar pelo mesmo caminho em seu referencial,
(nestes exemplos o observador que se encontra dentro do vagão onde também se encontra a fonte de luz)
calcula um tempo menor para o percurso da luz do que o observador que observa a luz fazendo um caminho mais longo,
como parte de um "triângulo" (neste caso, o observador na estação).
Por isso, o relógio do observador que está no vagão anda mais devagar em relação ao observador que o que está parado na estação
(que mede um tempo maior para o percurso da luz), de modo que, para ambos, a velocidade da luz seja a mesma (=c).
Este Fenômeno este é conhecido como "dilatação temporal".
( Resumindo sofre dilatação temporal quem observa a luz fazer o menor caminho, neste caso, quem está dentro do trem em movimento ).
Tudo muito didático e simples. Eis que então surge o Trem Jocaxiano .
O Trem Jocaxiano
O trem jocaxiano nada mais eh que o velho trem de Einstein com um belo furo no chão ! :-)
Quando o trem passa , uma lanterna, parada no solo da estacao, emite um feixe de luz através do furo e entra no trem em movimento bate no teto espelhado do trem
e volta para a mesma lanterna que emitiu o feixe(se o furo for suficientemente grande).
Ou seja, quando o trem jocaxiano passa, a luz entra pelo furo bate no teto e volta pra lanterna fazendo um vai e volta semelhante
ao Trem de Einstein mas, quem está na estação agora é que observa a luz ir e voltar pelo mesmo caminho (o caminho mais curto!).
Já para o observador que está no vagão em movimento a luz faz um percurso mais longo, como uma parte de "triângulo".
Ou seja, quem está no vagão em movimento observa um caminho *maior* do feixe de luz do que o observador parado na estação.
Portanto , como os dois observadores devem medir a mesma velocidade para a luz, o tempo, dentro deste Trem jocaxiano,
passa mais rápido do que para o observador que está parado na estação e vê a luz fazer o menor caminho.
Assim, neste caso, sofre dilatação temporal quem está fora do trem, em repouso. Isto é o tempo passa mais rápido para o observador
no trem em movimento: aquele que observa a luz fazer um caminho mais longo.
Paradoxo
Portanto este experimento mental mostra que temos um paradoxo na relatividade restrita, o mesmo trem físico,
os mesmos observadores, sofrem uma dilatação temporal que depende de onde parte a luz , se de dentro do trem ou fora dele !!
Referencias:
O Paradoxo das Gemeas:
https://social.stoa.usp.br/paradoxosrelat/blog/paradoxo-das-gemeas
Resumo: Este artigo mostra duas situações bastante simples e análogas em relação ao experimento mental clássico
ResponderExcluir(conhecido como o 'Trem de Einstein') que explica a dilatação temporal e depois aponta uma contradição entre elas.
https://social.stoa.usp.br/paradoxosrelat/blog/o-trem-jocaxiano